domingo, 15 de maio de 2016

quarta-feira, 20 de abril de 2016

PRÓXIMA DATA DE ATIVIDADES ENGIDUDU 01 DE MAIO DE 2016



Neste dia 1º de Maio, vamos mostrar a força de nossa indignação!

Acordemos os nossos deuses e deusas,
Enfureçamos nossos deuses e deusas,
Aticemos os nossos deuses e deusas,

E extirpemos a causa de todos os males,
E estripemos todos os corruptos,
E erradiquemos toda a corrupção,

E todos os que dizem serem intocados pelos deuses e deusas, rindo em jocosa depravação e corrupção, sejam vitimados pelo que mais temem, sejam humilhados publicamente, sejam esmagados até nada mais sobrar!

Oh, Rei Sol, em ira desperte e seja entronizado!

sábado, 9 de abril de 2016

domingo, 27 de março de 2016

A natureza vadia do Libertarianismo


A natureza vadia do Libertarianismo





Por Grimmwotan

Março de 2016 e.v.




Introdução:

Qual a verdadeira natureza do Libertarianismo? A que ele realmente se destina? O que ele pode ou não trazer de fato?
Este pequeno texto deve ser útil, para esclarecer algumas destas perguntas.



Índice




Página 01...................................................................................Capa






Página 01.........................................................................Introdução






Página 03..................................................................................Fatos





Página 07........Libertarianismo: Uma porta para o Universalismo






Página 14..........................................................................Conclusão






Página 15............................................................................... Fontes



Fatos



Inicialmente observemos os pontos de vista dos assim chamados libertários, sobre si mesmos:


Excertos:

a) Para os libertários de esquerda, os anarquistas, ser compelido a trabalhar para empregadores, estar sujeito ao poder gerencial, é uma forma de opressão porque esmaga, invalida a sua auto-gestão e impede a realização do potencial dos trabalhadores assalariados que estão presos em empregos sem futuro.

b) Para os libertário de direita, ser compelido a trabalhar para empregadores, ser comandados por patrões é coerente com a liberdade porque ninguém coloca uma arma em sua cabeça para pegar o emprego. E, por isso, não é coerção. A partir da perspectiva anarquista ou libertária de esquerda, isso é uma definição drasticamente pobre de “liberdade”.


O movimento chamado de libertário, nada mais é do que uma reedição da esquerda, tentando se esquivar de todos os vícios que foram identificados como pertinentes a ela mesma, contendo inclusive uma nova terminologia “... a suposta ideia da liberdade...”, que pode até ser aceita como, em primeiro momento, algo da direita, embora vista como uma forma podre de liberdade, pois a pessoa na concepção da esquerda só é livre, se estiver castrada e coibida a pensar como alguém de esquerda, e desta forma concordar com todas as formas abjetas de pensamento que afirmam a igualdade, negam a desigualdade, e mandam as favas o fato de que essa forma de liberdade, suposta, nada mais é do que o famoso “...mais do mesmo...”, ligado em estrito senso a linguagem “...neurolinguística...”, que tem sido usada nas faculdades – não só brasileiras – para produzir antes militantes de uma esquerda, já gaga, do que profissionais universitários.

Este movimento, por ser afim ao anarquismo, abomina hierarquias, negando-as em nome de uma suposta procura pela liberdade do ser, afirmando-se nas máxima de Bakunin, a qual afirma que “...os oprimidos de hoje serão os opressores de amanhã...”, e advoga a erradicação das classes e dos líderes, em nome de um suposto cumprimento dos deveres de cada um sem um líder propriamente dito, e sem uma hierarquia que gere distinção.

Nada mais torpe ou mais estúpido poderia ser dito ou afirmado, pois na natureza tudo se dá por meio de formas hierárquicas para poder a vida prosseguir em sua existência, tanto no que tange ao predador, como é o caso das alcateias, como no caso das presas, como é o caso das manadas. Esse exemplo abarca o fator do forte suplantando o fraco, de tal forma que o forte será aquele que conseguirá caçar e trazer comida para os seus, que será mais saudável e terá filhos, e o fraco não conseguirá ter filhos, se reproduzir, e será incapaz de ter uma fêmea, da mesma forma que não poderá fugir do predador, um fator benéfico para a vida, pois evita que os fracos emprenhem as fêmeas e façam nascer proles fracas e incapazes de sobrevivência. Estes fatores simplesmente são exemplificações úteis do que se passa, em proporção similar, em meio à espécie humana.

Dito isto, para o chamado “...libertariano...”, a ideia de algo superior suplantando algo inferior, é ofensiva, pois para ele as hierarquias são ofensivas, artificiais, e ligadas a opressão, e isto muito chateia a todos os libertarianos, pois não suportam a ideia de serem constrangidos a melhora, ou de serem cobrados, pois não suportam a ideia de alguém ou de algo que lhes diga que não está bom o suficiente o que estão fazendo, ou mesmo, não suportam ou aceitam a ideia de que algo lhes cobre “...excelência...”, uma vez que tem um medo irascível de falharem ou de terem que mudar ou de terem que se aprimorar, pois não toleram serem expostos a disciplina, e é por isso que são normalmente defensores de teorias curiosas sobre a inocência e inocuidade do uso da maconha, porém segundo o que é cientificamente comprovado:

“...Em estudos ingestão de canábis inibe a produção de testosterona e tem um impacto negativo sobre o hormônio luteinizante (LH), Ele é liberado pela glândula pituitária e ajuda na síntese de testosterona para ajudar com a construção muscular, e pode inibir o hormônio do crescimento...”

O que em termos leigos, significa a queda da testosterona, e a tendência a atitudes indisciplinadas, assim como tendência para ansiedade social, ou seja, incapacidade de lidar com situações de violência ou de responder adequadamente as mesmas, o que se traduz em fobia e incapacidade de sequer encarar rostos irritados, o que explica sua fobia irracional contra hierarquias, ordens ou o cumprimento das mesmas, e bem como sua fobia ligada a pessoas dadas a atos prenhes de hombridade, preferindo os mesmos sempre os caminhos afirmações e formas de ser mais fáceis, e dito de outra forma, implicando especificamente no caminho dos vadios.

O Dicionário Online de Português define o termo “...Vagabundo...” da seguinte forma:
“...Que vive de maneira desocupada; que não possui ocupação; que não tem vontade de realizar suas tarefas. Que não trabalha ou não gosta de trabalhar; vadio: aluno vagabundo. Figurado. Que expressa inconstância; que se comporta de modo volúvel. Pej. Que apresenta péssima qualidade; inferior. Pej. Desprovido de honestidade; que se comporta de modo desonesto; malandro ou canalha. s.m. Pessoa que vagueia; quem não possui ocupação e/ou objetivos; andarilho, malandro. Direito. Aquele que não possui um endereço fixo ou um negócio/ocupação constante...”

Assim sendo, os assim chamados libertarianos nada mais são do que os que tendem ao caminho vadio, ou se for preferido, que tendem ao caminho de péssima qualidade, inferior, e no qual inexista a procura pela “...excelência...”, vindo, portanto, a detestar tudo que venha a ser sinônimo do contrário de sua própria natureza vadia.
















Libertarianismo:  uma porta para o Universalismo

Em sua natural tendência para afirmar uma suposta liberdade plena de cada pessoa, em todos os sentidos e irrestritamente, o movimento chamado de “...libertário/libertarianismo...”, tem um viés natural que afirma a inexistência de limites fronteiriços entre as pessoas, entre os costumes e entre os povos, chegando as últimas máximas de, inclusive, afirmar que qualquer um pode ir ou estar em qualquer lugar irrestritamente, e que as barreiras culturais, formais, simbólicas,populacionais, monetárias, biológicas e tradicionais, são, na visão dos chamados libertários, formas de corrupção ou de vicissitude.

As afirmações dos chamados libertários, ou libertarianos, quando são vistas desta forma, apontam em verdade para um discurso distorcido e pernicioso, que contém o germe de coisas desagradáveis, vendidas como pequenos tesouros úteis, que no final levam a entropia, em todos os casos.

Para termos uma ideia, abordando o conceito da privação das fronteiras, os potenciais de crescimento e desenvolvimento que são naturais em meio à concorrência entre nações, ou pessoais, passa a ser inócuo acarretando a mesma lentidão ou falta de desenvolvimento de bens úteis, como veio a ocorrer nos países socialistas, que possuíam uma produção militar capaz de competir com a dos países não socialistas, durante a guerra fria, mas não possuíam eletrodomésticos, e os que eram produzidos eram muito aquém dos que eram encontrados nos países não socialistas. Um exemplo disto, ainda que alegórico, mas que retratava o que ocorria quando alguém saia dos países socialistas e adentrava nos países não socialistas, foi o filme “...Moscou em Nova York...”, com o ator Robin Willians, onde o mesmo teve praticamente um orgasmo quando tocou o papel higiênico do Hotel onde a orquestra sinfônica soviética estava hospedada.

No campo humano, quando se anulam as diferenças, e o respeito a estas diferenças, e são permitidos que quaisquer pessoas, indiscriminadamente, adentrem em outros países e ali persistam existindo como parasitas sociais, sustentados em nome de um discurso de pseudo defesa dos direitos humanos, que só vê, e de forma abusiva, os direitos do lado pertinente aos invasores, e priva dos direitos o lado dos povos do país invadido, expondo a estes o pagamento da estada dos imigrantes, sob forma do surrupiar de divisas geradas por impostos, com esta finalidade, e tendo como meta última, a geração de novos eleitores em nome dos que defendem o estupro de um determinado país, mesmo que as custas da população nativa daquele mesmo país, por parte dos políticos corruptos, e neste caso sempre de esquerda, deste determinado país. Um caso clássico disto é a França, e o horror que ali a população francesa, de fato, está experimentando nestes dias.

No campo biológico, quando alguém imputa que qualquer pessoa é livre para fazer o que bem quiser com seu corpo, e, portanto, pode usar qualquer droga, abusar de quantos abortos quiser, e subsistir, indiscriminadamente, em qualquer lugar, contém o germe da tolice em si. Esse discurso é usado por pessoas compradas por outros, que tem interesses nefastos voltados na direção de locais específicos, como é o caso do que tem ocorrido na Suécia, por exemplo, tachada nestes dias de capital mundial do estupro, e onde a média de nascimentos da população nativa foi artificialmente estimulada para queda, por parte da massificação instigada pelos políticos e universitários, que fomentaram durante décadas a ideia da tolerância, da visão de ícones nacionais como formas de fascismo e de racismo, da aceitação de estrangeiros como uma população melhor do que a população nativa, e da afirmação do Primeiro Ministro Sueco, que deixou o cargo em 2014,de que as coisas boas que existem na Suécia, vieram todas de fora daquele país.

Estes fatos, somados com o que ocorreu na cidade alemã de Colônia, onde pelo menos Mil Islâmicos, somando os estrangeiros com os recém-convertidos, estupraram coletivamente 80 mulheres na noite do Réveillon de 2015 para 2016, e bem como o atentado na Bélgica em Março de 2016, e na própria França em 2015, entre tantos outros, facilitados e estimulados pela política libertariana, ou seja, de esquerda, em prejudicar as populações dos países europeus, já afundados em uma forte crise e retração econômica, absorvendo de forma tola, alucinada e prejudicial, centenas de milhares de imigrantes árabes e africanos, todos eles islâmicos, diga-se de passagem, levando a percepção tardia por parte dos europeus, de uma orquestração para substituir completamente a população nativa da Europa, por povos que se multipliquem muito, mesmo que vivendo nas piores condições de vida possíveis, que questionem pouco, e que sejam cumpridores de ordens, mesmo que à custa de substituir a lei e autonomia de cada nação, pela sharia, lei islâmica, e inclusive, mesmo que os povos que venham a substituir os povos europeus nativos sejam mais feios, menos inteligentes, menos produtivos e muito mais lentos no cumprimento de seus deveres, pois não são adaptados pela natureza, para os locais onde foram impropriamente empurrados.

A tática de ocupação e substituição populacional, usa-se da fomentação lenta ou rápida, dependendo do caso, de elementos que atentam contra a concepção de família, nação, país e heteronormatividade, usando-se do movimento feminista, LGBTS, do discurso em prol dos assim chamados “...Direitos Humanos...” e das políticas afirmativas, de uma forma abusiva onde são visados processos de dominação pela afeminação dos homens, paulatina, e subjugação das instituições, e inserção de elementos ligados a fonte dos subsídios que sustentam tais estratégias, como é o caso da presença no Brasil, no início de 2016, do Xeique Saudita Muhammad al-Arif, o qual é proibido de adentrar em mais de 30 países, incluindo a Inglaterra, e que persiste em aliciar jovens para o Estado Islâmico.

Essa estratégia mantém os homens de um determinado lugar, a Europa, por exemplo, como pessoas covardes e afeminadas, as mulheres dali estimuladas ao sexo irrestrito e sem vínculos familiares, e muitas vezes treinadas, todas elas, desde tenra idade para detestar homens nativos, ou qualquer homem, para por fim proceder com a troca populacional. Isso normalmente abusando da presença de elementos vinculados a liberação do consumo de drogas, do estimulo do Estado para pagar qualquer mudança cirúrgica de sexo, em nome da já citada “...liberdade irrestrita...”, como consta no “...O Projeto de Lei 5002/2013...”, dos Deputados Federais Jean Wyllys – PSOL/RJ e Erika Kokay – PT/DF, e nas cirurgias de mudança de sexo que já são feitas com aval do Governo Brasileiro atual, desde o ano de 2008 da era vulgar, assim como pela liberação irrestrita do aborto, como é objetivado pelas feministas, coisa que já ocorre na Colômbia e na Espanha, dois países curiosamente vitimados tanto pela presença do tráfico de drogas e da esquerda armada, caso colombiano das FARC, Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, as quais subsistem exclusivamente pelo tráfico de drogas, de órgãos, de pessoas em geral e de armas, quanto pela situação de substituição populacional, decadência generalizada, como Ibiza pode nos mostrar, gangues de estupro formadas por estrangeiros, caso generalizado em toda Europa, aliás, pela qual a Espanha tem passado.

Aliás, é bom citar que o viés usado para defender o aborto irrestrito, e, mormente falando, só em países europeus, ou de cunho europeu, está ligado ao feminismo em si, como podemos notar na infame Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher (CEDAW), de 1979, que derivou em diversas formas distorcidas, como as acima mencionadas, e promulgado facultativamente no Brasil pelo igualmente infame ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, sociólogo, é óbvio, em 2002 da era vulgar.

Um dos maiores massificadores e defensores do liberalismo e do universalismo, na história da humanidade, foi Jean-Jaques Rouseau, que afirmou no Livro I (Contrato Social), o conceito de igualdade como sendo “...alienação total de cada associado, com todos os seus direitos, a toda a comunidade...” (ROUSSEAU, 2003b, p. 21), coisa que claramente nega o particular, assim como aquilo que individuado, em função da afirmação da massa acéfala e não pensante.

Todos os elementos acima apontam para os conceitos presentes no Universalismo, uma doutrina de massificação que prevê normas universais, para todos, em que as coisas sejam uniformizadas sob uma linha de conduta única, onde sejam excluídos elementos de separação ou de individuação, como é o caso das tradições de cada povo, ou de cada país, as quais são vistas como uma ameaça ao processo de Globalização, outra forma de citar o Universalismo, na verdade, onde se pleiteia que o planeta seja regido por uma maçaroca populacional massificada, com uma só religião, nenhuma vontade particular pessoal propriamente dita, e sob orientação puramente social e jamais particular, espelhando todas as formas de ócio pessoal e vício do discurso de Rousseau, e muitas vezes do próprio John Locke, onde a palavra “...liberdade...”, mal compreendida e mal utilizada, seja uma desculpa cômoda e perniciosa para causar a exclusão, discriminação e a perseguição, de quaisquer indivíduos que não desejem se massificar, e que não somem vozes ao discurso clonado de Robespierre somado ao discurso que beira a demência do marxismo, como podemos notar no texto “...Os Comunistas e a Questão Sexual...”, do canhestro “...Coletivo Lenin...”.

O que é Universal não deseja o que é particular, o que é particular é individual, o que é individual é individuado, e o que é individuado é chave para o que é genial e inteligente, e uma vez que a inteligência é elitista em si mesma, pois embora não respeite origem social, origem racial ou situação econômica, não está ligada a condicionamento social ou comportamental, podendo apenas ser facilitada pelos mesmos, no requesito de acúmulo de elementos de uso intelectual, mas nunca sendo gerada por estes, e sendo assim, o que é universal não é inteligente e não deseja aquilo que venha a ser inteligente, tanto para poder ser empregado como para poder ser aceito universalmente.

Dito isto, concluí-se que o que é inteligente não pode ser libertário ou libertariano, pois não o libertarianismo, de fato, não pode conviver os elementos de diferenciação que geram a inteligência, assim como não pode conviver com os outros dois elementos de diferenciação, igualmente elitistas e igualmente excludentes, da beleza natural, ou da aspiração ao que é belo, e mais ainda, da resiliência. E isso porque, apesar de ser possível fingir inteligência com estéreis documentos de conclusão de mestrado ou doutorado, em pífias e já pré-programadas disciplinas usadas apenas para gerar militantes esquerdistas, como é o caso da Sociologia no Brasil desde sua fundação, por exemplo, e mesmo que se possa fingir beleza com operações cirúrgicas, cosméticos e maquiagens em geral, ainda sim o que nasce belo, e que se mantém dentro dos ditames do que é bom, segundo Nietzsche, permanece belo, e o que é inteligente assim se mantém, não sendo sequer necessário citar quaisquer adjetivos para o que é resiliente, pois essa situação transgride tentativas de manipulação em larga escala.

Nietzsche em seu livro “...O Anti-cristo...”, na página dois cita que “...Bem é tudo que nos fortalece, e mau é tudo que nos enfraquece...”, desta forma por tudo que acima foi descrito, o libertarianismo é mau, e segui-lo é receita certa de ruína.

















Conclusão
Libertarianos, ou se preferirem, libertários, nada mais são do que a nova forma de citar o malfadado e infame termo “...esquerda...”, e contém todos os seus vícios revestidos de novas palavras e novos termos, com o intuito único de persistir no descaminho das pessoas e na manipulação das mesmas, para que continuem a se manter eternamente aprisionadas em um labirinto de improdutividade, vitimização, auto piedade e vicissitude, preparando desta forma um campo perfeitamente adequado para plantar sementes neurolinguísticas de dominação e palavras de ordem, que por fim os levarão a serem as marionetes perfeitas da escravização que tanto afirmam combater.













Fontes: