quinta-feira, 25 de setembro de 2014

O Direito de Praticar Asatru

O Direito de Praticar Asatru





Por Grimmwotan






Apresentação
Este texto procurará analisar o comportamento dos Unviersalistas, Tribalistas e Folkish, procurando entender suas falhas e acertos, e levando a compreensão da validade de seus argumentos.



Ìndice


Capa

Introdução

Índice

Apresentação

A Rumba Universalista

O Flamenco Tribalista

A Valsa Folkish

Conclusão

Bibliografia





Apresentação

Já faz algum tempo que um certo embate entre pontos de vista, tem sido a área central de discussões de tudo que envolve os praticantes de forn sidr, asatru ou odinismo.

De um lado temos os que são chamados de Universalistas, de outro os chamados Folkish e no meio os que se nomeiam Tribalistas.

Os Universalistas tem o hábito de afirmar que qualquer um pode praticar o tradicionalismo germânico e nórdico, e que qualquer coisa, método, meio ou sistema, pode ser adicionado sem problemas à ele, sem que realmente coisas ruins possa sobrevir disso.

Os Folkish afirmam que somente pessoas de sangue ligado aos povos germânicos e nórdicos, tem o direito de praticar a tradição antiga, e tem verdadeira aversão à fusão ou adição de coisas diferentes.

Os Tribalistas pensam em parte como um lado e em parte como o outro, pois afirmam que realmente fusões e adições podem ser coisas daninhas, mas também afirmam que pessoas que não são ligadas por laços de sangue com os povos germânicos e nórdicos, podem praticar as tradições antigas, mas que elas devem ser “...adotadas pela tribo...”, para isso.

Quanto aos três argumentos acima, vamos observar agora as legítimas verdades inconvenientes que se escondem sob as alegações de cada um dos tipos, para que as conclusões objetivas e verdadeiras possam surgir.





A Rumba Universalista
Universalistas aceitam os meios e modos de diversos tipos de tradições diferentes, inclusive perfazendo a mesma rotina que pode ser observada nas inscrições e textos do “...sapientíssimo...” Vítor Manuel, mais conhecido como Samael Aun Weor - criador Gnose Cristã – que afirmava que a “...Runa Thorn/Thurissaz...” cuja tradução significa espinho, estava ligada diretamente aos “...Espinhos da Cruz de Cristo...”, ou podem agir da mesma forma que os praticantes de “...Wicca Vanir...”, e afirmarem que as Runas foram criadas pela Deusa Vanir “...Mardoll...”, a qual é uma deusa pouco conhecida, muitas vezes é afirmada como sendo um dos nomes de Freija, porém pela tradução de seu nome, estaria ligada a uma estrela que guiava os marinheiros, sendo o “...Brilho sobre o Mar...”.

Um fato também muito comum em meio a esta tão “...soberba e excelsa falta de cérebro...”, é o hábito incrivelmente recorrente que os universalistas tem de fazer Árvores da Vida do Cabalismo e enfiarem os mundos de Yggdrasil em meio a mesma – similarmente a um estupro mal feito, de certa forma.

Curiosamente a coisa nunca para nisso, e muitas vezes acabamos por testemunhar as famosas afirmações de que “...Os Aesires e Vanires estariam fazendo parte da Fraternidade Branca...”, a qual nada mais é do que uma invenção criada pelo ”...pedófilo...” sacerdote anglicano e bispo da igreja católica liberal Charles Webster Leadbeater, inventada com base na suposta comunhão dos santos do cristianismo.

Ou, para coroar e fechar a ”...incognoscível sabedoria universalista...” podemos usar das inscrições permeadas de tão grande e eloquente necedade, que afirmam que uma vez que “...o gado era uma moeda de troca nas culturas antigas, os celtas criaram a runa FEHU para simbolizar a riqueza...”  .

Sinceramente, somando tudo o que foi citado acima, e usando de muita paciência e tolerância, podemos dizer que os autores das palavras acima, os que se beneficiam delas, e os seguidores das mesmas – salvo alguns desses seguidores que despertam e literalmente fogem disso - na escala evolutiva da “...espécie humana...” estão posicionados entre a ameba e um penico.


O Flamenco Tribalista
O Tribalismo afirma, como foi dito acima, que pessoas de diversos tipos podem praticar a tradição ligada aos povos germânicos e nórdicos, desde que após jurarem venham a ser adotadas por uma tribo específica, Kindred ou Clã.

Seguindo esta linha de pensamento, se alguém – suponhamos que seja um Esquimó – vier até um grupo de tribalistas ligado a um dos estilos de tradicionalismo nórdico ou germânico, essa pessoa quando “...culturalmente...” adentra nesse grupo em questão, adota seus hábito, ganha seu nome de clã, efetua seu juramento, e passa a conduzir sua vida dentro dos pontos de vista do Tribalismo, esta pessoa sem quaisquer outros problemas pode praticar esta tradição sem ser molestada, incomodada ou sem ter quaisquer problemas, decorrentes das divergências.

Os Universalistas e alguns Tribalistas, afirmam inclusive que pelo fato de haverem escravos irlandeses, lapões, sami e finlandeses em meio aos nórdicos, e destes “...supostamente...” desempenharem um papel chave no culto a Nerthus, ou mesmo que pelo fato da Jotnar Nótt ser descrita como tendo a pele da mesma cor do céu noturno, isso significa que obrigatoriamente – aliás, é curioso como frisam o termo “...obrigatoriamente...” – toda e qualquer que aceitar os laços culturais e os juramentos, pode então praticar a tradição antiga.

Há uma pergunta que ninguém faz e que fica armazenada, nunca proferida, a qual é talvez o maior argumento contra os Tribalistas - e mais um argumento na lista de dezenas de argumentos contra os acéfalos universalistas – que cita simplesmente que se a questão é puramente cultural, logo tanto faz se a pessoa invoca Thor ou Zeus, se adentra o druidismo ou o celtismo, se é cigana e está adotando a Rodnover ou se é Nigeriano e está adotando o Xintoísmo, pois culturalmente falando, dará na mesma, uma vez que somos todos humanos – aliás, este argumento provém dos “...pseudo intelectuais...” ligados a abjeta linha de pensamento conhecida como “...Relativismo...”, das áreas de Sociologia e História, das universidades, escolas, colégios e faculdades.

Estes sujeitos, os relativistas – a forma supostamente intelectual dos universalistas, na verdade – afirmam que tanto faz a cultura de alguém, pois somos todos programados para abraçar esta ou aquela forma de ser, conforme nossos pais nos adestram para isso, sendo que a tendência à masculinidade dos meninos e à feminilidade para as meninas é também uma questão cultural de adestramento, onde a garota é programada para ser uma mulher e o menino, para ser um homem, sendo que em verdade pelo ponto de vista do “...Relativismo..” – essa tão auspiciosa forma de “...ruminancia mental...” – as pessoas são todas “...obrigatoriamente...” bissexuais ou homossexuais, sendo esta a base de atividade da famigerada e distorcida teoria “...QEER...” – a qual está sendo usada atualmente, para tentar afundar a Suécia, inclusive.

Para piorar, a maioria das pessoas ligadas aos conceitos puramente culturais se esquecem que o florescer de um povo em um determinado lugar lida com eventos e favores que supostas programações mentais são incapazes de controlar.

Um exemplo disto é o fato de que o citado esquimó acima, não pode sobreviver fora de seu ambiente de origem, pois ele se intoxicaria com a alimentação de outros povos, da mesma forma e na mesma medida que o único povo que não possui alergia a laticínios, ou quando o possui é em percentuais desprezíveis na sociedade em geral, é o dos descendentes de europeus, ou mesmo que se alguém tentar passar a noite toda comendo sushi ou se alimentando da culinária japonesa que se usa de algas, com quase totalidade de certeza, passará o dia seguinte quase morto, após ter algemado a si mesmo a um vazo sanitário, sem contar o horrível estado de suas entranhas, expostas a algo para o qual seu organismo nem sabe por onde começar a digerir.

Assim quando se pegarmos um exemplo, chamemos este exemplo de Senhor “...Altair Kalil Omar Mustafá Al Muhamed...”  ou simplesmente de Al Sheik, que se dirige a um país qualquer onde existam praticantes de Asatru/Odinismo/Forn Sidr.

Ali o Sr. Al Sheik por um motivo qualquer, por exemplo por se encantar com alguém daquele grupo e sentir que deve desposar aquela mulher em questão, ou por passar a admirar os costumes e a forma de ser daquelas pessoas, uma vez que será impossível para um Islâmico viver ou conviver com alguém que pratique a Xirq passível de morte por tortura ou apedrejamento - ou seja, a pratica do politeísmo, conforme está no Alcorão – ele toma a decisão de renegar o islã e efetua o juramento para entrar naquele grupo em questão de praticantes de tribalismo, sendo adotado pelo mesmo.

O Senhor Al Sheik, por que ouviu falar da frase “...Hail Innun Rauthis Thunnar! Miklas Fjands Hvitkristus Thurse...”, por ter lido o livro “...Devoradores de Cadáveres...” de Ibn Fadlam, ou por ter assistido o filme “...Décimo Terceiro Guerreiro...” – aliás fatos estes culturais que o auxiliaram a escolher adentrar para o Tribalismo – e pela história oposição e guerra dos Árabes e Mouros contra os Cristãos, escolhe o nome de “...Ragnar Thorson...” para si mesmo – um fato louvável em verdade, visto por muitos ângulos.

Contudo ele vai fazer enfim sua primeira oferenda a Thor, participa do Blót e do Symbel, e então como não poderia deixar de ocorrer em qualquer celebração onde Thor esteja sendo homenageado, há uma fartura de comida e de “...carne de porco...”, e o organismo do antigo Sr. Al Sheik atualmente “...Ragnar o Filho de Thor...” nunca comeu e nem sabe por onde começar a digerir a carne de porco, e matematicamente falando, começa a ter náuseas sempre que a consome, ou passa mal com a gordura que a mesma possui, vindo nos casos mais extremados a planejar seriamente como se mudar-se para o banheiro de sua residência.

Obviamente o exemplo acima foi exagerado, no sentido de que um deus ou deusa a ser cultuado dentro da tradição antiga, é algo que deve ser muito planejado, a pessoa deve refletir, pedir ajuda ao Godhi , entender bem o que esta fazendo e por fim tomar a decisão, que virá a ser tomada a grosso modo com base em leitura e reflexão sobre pontos de vista comuns e auspiciosos da pessoa com o deus ou deusa – contudo, isso foi exatamente o que o Sr. Al Sheik, logo acima, fez.

E em todo este tempo paira uma segunda questão, pertinente a esta:

“...Se ele sentiu que o monoteísmo é insuficiente, e viu algo no politeísmo que o completa, como ficam os deuses que antigamente seus ancestrais cultuavam, que ainda habitam a Kaaba de Meca, mesmo que o local e os objetos sagrados daqueles deuses, tenham sido roubados e falsamente imolados à farsa chamada Allah?...”

De fato a história acima, por mais engraçada que seja, encerra muito do que as pessoas devem refletir quando tomam a atitude de fazerem parte de grupos Tribalistas.
A Valsa Folkish
Chegamos por fim aos chamados “...neo-nazis-ruins-de-cabeça-raspada-maus-mesmo-seguidores-de-hitler-extremistas-racistas-tudo-de-ruim-que-não-veem-que-somos-todos-iguais-menos-os-testemunha-de-jeová-e-os-mórmons...” chamados de Folkish.

São conhecidos por terem a opinião de que somente as pessoas que são herdeiras diretas de sangue puramente nórdico ou alemão, podem praticar tradições religiosas ligadas aos Aesires e Vanires, sendo que alguns desses grupos podem ou não ser ligados a movimentos extremistas, e outros simplesmente são pessoas que se organizaram de forma a terem a proximidade de pessoas de povos similares a eles mesmos perto de si.

Os do segundo tipo acima citados, coisa que ninguém realmente cogita, são via de regra pessoas que se expuseram a formas variadas de violência emocional, física, mental de algum tipo – similarmente a uma forma de bullying – e acabaram se reunindo sob pontos e vista comuns de autoproteção – um exemplo disso é o que pode já estar acontecendo, e que efetivamente acontecerá com os Bóeres na África do Sul.

Se alguém perguntar como é possível cogitar a possibilidade de pessoas descendentes de europeus sofrerem bullying de algum tipo, por conta de ascendência ou coisas do tipo, recomendo que assistam as séries e filmes Hollywoodianos com olhos atentos e mente inquisitiva, e poderão ver coisas que estão atualmente indo do exagerado à pantomima, quase como uma ode ao ódio.

Os do primeiro tipo, são pessoas geradas ou pela primeira geração dos do segundo tipo – isso não é uma regra, e em verdade é pouco comum – ou são pessoas que vieram a fazer parte de movimentos de reconstrução religiosas ligada a tradições europeias, provenientes de outros locais e redutos de pensamento.

Em geral o conceito de sangue e honra ligado aos folkish os levam a tecer seu isolamento, mas há algo que não foi considerado pelos mesmos, que é talvez a alavanca verdadeira de qualquer argumento que pode vir a ser usado contra os folkish.

Se usarmos os pontos de vista puramente ligados aos nórdicos e alemães, teríamos apenas os provenientes da Austria, Alemanha, Suécia, Noruega, Dinamarca, Islândia e países deste tipo, como os que legitimamente podem praticar o Asatru/Odinismo/Forn Sidr.

Porém, lembrando sempre das incursões dos povos germânicos e dos povos nórdicos na França, teremos a Normandia e os descendentes dos mesmos em meio aos Franceses tem o direito à prática da tradição antiga.

Na região da atual Inglaterra os saxões são os herdeiros diretos dos germânicos e nórdicos.

Se nos lembrarmos dos Godos, e de seus serviços prestados por chutar os Hunos para fora da Europa Ocidental, e do fato de terem tomado posse de toda a área da Espanha e do Norte de Portugal, veremos que os Espanhóis e Portugueses são herdeiros dos Visigodos, e tem parentesco direto com os Suécos – pois Gotland é uma ilha a Sul da Suécia.

Se nos lembrarmos de que os Lombardos tomaram posse de enormes porções de terra na região atual da Itália, e que este nome Langbarden, é o título pelo qual os Oustrogodos foram conhecidos, notaremos que os da Lombardia e outras regiões da Itália, igualmente aos Portugueses e Italianos, são aparentados com os Suecos.

Isso sem mencionar outros povos germânicos e nórdicos, que se espalharam por toda a Europa ou mesmo a presença dos Varengos nas regiões eslavas.

Desta forma os “...de sangue germânico e nórdico...” na realidade vem a ser os descendentes de muitos povos provenientes da maioria dos países europeus da atualidade, e desta forma o argumento dos folkish em contraditório a pessoas que não sejam diretamente alemãs ou nórdicas, acaba por ficar restrito.

Na verdade por mais que as pessoas achem inconveniente ou perigoso, quase todos os argumentos de David Lane, um conhecido Folkish já morto, acabam por relatar muitas vezes mais o ponto de vista dos Tribalistas dos que o dos Folkish, sob certo ponto de vista, pois seu discurso é o mesmo que os Tribalistas usam-se nos dias atuais, apenas que eles o direcionam para o termo “...povo formado pelo religião...” e Lane afirma “...religião formada pelo povo...”, e para além disso o que encontraremos serão chutes e pontapés, se algum desavisado for acometido pela doença da “...Watchtower Mórmons e Companhia Ilimitada...” e tentar sair de porta em porta, tentando unir tribalistas e folkish em um só grupo.

Uma vez que em países como o Brasil, atualmente onde a normativa básica afirma o país como sendo “...obrigatoriamente...” pardo – ou seja mestiço – de tal forma que os que não sejam, não são considerados brasileiros, a exclusão de pessoas e tradições que “...não são universais...” ou seja “...que não são universalistas...”, como é o caso do Asatru, é uma questão de tempo.

Este fato é algo a ser considerado como vetor mundial, ou pelo menos, vetor Americano, pois nos países da América Latina e da América Central o mesmo discurso tem sido usado, ao ponto de que as formas de pensar, as culturas e formas de ser de povos não Mexicanos, ou especificamente Europeus, são mal vistos ou tachados como costumes de traidores, de tal forma que somente o que é multicultural, mesclado, “...universal...” ou “...universalista...”, como é o caso do catolicismo cuja tradução significa simplesmente “...universalismo...”, pode ser considerado algo ligado ao povo dali, de forma propriamente dita.

Desta forma, a mesma reação de exclusão que é vista nos folkish, está sendo usada maciçamente em toda a população, para massificá-la em uma determinada direção consumista, erradicando tudo que venha a destoar da mesma, levando aos Tribalistas pouco a pouco a se fecharem e de tal forma a se comportarem ou serem vistos por fim, como uma forma branda dos Folkish.





Conclusão

Ao observar o comportamento básico dos grupos acima mencionado, algo surge sempre como nefasto, a priori, porém que se mostram úteis e talvez construtivos em seguida.

As pessoas modistas e tolas em geral procuram os mercenários chamados de universalistas, que como praticantes de odinismo são tudo menos odinistas.

As pessoas que estão realmente procurando por raízes pessoais, e que em geral estão irritadas com o que o monoteísmo fez ao mundo, acabam desembocando em uma reação de auto descoberta, que os leva ao que havia antes do monoteísmo, e por conta disso, com base em suas famílias, o que os antigos praticavam antes da invasão monoteísta ocorrer.

As pessoas que já se encontraram em si mesmas, e que perceberam o que querem para si, quaisquer quer sejam suas origens, e que estão dentro do Odinismo e do Asatru, não querem intrusos e pessoas de má índole ou que tragam problemas ou interferências, para o caminho que escolheram.

Estas pessoas são em bem menor número que as modistas, porém elas tenderão a se fecharem e a criarem um biótipo específico, país a país, povo a povo, voltado para uma determinada pratica religiosa – no caso o Odinismo, ou se preferir o Asatru ou Forn Sidr – e sua forma de ser internamente e externamente, objetivamente e subjetivamente destoará completamente do restante do povo a sua volta, e quer sejam estes Tribalistas ou Folkish, este será o resultado final a médio prazo, e talvez o fato de se protegerem formando clãs e grupos de pessoas, seja o fator que vai protege-los de futura perseguição por parte da massa de universalistas acéfalos do porvir.

O direito de praticar o Asatru, o Odinismo e o Forn Sidr, pelo que pode ser visto acima, pertence à todo aquele ou toda aquela que suportando e prevalecendo ao final de tudo isso, não tiverem se desintegrado na massa nefasta e burra do universalismo.



Bibliografia

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ESTADO LAICO NÃO É ESTADO ATEU E PAGÃO -
Ives Gandra da Silva Martins e Antonio Carlos Rodrigues do Amaral

Da República - Cícero
Crítica da Filosofia do Direito de Hegel- Karl Marx
O Anti Cristo – Nietzche
Assim falou Zaratustra – Nietzsche
Edda em Prosa - Snorri Sturluson;
Edda Poétic - Snorri Sturluson;
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Sagas Islandesas: A Saga dos Volsungos, Theo de Borba Moosburger;
Galdrabok, Edred Thorson;
O Talmud Desmascarado - Reverendo I. B. Pranaitis
Os Sete Sermões aos Mortos – Carl Gustav Jung
Sobre el paganismo - Alain de Benoist
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