domingo, 29 de dezembro de 2013

Útlendr

Útlendr
    


Por: Thul Alger





Apresentação        
Este texto é uma advertência séria a todos os praticantes de tradicionalismo setentrional – sendo também um alerta as demais formas de tradicionalismo europeu antigo, como é o caso do Helenismo, Religio Romana, Rodnover, Celtismo e Druidismo, entre outros – contra o universalismo e seus males, embasado em dados que são tanto históricos quanto científicos, e que tanto se valem da experiência e do contato com outras formas religiosas ou herméticas, diversas, e dos danos que podem causar, inadvertidamente tanto na tradição heathen, quanto nos que estão realmente inseridos na mesma.




Índice



Capa


Apresentaão Sobre a Tradição, Folclore e Atavismo


Invasão Cultural ou Estupro Espiritual


Metodologias de Estupro Espiritual e Material


Conclusão


Bibliografia


Bibliografia Digital




Sobre Tradição, Folclore e Atavismo:
Antes de qualquer coisa, observemos o categórico choque que ocorre nos dias atuais, intensamente, entre o bom senso e o senso comercial.
Para fazer isso vamos então analisar alguns conceitos que nos farão compreender com clareza, os pontos focais e os riscos ligados ao universalismo, em todos os sentidos:

- Atavismo (do latim atavus, "ancestral") é um termo que é usado correntemente para referir-se a semelhanças físicas e/ou psicológicas entre seres e seus ancestrais mais distantes, sendo que culturalmente, é usado para fazer referência à recuperação de atitudes ou tradições ancestrais que teriam permanecido latentes durante longo período.
- Tradição (do latim: traditio, tradere = entregar; em grego, na acepção religiosa do termo, a expressão é paradosis παραδοσις) é a transmissão de práticas ou de valores espirituais de geração em geração, o conjunto das crenças de um povo, algo que é seguido conservadoramente e com respeito através das gerações. A tradição e sua presença na sociedade baseiam-se em dois pressupostos antropológicos: a) as pessoas são mortais; b) a necessidade de haver um nexo de conhecimento entre as gerações. Os aspectos específicos da tradição devem ser vistos em seus contextos próprios: tradição cultural, tradição religiosa, tradição familiar e outras formas de perenizar conceitos, experiências e práticas entre as gerações. A tradição toma feições peculiares em cada crença.
- A individuação – termo criado por Carl Gustav Jung-  é um processo através do qual o ser humano evolui de um estado infantil de identificação para um estado de maior diferenciação, o que implica uma ampliação da consciência. Através desse processo, o indivíduo identifica-se menos com as condutas e valores encorajados pelo meio no qual se encontra e mais com as orientações emanadas do “...si mesmo...”, a totalidade (entenda-se totalidade como o conjunto das instâncias psíquicas sugeridas por Carl Jung, tais como persona, sombra, self, etc.) de sua personalidade individual. Jung entende que o atingimento da consciência dessa totalidade é a meta de desenvolvimento da psique, e que eventuais resistências em permitir o desenrolar natural do processo de individuação é uma das causas do sofrimento e da doença psíquica.
- Folclore (do inglês folk que é gente ou povo e lore que é sabedoria) é a tradição e usos populares, constituído pelos costumes e tradições transmitidos de geração em geração. Todos os povos possuem suas tradições, crenças e superstições, que se transmitem através das tradições, lendas, contos, provérbios, canções, danças, artesanato, jogos, religiosidade, brincadeiras infantis, mitos, idiomas e dialetos característicos, adivinhações, festas e outras atividades culturais que nasceram e se desenvolveram com o povo. O interesse pelo folclore nasceu entre o fim do século XVIII e o início do século XIX, quando estudiosos como os Irmãos Grimm e Herder iniciaram pesquisas sobre a poesia tradicional na Alemanha e "descobriu-se" a cultura popular como oposta à cultura erudita cultivada pelas elites e pelas instituições oficiais. Logo esse interesse se espalhou por outros países e se ampliou para o estudo de outras formas literárias, músicas, práticas religiosas e outros fatos chamados na época de "antiguidades populares". Neste início de sistematização os pesquisadores procuravam abordar a cultura popular através de métodos aplicados ao estudo da cultura erudita. O termo folclore (folklore) é um neologismo que foi criado em 1846 pelo arqueólogo Ambrose Merton - pseudônimo de William John Thoms - e usado em uma carta endereçada à revista The Athenaeum, de Londres, onde os vocábulos da língua inglesa folk e lore (povo e saber) foram unidos, passando a ter o significado de saber tradicional de um povo. Esse termo passou a ser utilizado então para se referir às tradições, costumes e superstições das classes populares. Posteriormente, o termo passou a designar toda a cultura nascida principalmente nessas classes, dando ao folclore o status de história não escrita de um povo. Mesmo que o avanço da ciência e da tecnologia tenha levado ao descrédito muitas dessas tradições populares, a influência do pensamento positivista do século XIX contribuiu para dignificá-las, entendendo-as como elos em uma cadeia ininterrupta de saberes que deveria ser compreendida para se entender a sociedade moderna. Assim, com a conscientização de que a cultura popular poderia desaparecer devido ao novo modo de vida urbano, seu estudo se generalizou, ao mesmo tempo em que ela passou a ser usada como elemento principal em obras artísticas, despertando o sentimento nacionalista dos povos.
- Cultura de massa (também chamada de cultura popular ou cultura pop) é o total de ideias, perspectivas, atitudes, memes, imagens e outros fenômenos que são julgados como preferidos por um consenso informal contendo o mainstream de uma dada cultura, especialmente a cultura ocidental do começo da metade do século XX e o emergente mainstream global do final do século XX e começo do século XXI. Fortemente influenciada pela mídia de massa, essa coleção de ideias permeia o cotidiano da sociedade. Em contraste, o folclore se refere a um cenário cultural de sociedade mais locais ou pré-industriais.A cultura popular é frequentemente vista como trivial e simplificada para que se possa encontrar uma aceitação consensual através do contexto maior. Como resultado, ela tem forte criticismo de várias subculturas (mais notavelmente grupos religiosos e contraculturais) que acreditam-na superficial, consumista, sensacionalista, e corrupta. É citado na obra de Rosenberg e White "...Mass Culture..." - Cultura de Massa - onde MacDonald argumenta que "...A cultura popular é uma degradada, trivial cultura que esvazia todas as profundas realidades (sexo, morte, falha, tragédia) e também os simples e espontâneos prazeres, e sendo que as massas, pervertidas por algumas gerações desse tipo de coisa, começaram a demandar produtos culturais triviais...". Van den Haag arguiu que "...toda a mídia de massa no seu final aliena as pessoas de experiências pessoais e embora pareçam compensar isso, intensificam o seu isolamento moral uma das outras, da realidade e delas mesmas..."!
- Universalismo, que é uma opinião que não reconhece outra autoridade senão o consentimento universal. Tendência para universalizar uma ideia, uma obra, um sistema.
- Universalismo Cristão, o qual atua de acordo com o chamado novo testamento e afirma que a dita salvação de qualquer pessoa, judeu ou gentio, depende da confissão que jesus é senhor (normalmente no batismo que marcava a morte e ressurreição com Cristo) e crer na ressurreição de jesus (Rm 10.9). Todos que se arrependiam e criam eram incluídos nos salvos. A grande comissão que Jesus deu aos seus seguidores foi de fazer discípulos todos em todas as nações, batizando e ensinando-os a obedecer tudo que jesus ensinou (Mt 28.19,20). Desta maneira, o universalismo dos profetas, no qual as nações subiriam ao monte do Senhor (Is 2.3), se cumpria no convite do Evangelho universal a todos que foram comprados para Deus pelo sangue de Jesus, os que procedem de toda tribo, língua e nação (Ap 5.9).
- Católico (do grego καθολικος, o qual  transliterado significa: katholikos; e cuja tradução significa “...UNIVERSAL...”) é um termo para o SEGUIDOR da fé católica, a sua teologia, doutrinas, liturgia e características comportamentais, bem como um termo para o povo religioso do catolicismo, o qual ambiciona exatamente aquilo que é citado em  joão 17:10 e 11 "... Pai santo, guarda, em Teu Nome, aqueles que me deste, para que SEJAM UM, assim como NÓS...", ou em gálatas 3:28  "...Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus..."

Por tudo que foi acima definido, ficou bem claro que o processo do universalismo sempre tende a massificação cultural e a dissolução das razões pessoais, ou do “...saber especifico de um determinado povo...” em face do objetivo de dissolver e fundir uma determinada pessoa ou todo um povo em questão, em uma massa não dissociada e sem características próprias ou pessoais.
Podemos dizer com razoável tranquilidade que “...tudo que é católico e universal e que tudo que é universalista é catolicista...” , e que todos os que praticam o chamado universalismo são agentes - conscientes ou não - da devastação cultural, pessoal e populacional de um determinado povo, procurando extrair a tradição e as pessoas de uma determinada população,  para inserir mensagens subliminares básicas de aceitação de formas de intoxicação e bem como invasão cultural populacional, as quais procedem de regiões estranhas e alheias em todos os sentidos, ao povo em questão, o qual está sofrendo o processo de aculturação e dominação sutil, ao qual podemos nos referir pelo termo “...universalização...”, ou “...estrangeirismo...”.
E podemos afirmar com razoável tranquilidade que a prática do “...saber do povo...” – folclore -  lida com o resgate atávico das heranças que uma determinada população, um determinado “...Folk...” possuí, desencadeando a “...Individuação...” pelo resgate dos “...Atavismos...” os quais são o tesouro em si mesmo de um determinado Folk.




Invasão Cultural ou Estupro Espiritual
Observando o que foi acima exposto, podemos perceber que a introdução de uma cultura de dissolução em meio a uma cultura de individuação, deve necessariamente passar pela demonização do culto da cultura original para introduzir conceitos e comportamentos em meio ao povo que está sofrendo a invasão cultural e física, de tal forma que aquilo que antes era visto como vicioso e torpe, seja tomado como uma forma de dita virtude, e aquilo que é naturalmente nobre ou honrado seja tomado como o pior dos crimes ou pecado – caso católico – ou haram – caso islâmico – ou החטא  - caso hebraico.
Assim sendo, foram produzidos os chamados “...santos e mártires da igreja católica...”, os quais em muitos casos foram a catolificação de um determinado deus ou deusa, sob a imagem de um santo católico, para absorver o culto, e sendo que em outros casos ocorreu a geração de um santo que “...matou pagãos em larga escala...” ou que “...perseguiu a religião dos pagãos, e foi considerado herói pelos católicos...”, o mesmo se dando com islâmicos – vide o alcorão - e judeus – vide o talmud.
Em geral esta exposição de determinados povos não veio a ocorrer por acaso, ela foi desencadeada por eventos que se somaram, e causaram a devastação cultural e populacional, que hoje claramente pode ser observada.
No caso dos erros de Alexandre o Grande e dos que seguiram seus hábitos, a influência grega sobre a região judaica dominada, produziu um movimento de retaliação contra os gregos que teve como seus rebentos os essênios, os fariseus – sem mencionar os saduceus.
E dos primeiros veio a primeira universalização, catolificação por assim dizer, sob forma da fusão dos conceitos gregos com ditames judaicos, que depois produziram o que foi chamado de gnose.
Dos segundos nasceu o talmud e a torah.
E de mesclas de ambos os movimentos foi gerado o cabalismo, que depois assumiu configurações chamadas de herméticas – deste pensamento abominações como a suposta fraternidade branca, a sinarquia, o israelismo britânico ou o sionismo foram geradas.
E se por um lado a batalha que se deu foi tanto política quanto religiosa, mas política do que religiosa em determinado momento, e tão religiosa quanto política em outro - como o Grande Imperador Juliano o Apóstata, pôde demonstrar em sua vida – há um fato maior do que os demais que não deve passar despercebido de nossas observações.
Como é de conhecimento em geral de cada pessoa, a todos os descendentes de europeus é atribuído um assim chamado peso de “...culpa/pecado/haram/ החטא...”, por diversos crimes que, em nome da raça branca – palavras dos discursos dos socialistas, marxistas, e antagonistas de mulheres brancas e outros gostam de usar – e da ganância da mesma foram praticados.
Porém o que nenhum destes nobres exemplos de imbecilidade percebeu, ou procurou não citar, é que tudo que é afirmado como sendo culpa dos descendentes de europeus e asiáticos – que fazem parte do que uma vez foi chamado de grupo racial ariano – foi em verdade desencadeado e produzido diretamente pelos reis empossados pelos papas – após a morte dos legítimos regentes pagãos - pelos donos de terras empossados pela igreja católica – igreja universal – pelos mercenários e soldados doutrinados para servir ao cristianismo, e de um modo geral, por planejamento direto dos padres, bispos, arcebispos e papas da igreja católica como um todo – ortodoxa ou romana. A qual pariu 2 filhos deformados ainda piores do que ela mesma: Os movimentos Protestantes e Neo Pentecostais por um lado, e o Islamismo, por outro.
Assim sendo, é totalmente claro que nenhum povo sofreu mais privação, tortura, morte e discriminação do que o povo pagão original, nas mãos dos invasores cristãos, pois que seja bem entendido, dos escravos africanos os cristãos os precisavam, dos pagãos e heathens, os cristãos não os precisavam.
O resultado disto foi um massacre com requinte de crueldade, morte na fogueira, morte por afogamento, por esfolamento - ou por tortura - de homens, mulheres, crianças e idosos, que veio conjuntamente com a perda dos valores mais nobres que os povos pagãos possuíam, como o caso da higiene básica ou do amor ao estudo, o que veio a gerar a EXTINÇÃO DE 1/3 (UM TERÇO) DE TODA A POPULAÇÃO DA EUROPA EM APENAS 5 ANOS.
O monoteísmo causou esta devastação e quando a população decaiu mental, física e emocionalmente a um ponto que pudesse aceitar a misoginia mística mor – ou seja o monoteísmo – os líderes do monoteísmo se lançaram ao uso da escravização de outros povos, ou do prática da subversão de terras e dinheiro de outros, para darem aos que aceitarem serem os regentes da igreja em terras estrangeiras, para aumentarem ainda mais a universalização e o universalismo.
E o que pode ser observado em tudo isso é, nada mais e nada menos, que os vícios de uma religião estrangeira, inventada por uma série de golpes políticos, nociva e viciosa, que foi introduzida em Roma, e contaminou a Europa, decorrendo daí todo e qualquer assim chamado “...culpa/crime/pecado/haram/ החטא...”, sendo que se por um lado este movimento vicioso ambicionava poder, terras e dinheiro, por outro ambicionava ser introduzido em cada pessoa, ao ponto de estuprar suas consciências com “...culpa/pecado/haram/ החטא...”, como uma forma literal de “...Miasma...”.
E nos perguntamos:

Até que nível este “...estupro cultural, físico e espiritual pode chegar...”?

Levando-se em consideração que os arquétipos saudáveis e coletivos de um povo foram substituídos pelas vicissitudes inventadas por outro, a coisa em si acaba sendo extremamente nefasta em vários níveis e sentidos.
Observemos que o termo arquétipo, o qual provém dos termos gregos “...ἀρχή arché...” (principal ou princípio)  e “...τύπος - tipos...” (impressão, marca), e é o primeiro modelo ou imagem de alguma coisa, ou também pode ser definido como antigas impressões sobre algo. Sendo que na Psicologia Analítica, significa a forma imaterial à qual os fenômenos psíquicos tendem a se moldar.
Jung veio a usar o termo para se referir a “...estruturas inatas que servem de matriz para a expressão e desenvolvimento da psique...”, uma espécie de imagem incrustada profundamente no inconsciente coletivo da humanidade, projetando-se em diversos aspectos da vida humana, como sonhos e até mesmo como formas narrativas. Jung cita que "...no que concerne aos conteúdos do inconsciente coletivo, estamos tratando de tipos primordiais, isto é, de imagens universais que existiram desde os tempos mais remotos...".
E levando-se em conta que egrégora,  provindo termo do grego “...egrégoroi...”, vem a  designar “...toda e qualquer força gerada pelo somatório de energias físicas, emocionais e mentais de duas ou mais pessoas, quando se reúnem com qualquer finalidade...”.
Vemos então que ocorreu um tipo de infestação em solo europeu, das vicissitudes universalistas em si mesmas, com objetivos claros e diretos (políticos e financeiros) e motivos indiretos e obscuros (estupro espiritual e apropriação daquilo que não lhe pertence, ou que não pode solitariamente ter).
Neste ponto, faz-se necessária a pergunta simples que ecoa repetindo:

“...Mas o que solitariamente o catolicismo/universalismo em suas muitas formas - sinarquica, islâmica, judaica, protestante, neopentecostal, entre outras – não possui?...”

Isso, em verdade, é muito simples.
Os movimentos universalistas, ou seja, monoteístas declarados ou não, buscam predominância absoluta, principalmente no campo de batalha sutil, mental, emocional ou psicológico, para se apossarem do que os povos originais, onde os mesmos vieram a nascer, em momento algum jamais vieram a ter.
Analisemos, antes de qualquer outra coisa, determinadas características de diferenciação simples e raras – nos dias de hoje – a beleza, a harmonia, o equilíbrio, a simetria, a grandiosidade, a grandeza, a inteligência e a resiliência:

- Significado de Beleza: Particularidade do que contém equilíbrio, simetria, grandiosidade, harmonia etc: a beleza de uma obra artística; a beleza de uma música; a beleza de um sorriso. Característica do que ou de quem provoca admiração e/ou de identificação (moral ou intelectual) por seu conteúdo: boas intenções de pensamento. Pessoa bela: sua filha é uma beleza. Característica, particularidade, caráter ou atributo do que é belo; expressão própria de belo; boniteza, encanto ou lindeza. Essência do ser ou daquilo que pode incitar uma sensação de êxtase; que desperta admiração ou prazer por meio dos sentidos: a beleza das sinfonias de Beethoven; aquela lasanha estava uma beleza.
- Significado de Harmonia: Proporção, ordem agradável à vista. Proporção, ordem agradável à vista.
- Significado de Equilíbrio: Ponderação, calma, prudência: equilíbrio de espírito. Estado de repouso de um corpo solicitado por várias forças que se anulam.
- Significado de Simetria: Harmonia resultante de certas combinações e proporções regulares.
- Significado de Grandiosidade: Qualidade de grandioso.Ato valoroso.
- Significado de Grandeza: Grandeza de ânimo, de caráter, de coração, magnanimidade, sublimidade, generosidade.Qualidade do que é grande.Autoridade, poder, majestade: a grandeza dos príncipes.
- Significado de Inteligência: Faculdade de conhecer, de compreender: a inteligência distingue o homem do animal.Compreensão; conhecimento profundo: ter inteligência para os negócios.
- Significado de Resiliência: Em psicologia, a resiliência é a capacidade de uma pessoa lidar com seus próprios problemas, vencer obstáculos e não ceder à pressão, não importando qual for á situação.


Logo claramente observamos que, no que tange ao atributo Beleza, o qual não deixa espaço para interpretações pessoais, fica factualmente expresso que o que é Belo será Belo em qualquer lugar, independente das suposições pessoais de cada um, pois da mesma forma que a verdade é Única, havendo conflito de interesses unicamente por causa dos pontos de vista de cada pessoa - ao observar a verdade - serem mais privilegiados - ou menos privilegiados - estando algumas pessoas que presas a seus erros pessoais, havendo aqueles que estando em excelentes pontos de observação, podem vir a enxergar completamente a verdade, o mesmo se dá com a Beleza e com o que é Belo!
Beleza é um atributo Divino, Universal e Objetivo.
Notemos que os gregos descobriram o número de ouro, uma relação de proporções que obedece a uma escala constante. Seu padrão é uma relação de um lado com dimensão "1" e o outro com dimensão "1.618"(...) ou "0.618"(...). Apesar de ser um número importante na natureza, também não é o único, havendo as escalas decimais, a relação de 0,7, entre outras. De certa forma, apesar da predominância de alguns números constantes, pode-se constatar que para diversas espécies há uma proporção específica que poderá gerar a "beleza" orgânica (formas, sons, cores...). Então, a beleza é uma função constante no universo, manifesta em qualquer momento onde haja menores níveis de entropia, ou ainda, uma tendência da organização do universo em direção a elementos proporcionais, relacionando-se desta forma, à harmonia como elemento de composição do real.
Porém a Beleza é a característica de diferenciação que mais facilmente pode ser simulada – até um determinado ponto - inclusive e principalmente nos dias atuais.
A Inteligência, a qual como vimos acima pode ser definida como a capacidade mental de raciocinar, planejar, resolver problemas, abstrair ideias, compreender ideias e linguagens e aprender. É mais difícil de ser simulada, porém os hipócritas das salas de aulas modernas, aprenderam a usar de canudos de mestrado, término de cursos e doutorados, completamente estéreis, para se vangloriar de forma efêmera de suas supostas conquistas, as quais usam em total canalhice, para espalhar sua demência como forma de sapiência, ampliando desta forma tanto a corrupção como as doenças sociais, no processo.
Já a Resiliência, a qual é um conceito psicológico emprestado da química, definida  como a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, ou como diria Sabbag (2012):
"...Resiliência é competência de indivíduos ou organizações que fortalece, permite enfrentar e até aprender com adversidades e desafios. É uma competência porque pode ser aprimorada: reúne consciência, atitudes e habilidades ativadas nos processos de enfrentamento de situações em todos os campos da vida...".
Esta é a única característica ou marca de diferenciação, que não pode ser simulada, não importa quanto seja feito esforço com este intento.
Qualquer povo ou pessoa que possua as Três Principais Características acima descritas – Beleza, Inteligência e Resiliência – é superior em todos os sentidos a toda e qualquer outra pessoa ou povo a sua volta, antes ou depois do mesmo, e é isto que vieram roubar dos povos brancos euro/asiático-descendentes, e pelo que mais anseiam, as egrégoras invasoras e os povos invasores.




Metodologias de Estupro Espiritual e Material
Como foi acima analisado, pudemos observar pelo que realmente anseiam os invasores – tanto materialmente quando sutilmente – e podemos tecer uma série de pensamentos a respeito dos efeitos disto.
Porém nos perguntamos, quais são os meios e modos, quais são as metodologias usadas para desencadear este tipo de evento bizarro?
Tratemos inicialmente de um sério e distorcido vetor, tachado de conhecimento – nunca o sendo – que é uma das principais formas de estímulo ao estupro espiritual, ou seja, tratemos da sinarquia, sionismo, israelismo britânico e efrainismo.
Os movimentos acima partem da divulgação aberta de dita superioridade de uma dita raça eleita (sionismo e sinarquia), da hipócrita suposição de que os povos britânicos venham a compor das supostas outras 10 tribos de israel - ditas como sendo perdidas – (anglo israelismo e sinarquia) ou da tola suposição que afirma que os que vem a se dissolver no catolicismo, no universalismo cristão, vem a fazer parte do que é citado como sendo “...raça eleita...” (efrainismo).
Este tipo de estupidez, que desconsidera o fato de que em Tel El Armana, anteriormente chamada de Akhetaton, foi o local onde o povo que se miscigenou sob o comando de um faraó incompetente que apelava para religião para dominar o povo que acreditou em seu inventado culto a um deu único, ou seja Akhenaton e o culto a Aton, e que logo depois disto no local para onde se retiraram após a queda de Akhetaton, fundaram em terras fenícias, sob a religião fenícia, a região chamada de Judah, e dali em diante nasceu o que é definido como povo judeu – sem mencionar o genocídio praticado por Josias e pelos Anciãos do Sanedrim, com o intuito de matar os sacerdotes politeístas da religião fenícia, e inventar um abraão, um moisés e uma religião similar a de Akhenaton, o chamado judaísmo.
Este tipo de estupidez desconsidera que somente após o infeliz contado dos gregos com os judeus, que descambou na guerra dos Macabeus, que gerou essênios e fariseus, veio a ocorrer a fusão de termos do conhecimento grego com os vícios de comportamento monoteístas, os quais resultaram no que depois foi chamado de movimento gnóstico e na geração da cabala.
Este tipo de estupidez desconsidera que o cabalismo por si só, em matéria de conhecimento, não possuí sabedoria alguma cuja fonte não seja politeísta ainda que profanada e adulterada pelo comportamento e desejos torpes dos que inventaram o monoteísmo, a cabala e o hermetismo que veio a descambar no hermetismo cristão – até porque este pensamento que tem muito do platonismo e pitarogismo em si, é relativamente novo e próximo demais do advento do universalismo, e sendo sincrético, é uma forma do mesmo sob alguns aspectos.
Assim, a combinação de vicissitudes tendendo ao universalismo, tendendo a dissolver cada uma e toda pessoa em uma massa ou rebanho, não pensante, trabalha causando aculturação, estupro e roubo de valores, símbolos, locais sagrados – como é o caso dos tempos antigos que foram derrubados e em seu lugar, foram construídos templos cristãos, católicos, islâmicos e outros – e apropriação do culto e seres cultuados pelo paganismo, deformando suas formas originais – os arquétipos primordiais em questão – e aculturando os mesmos para gerar santos e mártires cristãos, ou locais de adoração islâmica, como é o caso de Meca, onde os objetos de culto das três deusas ancestrais Allat, Menat e Al Uzza, foram roubadas por Maomé e usadas como símbolo sagrado da Kaaba da Cidade de Meca, e tudo que se referia ao mesmo foi adulterado pelo mentiroso e pernicioso culto monoteísta em sua face islâmica.
Isso sem mencionar o roubo anterior praticado pelos sacerdotes pré-sionistas, “...que pegaram o deus fenício EL, para inventar o nome do deus monoteísta AL, assim como o termo ELONIN, o qual significa o coletivo dos deuses fenícios, para se inventarem a palavra ELOHIM, que é O PLURAL DE AL, assim com o nome HELEL bem SHACHAR ( Helel, estrela da manhã, filho de Shachar, o Amanhecer), cuja tradição fenícia afirma que TENTOU ROUBAR O TRONO DE EL, NO CÉU, PORÉM FRACASSOU NO PROCESSO...”!
E mais uma vez contemplamos como funciona o comportamento nocivo e pernicioso destas egregoras invasoras, e como vieram originalmente a se inserirem em meio aos povos brancos euro/asiáticos, sendo que há um adendo que deve ser citado, para que as coisas sejam devidamente entendidas.
Quando Buslão, rei dos cazares, se converteu ao judaísmo no Século VIII, e forçou a conversão a força de seu povo – o qual era um povo descendente dos Hunos e miscigenado com povos eslavos brancos – veio a nascer a parte do povo judeu chamada de “...Asquenaze ou Ashkenazi...”, o qual se introduziu em massa na antiga região da Tcheco Eslováquia, principalmente na cidade de Praga, em meados de 906 da vulgar era cristã.
Pela lei judaica somente pode ser judeu ou judia, aquele ou aquela, que venham a nascer especificamente de uma mulher judia, e os filhos de homens judeus com mulheres não judias, são os citados servos ou escravos da torah, talmud e velho testamento, o que significa que em teoria, este povo asiático-eslavo não tem origem e similaridade genético nenhuma com os judeus formados pelos atos impensados de Akhenaton, porém que assumiram para si a egregora nefasta do monoteísmo, abandonando seus costumes e hábitos xamânicos originais, fato que veio a resultar, entre outras coisas, na artimanha para uso da lei talmúdica, no mesmo nível que Moisés Maimônides veio a fazer, para obter vantagens em vários sentidos.
Notemos que Maimônides levou doze anos para extrair todas as decisões e Leis do Talmude e organizar todos eles em 14 volumes sistemáticos.
O trabalho terminou finalmente em 1180, e foi denominado de Mishnah Torah , ou "...Código da Torá...".
Maimonides ensinou partes da Mishnah Torah que os “...gentios não são humanos...”, e é considerado o maior codificador e filósofo da história judaica.

Com freqüência ele é afetuosamente reverenciado como Rambam, depois das iniciais de seu nome e título, Rabenu Moshe Ben Maimon.
Porém vejamos o que Maimônides (Rambam), ensinava sobre salvar as vidas das pessoas, especialmente em relação ao salvamento das vidas dos gentios – pagãos ou seja, pessoas brancas - ou cristãos, ou, até mesmo, dos judeus que ousaram negar a “inspiração” divina do Talmude:
Maimonides, Mishnah Torah, (Moznaim Publishing Corporation, Brooklyn, Nova Iorque, 1990, Capítulo 10, Tradução inglesa) p. 184:
“Corretamente, se vermos um idólatra - gentil - sendo levado pelas águas ou se afogando num rio, nós não deveríamos ajudar. Se percebêssemos que sua vida corre perigo, não deveríamos salvá-lo.
O texto hebraico da edição Feldheim de 1981 da Mishnah Torah declara-o da mesma forma.
Imediatamente depois da advertência de Maimônides de que os judeus têm o dever de não salvar um gentil se afogando ou morrendo, ele nos informa sobre o dever talmúdico dos judeus em relação aos cristãos, e também em relação aos judeus que negam o Talmude. Maimonides, Mishnah Torah, (Capítulo 10), p. 184:
“...Todavia, é um mitzvah - dever religioso - erradicar os judeus traidores, minnim, e apikorsim, e fazê-los descer à cova da destruição, pois eles causam dificuldades para os judeus e afastam as pessoas de deus, como fazia jesus de nazaré e os seus discípulos e Tzadok, Baithos, e os seus discípulos. Que o nome desses maldosos apodreça...”

Para termos uma ideia do que realmente está sendo abordado em relação ao que está definido no Talmud, somente podemos recorrer ao mesmo, e a sua forma de pensar a respeito de não judeus:
No Schabbath (145 b), pode-se ler:
"Por que são impuros os goiym? Porque não estavam presentes no Monte Sinai. Porque quando a serpente se introduziu dentro de Eva, transmitiu-lhe a sua impureza. Porém os judeus foram purificados disso quando estiveram no Monte Sinai; porém os goiym que não estavam no monte Sinai, não foram purificados".
Schulchan Arukh, intitulado Biur Hetib:
"Uma mulher deve lavar-se novamente (ao sair do banho) se ver qualquer coisa impura, como um cachorro, um burro, o povo da terra, um cristão (akum), um camelo, um porco, um cavalo e um leproso".
Tratado Makkoh (7 b) se afirma que é culpado aquele que mata, "com exceção daquele que tentar matar um animal, mata por engano um homem, ou, ao tentar matar um goi, mata um israelita".
Orach Chaiim (225,10):
"Aquele que observa (admira) criaturas formosas, ainda que seja um akum ou um animal, deixe que diga: "Bendito sejas Nosso Senhor Deus, Rei do Universo, que colocaste tais coisas na terra".
Midrasch Talpioth (225 d):
"Deus lhes deu a forma de homens para a glória de Israel. Porém os akum foram criados com o único fim de servi-los (aos judeus), dia e noite. Nunca serão aliviados deste serviço. É o próprio do filho de um rei (um israelita), que os animais, na sua forma natural e os animais em forma de seres humanos estejam a seu serviço".
Orach Chaiim (57,6 a):
 "Se devemos lastimar os porcos quando sofrem de uma doença, porque seus intestinos são semelhantes aos nossos, com muito mais razão devemos ter compaixão dos akum quando se virem afligidos desta maneira".
Zohar (II, 64 b):
 "O rabino Abba disse: Se unicamente os idólatras mantivessem relações sexuais, o mundo deixaria de existir. Por isso é que se ensina que um judeu não deve entregar-se a estes ladrões infames. Porque se estes se propagarem em maior quantidade, será impossível para nós continuarmos existindo, por causa deles. Porque eles dão à luz crianças, da mesma maneira como cachorros".
Zohar (I, 28 b):
 "Era a serpente o animal mais astuto de todos quando havia feito o Senhor Deus sobre a face da terra, etc, (Gêneses, III, 1). Mais astuto que todos os outros animais, ou seja, os povos idólatras da terra. Pois eles são filhos da antiga serpente que seduziu Eva".
Zohar (I, 131 a):
"Os povos idólatras desde que existem sujam o mundo, pois suas almas provêm da parte impura".
Emek Hammelech (23 d) está escrito: "As almas dos ímpios provêm de Keliphah, que é a morte e a sombra da morte".
Zohar (I, 46 b, 47 a):
 "E ele criou todo o ser vivente, ou seja, os israelitas, porque eles são filhos de Deus, o Altíssimo, e suas almas sagradas provêm d'Ele. Porém, de onde provêm as almas dos gentios? E o rabino Eliezer disse: do lado esquerdo, o que faz com que suas almas sejam impuras. Portanto eles são impuros e tudo que tiver contato com eles fica contaminado".
A “...TORAH...”, ou seja “...O VELHO TESTAMENTO...”, ensina inclusive que todo não judeu é tudo menos um humano, e como tal deve ser tratado:
Yebamoth 61a:
"Foi ensinado: E, então, R. Simeon bem Yohai declarou que os sepulcros dos gentios – goyim - não produzem contaminação levítica por um “ohel” -permanecer ou se agachar sobre um sepulcro - porque foi dito: "Vós, pois, ó ovelhas minhas, ovelhas do meu pasto; homens sois..." [Ezequiel 34:31]; vocês chamam-se homens – que em hebraico significa Adã - mas os idólatras não podem ser chamados homens."
A lei mosaica estabelece que tocar em um cadáver humano ou um sepulcro contamina aqueles que o assim o fizerem. Mas o Talmude ensina aqui, que se um judeu tocar o sepulcro de um gentil, não se torna impuro, porque os gentios não são humanos – pois Adão é um termo usado para se referir apenas aos judeus, e os gentis ou akum são bestas perante o Talmud e a Torah.

Baba Mezia 114b:
Rabbah disse para ele: Tu não és um sacerdote? Então porque permaneces em um cemitério?
Ele respondeu: O Mestre não estudou as leis sobre a pureza? Porque foi assim ensinado que o rabino Simeon Ben Yohai disse: “...Os sepulcros dos gentios – pagãos, goyim - não contaminam, porque está escrito - em Ezequiel 34:31: “...Vós, pois, ó ovelhas minhas, ovelhas do meu pasto; homens sois – Adão... Apenas vós podeis ser chamados de homens - Adão...".

Berakoth 58a:
O rabino Shila aplicou açoites em um homem – Adão - que teve relações sexuais com uma mulher egípcia.
O homem foi denunciá-lo ao governo dizendo: Há um homem entre os judeus que emite sentenças judiciais sem a permissão do Governo.
Um funcionário foi enviado a ele, e ao chegar, lhe foi perguntado: Por que você açoitou aquele homem?
Ele respondeu: “...Porque ele teve relações sexuais com uma jumenta...”.

Assim, os povos que abraçaram esta “...filosofia espiritual...” a qual supostamente “...só pode ser herdada por prole direta de mãe judia...”, passaram a atuar de maneira a obter vantagem perniciosa sobre outros, e através de casamento de mulheres judias com homens não judeus, aumentaram em número a obtiveram o que não possuíam anteriormente, como aliás veio a ser o desejo prenhe de intenções da egregora nascida em Tel El Armana, sob a loucura religiosa e insensatez administrativa de Akhenaton.
Mas essa doença psicológica, material e espiritual não parou por aí.
Quando a decadência romana produziu a possibilidade das seitas nascidas do universalismo se espalharem e se tornarem uma ameaça a Roma como um todo, Constantino praticou um dos maiores crimes contra a humanidade e arquitetou o nascimento do Catolicismo – Universalismo em si mesmo – prenhe de todo doentio comportamento do monoteísmo, espalhando-se como uma doença e se alastrando para dentro das terras europeias, produzindo como ricochete os ecos torpes que se fizeram férteis nas cercanias de Meca, gerando o golpe político religioso – todo o asqueroso modus operandi do monoteísmo – ali chamado de Islã.
O islã, que se presta a ideia de absorver toda e qualquer pessoa para dentro de si, sob pena da erradicação dos que não quiserem isto para si – exatamente como o caso do catolicismo, cristianismo, neopentecostalismo, protestantismo e judaísmo por absorção da prole dos homens pelas mulheres judias – e infesta vários países com seus ideias torpes e hipócritas, procurando a conversão forçada pela espada, ou a conversão forçada através da pressão pela invasão em larga escala de estrangeiros em solo que não lhe é devido, e a partir daí a geração de uma prole descontrolada para vencer em números, e depois partir para a conversão pela espada ou erradicação de discordantes, usando da miscigenação entre euro descendentes e árabes e africanos, como porta para desencadear de forma efetiva quaisquer uma das duas vias de conversão, fato este que a mídia europeia, os políticos e empresários decadentes europeus – sustentados pelos Sheiks que os compram facilmente – tem defendido largamente.
Por um lado querem a miscigenação em larga escala pelo fato de que quando são capitalistas, querem uma geração imensa de compradores compulsivos e mão de obra barata (rebanho não pensante, em verdade), por outro lado quando são socialistas ou comunistas, querem uma imensa quantidade de nascimentos para produzir meios para supostamente sustentar a população que está envelhecendo, e que em realidade será usada para gerar uma produção barata e lucrativa em larga escala da qual o Estado se apropriará, e os políticos dos partidos comunistas ou socialistas que  controlem este Estado,  acumularão todo o lucro gerado por isto.
Os povos brancos, sobretudo os europeus, aumentaram seu padrão de vida e tiveram poucos filhos, tornaram-se uma opção que deve ser corrigida ou eliminada, pelas regras e objetivos verdadeiros do capitalismo, do comunismo ou do socialismo.
Por trás dos vetores físicos, econômicos e imediatos, usando-se da ganância e demais vícios como porta voz de seus torpes intentos, a egregora monoteísta a qual anseia pelos fatores de diferenciação que acima foram descritos, usando-se do universalismo sob suas múltiplas formas, procurou estuprar espiritualmente os povos que invadiu de uma forma ainda mais leviana.
No decorrer do tempo, uma das mais torpes formas de universalismo/cristianismo, foi gerada pela impensada, imprudente e gananciosa forma de obter lucro que foi usada durante a idade moderna e propiciada com o aparecimento das grandes navegações, ou seja o uso de escravos negros.
Notemos que Ahmad ibn Fadlan, no relato de sua viagem em companhia dos nórdicos em direção as terras setentrionais, em meados do ano 924 da vulgar era cristã, ficou chocado com a forma como os nórdicos – que ele erroneamente chamava de russ, supondo que eram russos – tratavam seus escravos.
Segundo Fadlan, os nórdicos possuíam escravos, como outros povos, porém eles desconheciam o uso do chicote e os alimentavam, os vestiam e os tratavam como membros da família, não os humilhando sem motivo algum.
Os celtas chegaram em certas ocasiões a usarem escravos, mas era menos comum.
Porém quando ocorreu o maior ato de violência contra grupos humanos em qualquer lugar da Terra - como foi acima já foi descrito - a invasão cristã e a conversão a força, os vícios do monoteísmo – ou seja do universalismo – invadiram o cotidiano europeu.
Desta forma, escravos negros capturados por outros negros, chicoteados por negros nos navios, vendidos por negros que nesses navios estavam e serviam de intermediários com os compradores, para alertá-los do comportamento, constituição física, tamanho ou hábitos dos negros capturados, foram levados para o continente americano e para a Europa – porém neste caso naquele período, com menor ênfase do que no caso Americano - e ali geraram o sincretismo religioso dos santos católicos com os deuses yorubas, ou da religião católica com os loas do vudu.
Sendo que a seguir, aproveitando-se primeiro do sincretismo e depois da miscigenação que pouco a pouco ocorreu com uma parcela da população, que privada de seus hábitos originais, privada de seus deveres para com seus clãs de origem, privada de sua honra e de sua tradição e religião ancestral, estuprada espiritualmente pela nefasta presença do universalismo em todas as suas formas, “...começou a servir de corpo hospedeiro...” para outras formas de intrusões além da viciosa doença original monoteísta.
O sincretismo deu passagem para a absorção dos povos euro/asiáticos brancos para dentro da egregora dos cultos africanos, e esta egregora e seus deuses os receberam de braços abertos, pois puderam ter acesso direto as três características de diferenciação, de uma forma que anteriormente lhes era impossível e inclusive proibida.
Sabendo-se que a exceção do Egito de dinastias como as de Queóps ou de Tuthmosis, quase todas as demais localidades africanas estavam confinadas ao estado similar ou muito próximo ao da idade da pedra, com exceção daquelas que foram influenciadas pela proximidade com o próprio Egito, e que em geral a família real egípcia era endogamica, com o claro intuito de manter protegida a herança que lhe dava proeminência e predomínio, ou seja, as três caraterísticas de diferenciação, fica então totalmente claro o intento sutil do estupro espiritual que ora via islã, ora via tradição yoruba ou vudu, foi e é praticado contra o povo euro/asiático branco.
Através do candomblé ou da umbanda, através do vudu ou de sua via hermética chamada de vudu gnóstico, e principalmente através de sua via física, a miscigenação racial, o acesso a corpos e mentes diferentes do que haviam podido anteriormente usufruir foi criminosamente liberado.
Se observarmos a talvez única contribuição com alguma utilidade proveniente da demência monoteísta, ou seja, o conceito posterior de demiurgo posterior ao conceito socrático e platônico, obteremos alguns pontos de vista muito úteis e que nos esclarecerão muitos dúvidas, trata-se do termo “...arconte...”.
O termo Arconte “...do grego αρχων...” o responsável por um arkhê/cargo,  era o título dos membros de uma assembleia de nobres da Atenas antiga, que se reuniam no arcontado, este termo foi reaproveitado pelos gnósticos para denominar  qualquer um dos seres que foram criados juntamente com o mundo material por uma divindade subordinada chamada o Demiurgo ou Saclas.
Os gnósticos eram dualistas religiosas, que consideraram a matéria como má e o espírito como bom e que a suposta salvação somente seria alcançada através do conhecimento esotérico, ou gnose, e como consideravam o mundo material como definitivamente mal ou como o produto de erro, os arcontes eram vistos como forças maléficas a serviço de Saclas.
E embora tudo isto tenha sido originado de uma combinação de mentiras religiosas com conhecimento adulterado, prenhe de ódio induzido contra o paganismo, a construção da egregora que serviu de base para que o miasma adorado como deus pelo universalismo, pudesse se espalhar, causou um advento impensado, mesmo pelos pseudo pensadores monoteístas.
Que o sincretismo religioso, forma opcional do monoteísmo quando não pode erradicar completamente o politeísmo de algum povo, para verter a vitalidade dos adoradores completamente em direção ao grande miasma – similar a um estômago dilatado sempre esfomeado – ao gerar os santos e mártires cristãos – como foi acima descrito – veio a dar passagem para os deuses africanos e para tudo que é arrastado pela passagem dos mesmos, para que se fixassem nas mentes, corpos e almas dos povos euro/asiáticos brancos.
Não que fosse algo planejado e nem que tenham previsto que seus assim chamados anjos do cabalismo viessem a ser usados por outros religiões, como uma roupa ou vestimenta, que dá acesso simultâneo e imediato de duas vias. Porém que estes anjos cujo nome normalmente são compostos de uma palavra em hebraico terminada pelo termo hebraico “...EL...” – acima já descrito – que implica por exemplo em “...deus do poder ou poder de deus...” (“...Gabri-EL...”), ou “...deus da cura ou cura de deus...” (“...Rapha-EL...”), os quais são invenções usadas pela egregora que servem de pilares para a mesma, e que vieram a servir de base para a composição do que foi denominado de “...santos...” pelos cristãos, e daí via o sincretismo, porta para o termo usado na umbanda e no candomblé “...santo de cabeça...” – por exemplo o dito São Jorge e o orixá Ogum (embora este termo seja incorreto pois orixá é o ORI/pessoa/cabeça (a cabeça da pessoa) unida ao AXÉ/Força/Deus/Deusa).
E sendo que os chamados protestantes, neo-pentecostais, mórmons, testemunhas de jeová (aliás o termo jeová não existe, isso é só uma corruptela do temro hebraico yaveh, o qual é um plágio do termo romano Joveh, um título do deus romano Júpiter), entre tantos outros efrainistas, sinarquistas, sionistas e israelitas britânicos, apesar de tentarem afirmar somente os católicos como sendo porta de politeísmo e paganismo, ainda sim celebram o dia 31 de outubro – Samhain ou Hellowin do paganismo – data escolhida a dedo por Lutero para postar na porta de uma Igreja seu manifesto protestante, e dão nomes hebraicos e bíblicos a seus filhos, em homenagem a supostos profetas e mártires judeus, retratando ditas virtudes como coragem, amor, defesa e guerra, num exato exemplo da adoração que os pagãos perfazem ao denominar seus filhos com nomes ligados a seus deuses do amor, coragem, defesa e guerra.
Em outras palavras, os protestantes estão inexoravelmente presos ao ciclo de uso do sincretismo e dele não podem escapar, por maior que a carapaça externa possa parecer.
E com o advento do multiculturalismo, a presença “...mismática...” do monoteísmo e dos seres que estão fazendo uso do mesmo, sem se importar com o que tenha ocorrido com seus adoradores, pela possibilidade de usufruir das três características de diferenciação, é cada vez maior e cada vez mais presente em meio aos euro/asiáticos brancos e seus descendentes.
E por fim, graças as formas de propaganda, de mídia e de aculturação, proveniente diretamente da adulteração que tem sido divulgada em larga escala como forma de suposta cultura ou suposto conhecimento, o multiculturalismo (uma das mais conhecidas vias do universalismo) tem dado seu passo final, com o intuito de se aproveitar e se apoderar completamente da herança e das características de diferenciação que pertencem aos descendentes de euro/asiáticos brancos.
Agora a egregora monoteísta, a egregóra africana,  Saclas em suas muitas faces e os Arcontes em suas muitas faces, não estão mais apenas interessados em absorverem pessoas euro/asiáticas brancas.
Agora pessoas que não tem a mais remota parcela de herança genética ligada ao Folk Euro/Asiático Branco, clamam por serem aceitas dentro da tradição religiosa ancestral dos Euro/Asiáticos brancos.
E quando os supostamente citados asatruars e odinistas universalistas os aceitam, eles causam a presença forçada dos Axés Yorubas e dos Loas do Vudu, dentro das cerimônias e ritos setentrionais ( a mesma situação pode ser descrita com os ritos e cerimônias de celtas, druidas, gregos, eslavos e outros povos europeus ou asiáticos do folk branco).
Os ditos não universalistas, afirmam que somente é necessário tribalizar alguém, para impedir que os efeitos nefastos acima ocorram. Ou seja, que se a pessoa jurar que não vai praticar sincretismo, e nem quebrará seus votos com os deuses nórdicos (as demais religiões euro-asiáticas do folk branco, estão incluídas aqui), poderá entrar para a tribo e “...afirmar os ancestrais do folk branc como sendo seus ancestrais...”!
Sabemos que geneticamente isso é impossível.
Sabemos que atavicamente isso é impossível.
Sabemos que a única forma de algo assim não corroer o sistema, seria o caso de uma só pessoa, que ao se casar com alguém do folk branco isento de monoteísmo, no decorrer de várias gerações, diluísse ao ponto mínimo a presença do miasma monoteísta ou a presença dos Loas do Vudu ou dos Axés do Yoruba – lembrando sempre que no Vudu Loa quer dizer antepassado, ou seja, esta opção é inválida em todos os sentidos, e sendo que no candomblé e sistema Yoruba os Éguns, espíritos dos antepassados é algo muito forte, tendo um culto específico ligado a cidade de Oyó, esta opção é impossível, e simplesmente causará apenas devastação na vida de quem dela se servir.
O que simplesmente a derivação direta do miasma universalista produzirá será uma forma de sincretismo, que no decorrer do tempo substituirá ambas as tradições (tanto a africana, seja de que tipo for, como a europeia, seja de que tipo for) por algo que sirva de porta para o conceito de globalização, universalismo e em verdade catolicismo, que porém será muito bem vindo pelas formas de seres que ambicionaram usufruir das marcas de diferenciação ou do que pudessem se servirem das mesmas, pois é fato que por milhares de anos de sua predominância em meio a quase todo o território africano (como acima já foi citado), a maioria deste território ficou atrelada ao modelo de desenvolvimento da idade da pedra, do uso em larga escala de escravos, e da ausência de desenvolvimento de formas de sutileza ou crescimento.







Conclusão
Como foi visto acima, o multiculturalismo, globalização e o monoteísmo são formas odiosas e hediondas de erradicação especifica da cultura, da tradição e do povo euro/asiático branco.
Nada de bom foi conquistado através de nenhuma dessas marcas de universalismo, e nenhuma forma de degradação e decadência que tenha ocorrido no mundo todo, passou sem que sua origem tenha sido desencadeada pelo universalismo, seus nomes, vícios e meios de atividade.
Não se pode exigir de alguém que abra mão de seu povo em favor de outro, pois isso é tão impossível quanto é torpe.
Não se poder permitir que se perca tudo que foi desenvolvido, produzido e conquistado pelo folk euro/asiático branco, e que o mesmo venha a desaparecer da face da Terra, pelos estratagemas e artimanhas visíveis e invisíveis usados pelo monoteísmo e seus aliados, diretos ou indiretos.
Aceitar o que não é do folk em meio ao mesmo é uma ofensa ao Folk, é uma ofensa ao chamado “...Inner Guard...”, e é a melhor forma de destruir o próprio Folk, pois um povo deve honrar seus ancestrais pelos seus descendentes, e deve honrar seus descendentes através dos seus ancestrais, e não pode em momento algum escapar disto.
E da mesma forma que Ríg gerou as três castas e fixou a possibilidade de acesso além das mansões de descanso ou de punição de Helgard (conforme o caso e honra de cada pessoa) apenas para uma delas, isso deve deixar bem claro como deve se comportar o povo que anseia por esta possibilidade de acesso superior, pois se foi necessário engendrar três castas, claro está que perante Heimdall os ditos humanos não são todos iguais, que não são todos nobres, que não podem se comportar a esmo e esperar não serem feridos por seus atos desonrados, e que ao desdenhar das regras de Ríg, somente podem esperar o destino dos que não fazem parte do caminho dos nobres em direção a Aesgard, e isso para si próprios e para seus descendentes que não estejam dentro do idela do Folk, por comportamento e desonra ou por inviabilidade causada por não terem as três marcas ou características de diferenciação.


Bibliografia

Our Troth: Living the Troth Kveldulf Gundarsson
Moisés e Abraão jamais existiram: Neils Peter Lemche;
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Havamal em português, Clã Falkar;
An Introduction to the Germanic Tradition, Edred Thorsson;
Tanakh, a bíblia judaica;
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Cabala Mística, Dion Fortune;
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Bíblia,
Dignitatis Humanae – I.C.A.R.

ESTADO LAICO NÃO É ESTADO ATEU E PAGÃO -
Ives Gandra da Silva Martins e Antonio Carlos Rodrigues do Amaral

Da República - Cícero
Crítica da Filosofia do Direito de Hegel- Karl Marx
O Anti Cristo – Nietzche
Assim falou Zaratustra – Nietzsche
Edda em Prosa - Snorri Sturluson;
Edda Poétic - Snorri Sturluson;
Hävamäl;
Dicionário Aurélio do Português;
Sagas Islandesas: A Saga dos Volsungos, Theo de Borba Moosburger;
Galdrabok, Edred Thorson;
O Talmud Desmascarado - Reverendo I. B. Pranaitis
Os Sete Sermões aos Mortos – Carl Gustav Jung
Sobre el paganismo - Alain de Benoist
Brasil Colônia de Banqueiros – Gustavo Barroso

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http://www.fcsh.unl.pt/media/reportagens/o-celtismo-e-as-suas-repercussoes-na-musica-na-galiza-e-no-norte-de-portugal_3
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http://mankindgreatshift.blogspot.com.br/p/rev-moon-foi-chamado-por-jesus-cristo.html

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http://a.harappa.com/content/technological-choices-and-lithic-production-indus-period-case-studies-sindh-pakistan
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http://www.mohenjodaro.net/index.html
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http://blacksandsfilm.wordpress.com/bactria-margiana/
Bulling Religioso
http://www.dgabc.com.br/News/5949234/professora-evangelica-prega-em-aula-e-aluno-sofre-bullying-na-escola.aspx
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Crania Aegyptica
Maimonides, Mishnah Torah, (Moznaim Publishing Corporation, Brooklyn, Nova Iorque, 1990, Capítulo 10, Tradução inglesa) p. 184
Ancient Egypt: Her monuments, hieroglyphics, history and archaeology (1844 George Gliddon)
Eusébio de Cesareia, Crônica, 67, Os príncipes (arcontes) de Atenas, que governaram por toda a vida



2 comentários:

  1. A Maçonaria Seita Judaica – L. Bertrand (Traduzido por Gustavo Barroso) @ http://www.4shared.com/office/WchIlFM5/A_Maonaria_Seita_Judaica_-_L_B.html

    Os Conquistadores do Mundo – Louis Marschalko @ http://www.4shared.com/office/mpxwyQtT/Os_Conquistadores_do_Mundo_-_L.html

    Judaísmo, Maçonaria e Comunismo – Gustavo Barroso @ http://www.4shared.com/office/SRzfF8Hp/Judasmo__Maonaria_e_Comunismo_.html

    A Invasão dos Judeus – Mario Saa @ http://www.4shared.com/office/dl7ajRa6/A_Invaso_dos_Judeus_-_Mario_Sa.html & http://www.4shared.com/office/yuK8JGVq/A_Invaso_dos_Judeus_-_Mario_Sa.html

    E a Guerra Continua – N. Toedter @ http://www.4shared.com/office/dNj0pukj/E_a_Guerra_Continua_-_N_Toedte.html

    Quem Escreveu O Diário De Anne Frank – Robert Faurisson @ http://www.4shared.com/office/pumCAVS7/Quem_Escreveu_O_Dirio_De_Anne_.html

    Eram Inocentes – C.W. Porter @ http://www.4shared.com/office/mnT10bdI/Eram_Inocentes_-_CW_Porter.html

    A Implosão da Mentira do Século – Siegfried Ellwanger Castan @ http://www.4shared.com/office/m-A0f_51/A_Imploso_da_Mentira_do_Sculo_.html

    O Catolicismo Traído – Siegfried Ellwanger Castan @ http://www.4shared.com/office/zrFiNSym/O_Catolicismo_Traido_-_SA_Cast.html

    O Livro Branco Sobre a Conspiração Mundial – Sérgio de Oliveira @ http://www.4shared.com/office/IHyH1NN_/O_Livro_Branco_Sobre_a_Conspir.html

    Os Magnatas do Tráfico Negreiro – José Gonçalves Salvador @ http://www.4shared.com/office/tKGJsdc7/Os_Magnatas_do_Trfico_Negreiro.html

    Os Genocidas do Século XX – Sérgio Oliveira @ http://www.4shared.com/office/z3g9LciT/Os_genocidas_do_Sculo_XX_-_Srg.html

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  2. Interessante, verificarei os links assim que possível, obrigado pelos mesmos!

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