sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Ymir e Galdr


Ymir e Galdr



Por Thul Alger





Introdução
Este texto abordará a essência da etimologia de Ymir, e o que estando oculto na mesma acaba por ser uma resposta a muito procurada, dentro da tradição nórdica, para muitos questionamentos, vindo a ser uma ferramenta esquecida ou relegada, mas extremamente útil à todos que tenham ficado atentos a mesma.










Índice

Capa e Introdução.............................................................................


Sobre a etimologia e seus segredos...............................................


Sobre as runas e os pequenos segredos ocultos nas mesmas...


Conclusão..........................................................................................


Bibliografia.........................................................................................


   





Sobre a etimologia e seus segredos

Ymir é um termo que vem do germânico “...iemo..”, significando  gêmeo ou hermafrodita, porém este proto gigante guarda em si alguns pequenos segredos, muito interessantes.
Observando a descrição nórdica sobre a formação do universo e dos muitos mundos, veremos que dentro do vácuo do “...Ginnungagap...” – abismo -  o derretimento do gelo proveniente em Nifhelheim, presente inclusive nos Onze Rios quase congelados - o Élivágar -  colidiu com as faíscas que eram geradas pelo calor e fogo crescente de Moudspelheim, e produziu um ser de tamanho incomensurável chamado Ymir (cuja tradução também pode significar “...O primeiro...”).
Este ser se alimentava do leite de uma criatura chamada Audhumla, muitas vezes chamada de “...Vaca sem Chifres...”, que surgiu após a geração de Ymir, ou mais precisamente,  no mesmo momento da mesma reação, sendo que talvez Audhumla simplesmente seja uma outra forma de ver os lampejos de fogo de Moudspelheim derretendo os rios de Nifhelheim, e este derretimento contínuo seja a fonte de existência de Ymir.
E este foco de derretimento libertou um ser chamado “...Buri...” – o Imenso – do Gelo de Nifhelheim, que veio a ser o ancestral de todos os “...Ases...”, o primeiro “...As...” ele é chamado.
Ymir é o progenitor de ”...Þruðgelmir...” e avô de”... Bergelmir...”, o qual é citado como ancestral geral de todos os “...Jötnars...”.
Os “...Ases...” – Ve, Wili e Odin - filhos de “...Bor...” – o qual é filho de “...Buri...”, que igualmente a Ymir, era hermafrodita – com a filha do Jötnar “...Bolthorn...” mataram Ymir, e do seu sangue que afogou muitos dos Jötun, o Oceano foi gerado, e de seu crânio a abóbada do céu foi forjado, sendo que de seu corpo a Terra foi criada.
Porém há uma outra concepção oculta em meio as próprias raízes etimológicas do nome de Ymir.
Ymir em verdade provém do vermo “...Ymja...” o qual significa “...Som...”, e observando o núcleo de Nifhelheim, encotraremos o “...Hvelgermir...” – “...Géiser, Círculo, Anel ou Fonte...” que “...Ruge...” – coisa que não passa despercebida observando os nomes de ”...Þruðgelmir...” – Poderoso Rugido – e de”... Bergelmir...” – Malígno Rugido.
Agora, indo nas profundezas dos segredos que a etimologia pode nos oferecer, quando nos dedicamos a desvendá-los, como pode ser verificado, o termo baugr - ring, círculo ou anel – é adjunto em old norse ao termo hringr - circle , círculo ou roda – e isto torna a ambos muito próximos e sinômimos em verdade de uma palavra que é muito difícil de ser corretamente traduzida no old norse, mas que signigica igualmente “...círculo ou roda...”, ou seja o termo “...hvel...” – em inglês whell - que dá igualmente vínculos com a concepção de “...fonte ou nascente...”.
Associado a isso termos o termo em Old Norse galdr, que é uma palavra a qual deriva de um termo para encantamento ou canto, ou seja o termo “...gala...” - Antigo Alto Alemão e Inglês Antigo: galan - com um sufixo indo-europeu-tro, sendo que no antigo alto alemão, o sufixo “...stro...”, acaba gerando Galster.
A decorrência da linguística acaba gerando o termo “...gealdor...”, que no Inglês Antigo vem a ser o termo “...Galdor...” e bem como “...äldre...”, o qual defini "...feitiço, encantamento, bruxaria...", guardando vínculos imediatos com o verbo “...galan...”, significando portanto "...cantar...”.
Relacionadas, portanto com termo “...giellan...”, o verbo ancestral para o termo moderno em inglês para gritar, e também com o “...gala að...” islandês, que é o verbo "...cantar, gritar, gritar...", o qual é o termo “...Gillen...”, da língua holandesa.
Em antigo alemão termo “...galstar...”, e no alto alemão “...Galster...” , o qual siginifica “...canção e encantamento...” – como citado em Konrad von Ammenhausen Schachzabelbuch 167b - sobrevivendo em alemão moderno no termo “...Galsterei, o qual siginifica feitiçaria, assim como em Galsterweib, que siginifica bruxa...”.
Germir implica em “...fervente ou reverberante...”, no sentido de algo que continuamente está atuante ou simplesmente possúi um som estrondoso.
Uma vez que o Veneno que dá poder de Vida, nascido no mundo da Morte da terra da Escuridão ou Neblina, com é o caso de “...Nifhelheim...”, para gerar o primeiro Jotun, Ymir, e sendo os Nibelungos citados como sendo os “...Niflungr...”, cuja tradução simplesmente é “...habitantes de Nifel...”, aqueles que vem de “...Nifheleheim...”, os mesmos não podem ser os mesmos anões que são citados como tendo nascido dos vermes que brotaram do corpo de Ymir - após os Aesires o terem eliminado, na primeira guerra Jotun/Aesir – ou são estes contudo diferenciados em grau de potência, com a habilidade para expandir o uso do veneno dos Waurms de Hvelgermir, dentro de sí mesmos, expondo então sua natureza “...serpentforme...”.
Devemos nos lembrar ainda mais enfaticamente, que o primeiro deus, Buri, estava dentro do veneno congelado de Nifhelheim, e somente foi solto no pós encontro das chamas de fogo expansivo de Muspelheim com Gelo constritivo envenenado de Nifhelheim.
Do centro do Veneno veio Buri – cujo nome é de tradição incerta por vezes aceita como sendo “...Imenso ou Produtor...” - e de Buri veio Bor, o qual desposou Bestla, mãe de Hoenir, Lodur e Wotan, e sendo que a presença do fogo de Muspelheim causou movimento no Veneno que deu a habilidade de locomoção ao mesmo, gerando os rios, que encheram Gnnugagap, e depois que engendraram Ymir, o que nos leva a supor se o poder imenso presente em Buri, em Bor e nos netos de Buri, os Aesires, não lida diretamente com a presença da quantidade deste “...Veneno...” dos “...Waurms...”, que está claramente em atividade conjunta com o fogo de Muspelheim, tanto por haver movimento quanto pela descência materna dos Aesires.
Aplicando a isso o fato de que, segundo a tradição setentrional como foi acima citado no texto Gylfafinning, onde é dito que “...são incontáveis as serpentes que habitam em Hvelgermir e no Elivagar...”, sendo portando a fonte do poder ou veneno das águas dali, as próprias serpentes, que são geradas pela existência de Nifhelheim, sendo os próprios e naturais habitantes da terra da escuridão e por vezes da morte – como é citado em alguns textos, que veem a Nifhel como o reino de Hella, tendo o Hel simplesmente como sua área capital, e noutros casos sendo o Nifhel o próprio mundo dos mortos subdividido em 9 níveis, tendo sido reservado para os desonrados o Nastrond, onde são literalmente “...fervidos no veneno dos Waurms de Nifhelheim...”.
O termo “...Ymja...”, por sua vez, sendo um verbo significa "...Uivar ou Ressoar...”', que tem as seguintes formas Formas derivadas  : “... umðu , ymja e Ymir ...”
Curiosamente a tradição védica aponta a existência da deusa primordial “...Vac...”, a qual é representada como sendo uma Vaca divina, cuja tradução exata de seu nome é “...Discurso...” – assim como pode ser observado na raiz etimológica sânscrita, onde “...vac...” é traduzida como “... falar, dizer ou como sinônimo para o termo Absoluto ...”, e o termo absoluto é uma descrição para Brahman - pois das palavras proferidas por ela, o universo ganhou existência, inclusive o Brahman, e na tradição Persa – e notamos que Ariani é o nome pelo qual os Persas originalmente chamavam-se uns aos outros, e que ario é um termo para as migrações e castas dominantes na índica, ligando-se aos povos que originalmente migraram e se expandiram pelo mundo, dominando povos e aproximando-os de suas tradições pessoais, como é o caso dos “...Gutianos...”, os mais antigos ancestrais dos Godos, os quais são segundos a história o primeiro povo a cultuar Odin sob o nome do Gaut.
Assim sendo, notamos que o encontro de fogo e gelo gerou um “...som...” imenso e original que reverberou por todo o abismo vazio de “...Gnnugagap...”, e continuamente alimentado pelo fluxo de fogo e gelo, desprendeu algo que estava no fluxo de Ninfhelheim, e o que está em Nifhelheim está submergido no “...veneno...” dos “...Worms...”, e lida diretamente com o fluxo do “...Hvelgermir...”, a “...Fonte que Ruge...”, a fonte que produz “...som...”.
Quando um mestre de “...Galdr...” pratica suas artes, ele está simplesmente fazendo “...eco...” do uso do que provem do proto universo ainda não formado nos parâmetros que hoje usamos, e que foi moldado por reverberação, em escalas sonoras ou de vibração, como é o caso da “...Teoria das Cordas...”, usada em física quântica e outras modalidades da física moderna, que define sub dimensões e outros universos, passagens ou “...holes...” teóricos entre estas dimensões, e que explana sobre o universo, retratando-o como forças em constante vibração e oscilação, ou seja, em “...constante reverberação...” – “...Constantemente Rugindo...”.
Esta importância do “...som...” pode ser vista na presença quase constante dos “...skalds...” e “...bardos...” da tradição nórdica e céltica, e da ideia de uso do som escrito ou cantado, para ocorrer a sintonia com as ondas de vibração que estão por trás do universo visível aos de mente anuviada, para que esta ressonância cause como produto final o efeito no plano físico, de forma que seja tão denso que até mesmo os anuviados percebam sua existência.
A esta ciência de produzir ressonância com as ondas de vibração e oscilação que regem os mundos, nós chamamos Magia.




Sobre Runas e os pequenos detalhes ocultos nas mesmas




A runa Fe (Old Norse fé ; Inglês Antigo feoh ) representa o som do f  no Futhark Young e demais alfabetos Fuþorc. Seu nome significa "... de riqueza..." , cognato para taxa em Inglês com o significado original de "...ovelhas..." ou "...gado..." (DutchVee , alemão Vieh , pecum latim, sânscrito pashu ) .
A runa deriva da reconstrução do proto germânico * Fehu no Elder Futhark , com o significado original de "...dinheiro , gado, riqueza..." .
Uruz no Elder Futhark tem o som da letra “...u...” e significa "...boi selvagem..." ou  Uram “...água..." . A palavra islandesa para "...chuva..."  e a palavra do Inglês Antigo para "...auroque..." retornam a duas palavras proto-germânicas provavelmente tendo a mesma raiz. O auroque é preferido por autores de sistemas de adivinhação rúnicas modernos, mas ambos são possíveis, em comparação com os nomes das outras runas : e o alfabeto gótico parece apoiar " auroque " .

A Runa runa é chamada Thurs – antigo termo nórdico para gigante, a partir de um termo germânico comum reconstruído “...thurisaz...” - nos poemas de runas islandês e norueguês. No poema anglo-saxão, esta runa é chamado de “...espinho...”, que é de onde o nome da runa “...þ...” deriva. Ele é transliterado como þ , e tem o valor de som de uma fricativa dental surda (o som Inglês de “...th...” como na palavra “...thing...”).
A runa é uma adoção da carta Latin D (enquanto o d runa tem a sua forma a partir de uma variante Itálico da carta san ) . É ausente das primeiras inscrições Vimose , mas encontra-se no Thorsberg chape inscrição , de até ca . AD 200.
Thurs é um termo para os gigantes na mitologia nórdica . e “...Tursas...” também é uma entidade perigosa e imensa na mitologia finlandesa - Finlândia foi conhecida como a terra dos gigantes “...Jotland...” em escandinavo / mitologia germânica e nórdica .
Thurissaz expressa que o poder de Thor e o poder dos Jötnars é o mesmo, por um lado quando observamos friamente esta runa, porém uma vez que o primeiro poder gerado pela ressonância de Moudspelheim e Nifhelheim foi o Jötnar Ymir, o qual é o “...som...”, isso também define que “... Thorn, Thurissaz...” é uma expressão do primeiro poder gerado pela fusão “...fogo e gelo...”.

Ansuz é o nome convencional dado a uma runa do Elder Futhark , o nome é baseado no termo germânico ansuz, o qual significa “...um deus...”.
No poema Rúnico Norueguês, “...OSS...” é dado um significado de "...estuário...", enquanto nos países anglo – saxões, “...OS...” tem o significado latino de "...boca..." . a Runa do Younger Futhark é transliterado como para distingui-lo da nova runa “...ár...” ​xxxxxxx.
Desde que o nome de um é atestada no alfabeto gótico como ahsa ou aza , o nome germânico comum da runa pode, assim , quer tenham sido ansuz    "deus" ou  “...ahsam..." orelha (de trigo) " .
Ansuz deve lembrar a todos que venham a querer usar desta runa que “...o primeiro Ansus foi Buri...” e que este poder é antecessor as forças geradas do “...som...” – ou seja de Ymir – e que “...Ansus...” era uma matéria viva dentro do gelo de Nifhelheim, isso significa que era uma força venenosa proveniente de “...Hvelgermir...” e em seu ponto de origem – Buri – aparentada com os Niflungr, ou Wörms, e mesclada a fusão “...fogo e gelo...”, presente nos Jotun, via a descendência que nasceu de Bör e Bestla.
Raido  “...passeio, viagem..." é o nome Proto- Germanico reconstruído desta runa do Elder Futhark. O nome é atestada pela mesma runa em todos os três poemas de runas , norueguês antigo Ræið, islandês Reid, Anglo - Saxão Rad.

Kennaz é chamada Kaun , tanto nos poemas rúnicos da Noruega quanto da Islândia e  significa " úlcera " . O nome do proto-germânico reconstruído é * Kaunan . Ele também é conhecido como Kenaz “...tocha...”), baseado em seu nome anglo-saxão.
Esta runa representa o calor e a engenhosidade que pode ser usada para gerar fogo.

Gyfu é o nome para a runa de som “...G...”, no poema anglo-saxão, e  significa "...presente..." ou "...generosidade...", a mesma runa também aparece no Futhark mais velho , com um nome sugerido Proto -Germânico * Gebo "presente"

Poema Rúnico Anglo - Saxão:
Gyfu gumena BYTH gleng e herenys , wraþu e wyrþscype e wræcna gehwam ar e ætwist , de byth oþra leas .
Tradução:
Generosidade traz crédito e honra , que suportam a dignidade ; ele fornece ajuda e subsistência a todos os homens quebrados que são desprovidos de qualquer outra coisa .
Também é citado que “...um presente – Gyfu - exige outro...” no Hävamäl, e isso significa que ao se utilizar desta runa uma força equivalente deve ser dada para conseguir algo, e que mesmo ao se usar do Galdr e de possíveis oferendas, tudo deve ser feito de maneira que algo a ser ofertado tenha o mesmo peso do que será ganhado.

Wynn ou Wunjo, é uma letra do alfabeto Inglês Antigo , onde é usado para representar o som / “...w...” . A denotação da runa é " alegria, alegria ", conhecido do poema anglo-saxão runa:

Ƿ Enne bruceþ , de Can ƿeana lyt  Sares e sorge e ele sylfa hæf Blaed e Blysse e eac byrga geniht . [Linhas 22-24 no poema Runic anglo-saxão ]
Tradução:
Quem usa não conhece nem dor, nem tristeza , nem ansiedade , e ele mesmo tem prosperidade e felicidade, e também abrigo suficiente.





* Haglaz ou Hagalaz * é um termo Proto- Germanico cujo som é “...h...”, e que significa " “...hail..." ( a precipitação ou granizo ). No Fuþorc anglo-saxão , ele aparece como “...hægl...” e no Futhark mais novo como “...hagall...”, sendo que em gótico é “...HAGL..>” .
Old Icelandic
Hagall er kaldakorn ok krapadrífa ok Snaka Sott .
Granizo é grão frio e chuva de granizo é como a doença de serpentes.
Anglo-saxão
Hægl BYTH hwitust corna ;
hwyrft hit de heofones lyfte ,
wealcaþ bater Windes scura ;
weorþeþ bater a wætere syððan .

Tradução
“...Hail...” é o branco entre os grãos ;
é atirado da abóbada do céu
é jogado abaixo por rajadas de vento
em seguida, ele derrete na água.
Hagalaz pode literalmente atravancar o progresso de qualquer coisa em que ela seja posta no caminho.

Naudiz é o nome Proto- Germanic reconstruída do runa de som n, a qual significa "...necessidade, aflição..." . No Fuþorc anglo-saxão , ele aparece como “...nyd...” , no islandês “...Naud...” e Old Norse “...nauðr...” . O correspondente letra gótica é chamado “...nauþs...” .
Poemas Rúnicos com Nauthis:
Norueguês Antigo
Nauðr gerer næppa koste ; nøktan kælr í Froste .
Restrição dá pouca escolha ; um homem nu é congelado pela geada .

Islandês Antigo
   Restrição é a dor da dama e o estado de opressão e trabalho árduo .

Anglo-saxão
Nyd BYTH nearu em breostan ; weorþeþ oi Theáh oft Nitha bearnum
para helpe e hæle gehwæþre ,gif oi seu æror hlystaþ .
O problema é opressivo para o coração; mas muitas vezes isso mostra uma fonte de ajuda e salvação para os filhos dos homens , para todos aqueles que lhe prestam atenção cedo .


 Isaz é o nome Proto- Germanico reconstruído da runa de som “...i...” , que significa "...gelo..." . No Futhark mais novo , ele é chamado de “...Iss...” - assim como no islandês - e de “...isa...” em Old Norse .
Noruegês antigo
é kǫllum brú bræiða ; blindan þarf em læiða .
O gelo é chamado a ponte larga ; o cego por ele deve ser conduzido .

Islandês Antigo
ISS er árbörkr ok Unnar Thak ok feigra maná longe. glacies jöfurr .
Ice é casca de rios e do telhado da onda e a destruição do condenado.
Anglo-saxão
é BYTH ofereald , ungemetum slidor , glisnaþ glæshluttur gimmum gelicust , flor Forste geworuht , fæger ansyne .
O gelo é muito frio e imensuravelmente escorregadio; ele brilha tão claro como o vidro e mais que pedras preciosas ; é um piso feito pela geada , formoso à vista.
Isa é uma runa que define em si mesma o “...Frio e o Gelo de Nifhelheim...”, e quando é sabiamente utilizada, pode ajudar à alguém que esteja sendo obsedado por pensamentos, espíritos ou forças em geral, esta runa pode literalmente impedir que a pessoa se esvaia, ou que algo a esgote ou faça com que ela venha a se esvair, pois nenhum tipo de parasita pode drenar o frio paralisante de Nifehelheim.

Jera (também Jeran ou Jeraz) é o nome convencional runa de som “...J...” do Elder Futhark , a partir de um tronco germânico comum reconstruído “...jēra...”, que significa " colheita, “...bom ano...”.
O nome germânico comum reconstruído  jēran é a origem do termo para “...ano...” em inglês - do inglês antigo “...gear...”. Em contraste com a palavra moderna , tinha um significado de "...temporada..." e mais especificamente  “...colheita..." , sendo  portanto "...a abundância e a prosperidade..." .
Muitos vêm esta letra como uma inovação germânica . Como a única runa do Elder Futhark que não estava conectada , sua evolução foi a transformação mais profunda de todas as runas , e veio a ter inúmeras variantes gráficas.
A runa no Fuþorc anglo-saxão continua como “... RGE...” e “... Ior...” , este último uma conexão com a runa de Gyfu).


Eiwaz ou Eihaz ( reconstruído de īhaz , ēhaz, Iwaz ou ēwaz ) era uma palavra proto- germânica para "...teixo..." , e o nome da runa em si mesma .
Esta runa sobrevive no Fuþorc anglo-saxão como EoH "...teixo...".
É comumente transliterado como “...eu ou æ...”. Seu valor fonético na época da invenção do Futhark ( segundo século ) não era necessariamente um ditongo , mas possivelmente uma vogal longa em algum lugar entre [i] e [e] ou [æ] , uma continuação da linguagem Proto -Indo- Europeia usando o termo “...ei...”..
Da variante em Inglês Antigo como “...IW...” - e daí provindo yew – este último sendo  possivelmente um empréstimo no início do Celtico , compare “...Ivos...” gaulês , Irlandês antigo “...EO...”. A grafia comum do nome da runa "...Eihwaz..." , combina as duas variantes estritamente com base nas provas do Inglês Antigo , uma ortografia "...Eihaz..." seria mais adequada.
Eoh BYTH utan unsmeþe treow , Heard hrusan fæst , hyrde fyres , wyrtrumun underwreþyd , wyn em eþle .
O teixo é uma árvore com casca áspera , dura e firme na terra , apoiados por suas raízes estão um guardião da chama e uma alegria em uma propriedade.

A runa é por vezes associada com a World árvore Yggdrasil , que  imaginada exatamente como a árvore “...Ash...” na mitologia nórdica , pode anteriormente ter sido um “...teixo...” ou um carvalho. O proto-germânico de "...carvalho..." era “...AIKS...” e  continua o nome de outra runa Fuþorc “...ac...” , a qual no entanto, não tem um predecessor no Futhark Antigo.
Esta runa não deve ser confundida com a runa Sowil, que tem uma forma semelhante, ou com ”...Ehwaz...”.

Perth ​​é a runa que denota o som p no alfabeto rúnico no Elder Futhark , no poema anglo-saxão é chamada runa  “...peorð...” . Ela não aparece no Futhark mais novo . No poema , é anotado com o enigmática :
​​peorð BYTH symble plega e hlehter / wlancum [ em middum ] , dar Wigan sittaþ / on beorsele alegre ætsomne
" Peorð é uma fonte de lazer e diversão para o Altíssimo , onde os guerreiros se sentam alegremente juntos no salão de banquete . "
Em todo caso parece evidente que “...peorð...” está relacionada com “...pairþra...” . O Fuþorc anglo-saxão adota exatamente a mesma abordagem para a adição de uma runa chamada “...cweorð...”, similar em vários sentidos a “...peorð...” , mas, infelizmente não sabemos se as runas góticas já tinham uma variante semelhante, ou se a letra labiovelar foi uma criação de Ulfilas do século 4 .
O nome germânico comum poderia estar se referindo a uma pereira – ou a uma árvore frutífera. Com base no contexto de "...recreação e diversão...", e também podemos imaginar vínculos com a “...fruta da vida eterna que Idunna oferece a todos os deuses para mantê-los jovens, inclusive o termo proto-germânico esperado para "...pereira..." seria “...trewô...”, o qual é um empréstimo Proto -Germânico , ou germânico ocidental , ou germânico comum , da palavra gótica “...pairþra...” a qual significava "...árvore de pera...", a partir da vulgar “...pirum...” Latina que é de origem desconhecida. No Oghame ocorre o nome “...Ceirt...” , fixado como "...macieira..." , o qual, por sua vez, pode ser um empréstimo germânico e irlandês primitivo.
Algiz - também Elhaz  - é o nome convencionalmente dado para a runa de som “...z...” do Elder Futhark, podendo também ser usada para “...x...”.
É uma das duas runas que expressam um fonema que não ocorre na palavra , inicialmente, e não pode ser nomeado acrofonicamente , sendo o outro caso a runa “...N...” - runa Ingwaz. Algiz significa o “...Elk...” (Alce)
O nome do anglo-saxão desta runa é registrado como “...eolx , ILCS , ilix , ELUX , eolhx...” . a tradição manuscrita dá o seu valor como som Latina x – ou seja “...ks...”, e as vezes como “...il...”, ou "...le x...".
seccard hæfþ oftust em fenne wexeð em wature , wundaþ grimme blode breneð beorna gehwylcne De dele ænigne onfeng gedeþ .
O Elk- tiririca vive habitualmente no fen , crescimento na água. Ele feridas gravemente , manchando com sangue de qualquer homem que faz uma garra para ele.

* Sowilo ou “...Saewelo...” é o nome Proto- Germanico reconstruído da runa de som “...s...”  a qual significa "...luz do sol..." . O nome é atestado pela mesma runa em todos os três poemas de runas . Ele aparece no Old Norse como “...SOL...”, no  Inglês Antigo como “...sigel...” e  no gótico como “...sugil...”, ocorrendo também para o termo “...sol...” em Gotico “...sauil...” e em formas do alto alemão, especialmente o mais velho, como Suhil, em proto indo europeu ela é “...Suwen...” ou “...sewol...” - avéstico xweng  sânscrito surya, e no Irlandês antigo é “...Suil...”, que significa "...olho, sendo que o nome em Inglês Antigo desta runa é “...sigel...”.

Norueguês Antigo
Sól er landa ljóme ; Luti ek helgum cúpula.
Sol é a luz do mundo ; Eu me curvo ao decreto divino.

Islandês Antigo
Sól er skýja skjöldrok skínandi röðull ok Isa aldrtregi . rota siklingr .
Sol é o escudo das nuvens e brilha como um raio e é o destruidor do gelo.

Anglo-saxão
Sigel semannum symble Bith em hihte ,Donne oi Hine feriaþ ofer fisces Beth, OTH oi brimhengest traz a lande .
O sol é sempre uma alegria , na esperança de marinheiros quando viajam para longe na  baia dos peixes , até o corcel do abismo leva-los para a terra.




A runa T tem o nome de “...Tyr...”, e foi identificada com este deus . O nome do proto-germânico reconstruído é “...tiwaz  ou  Teiwaz...”, e se liga a terminologia “...Tievas...” – termo para um se relacionar a um deus na tradição eslava – e Deva – termo hindu para deus .
Tiwaz é mencionado em todos os três poemas de runas . Nos poemas islandeses e noruegueses , a runa está associada ao deus Týr .

Norueguês Antigo
Týr er æinendr ASA ; opt værðr smiðr Blasa .
Tyr é um deus com uma só mão ; muitas vezes tem o ferreiro a soprar.

Islandês Antigo
Týr er einhendr bunda ok ulfs leifar ok Hofa hilmir Mars tiggi .
Tyr  deus com uma só mão e os restos do lobo e é príncipe dos templos.

Inglês Antigo
Tir Bith Tacna soma , healdeð trywa wel Com æþelingas , um Bith em færylde ofer nihta genipu , næfre swiceþ .
É uma estrela ( orientador ); faz bem ao príncipe com ele manter a fé, pois estará sempre em seu curso

De acordo com o runologista Lars Magnar Enoksen , a runa Tiwaz é referida em uma estrofe em Sigrdrífumál , um poema da Edda Poética .
Sigrdrífumál diz que Sigurd matou o dragão Fafnir e chega a uma fortaleza de escudos no topo de uma montanha, a qual é iluminada por grandes incêndios. Na fortaleza , ele encontra em um sono encantado uma valkyrie, a quem ele acorda abrindo seu corselete com sua espada. A valquíria – Sigrdrífa – agradece e oferece-lhe os segredos das runas em troca de tê-la retirado do sono, com a condição de que ele mostre que ele não tem medo. Ela começa a ensinar-lhe que, se ele quer alcançar a vitória na batalha , ele deve esculpir "...runas da vitória..." na sua espada e duas vezes dizer o nome "...Týr.

Sigrúnar skaltu Kunna , ef Qui vilt Sigr hafa , ok rista á Hjalti hjörs , sumar á véttrimum , sumar á valböstum , ok nefna tysvar Ty .

Para vencer runas deve aprender, Se tu és o grandioso para vencer, E as runas no teu punho da espada escrever ; Alguns no sulco, e alguns no plano, E por duas vezes clamarás por Tyr .

Berkanan é o nome Proto- Germanico reconstruído da runa de som  “...b...”, a qual  significa "...bétula..." . No Futhark mais novo é chamado “...Bjarken...” e no poema islandês, e “...Bjarkan...” no poema norueguês. No poema anglo-saxão é chamada “...beorc...” - bétula  ou  álamo – e o seu correspondente em gótico é chamado “...bairkan...” .

Norueguês antigo
Bjarkan er laufgrønstr Lima; Loki bar flærða Tima .
Birch tem mais verdes folhas de qualquer arbusto ; Loki teve a sorte de seu engano .

Islandês Antigo
Bjarkan er laufgat lim ok lítit tré ok ungsamligr Vidr . abies buðlungr .
Birch é uma frondosa galho e pouca árvore e jovem arbusto fresco.

Anglo-saxão
Beorc BYTH Bleda leas , bereth efne swa Deah Tanas butano tudder , Bith em telgum  wlitig , heah em helme hrysted fægere , geloden leafum , lyfte getenge .
O choupo não dá fruto ; ainda sem semente que traz tolos, pois é gerado a partir de suas folhas. Esplêndidos são seus ramos e gloriosamente adornada sua copa elevada que chega aos céus .

 Ehwaz é o nome Proto- Germanico reconstruído do Elder Futhark da runa de som “...E...” a qual significa "...cavalo...". No Fuþorc anglo-saxão , ela continua como “...eh...”.
Anglo -saxão
Eh BYTH para eorlum æþelinga wyn , hors hofum wlanc , Daer ele hæleþ YMB [ e] welege em wicgum wrixlaþ spræce e Bith unstyllum æfre frofur .
O cavalo é uma alegria aos príncipes na presença de guerreiros. Um corcel no orgulho de seus cascos , Quando os homens ricos a cavalo trocam palavras sobre o assunto ; e é sempre uma fonte de conforto para o inquieto.

Mannaz é o nome convencional da runa de som “...m...” no Elder Futhark , sendo derivada da palavra germânica comum reconstruído para "...homem...".
No Younger Futhark é “...Madr...” – homem.
Norueguês
Madr er moldar auki ; mikil er græip á Hauki .
O homem é um aumento do pó ; grande é a garra do falcão.

Islandês
Madr er manns gaman ok moldar auki ok skipa skreytir . homo mildingr.
Ser o homem é em si o ideal de cada  homem, e ele mesmo causa expansão da terra e o adornar de navios.

Anglo-saxão
Man BYTH em myrgþe sua Leof magan : sceal Theáh Anra gehwylc oðrum swican , forðum drihten wyle cúpula sine þæt earme flæsc eorþan betæcan .
O homem alegre é querido por seus parentes ; No entanto, cada homem está fadado ao fracasso seu companheiro , até que Här por seu decreto leve-o a se tornar tal qual vil carniça na terra.

O uso moderno [editar]
A runa Mannaz foi usada para designar a “...Runa da Vida...” no Futhark usado pela Ordem Armanista.

“...Laguz ou  Laukaz...” é o nome proto-germânico reconstruído runa de som “...L...” ,  que significa "...água ou lago..." , sendo que laukaz pode significar "...alho-porro..." . No poema anglo-saxão ela é chamada “...lagu...” "...oceano..." . No Futhark mais novo , a runa é chamada “...lögr..." em islandês  - cachoeira -   e logr "...água..." em nórdico .
A hipótese de "...alho-porro..." não é baseada em poemas de runas , mas sim nas primeiros inscrições onde a runa foi levantada como a hipótese para abreviar “...laukaz...”, um símbolo de fertilidade.

Norueguês Antigo
Lögr er, fællr ou fjalle foss ; en gaivota ero nosser .
A cachoeira é um rio que cai de um lado da montanha ; mas são ornamentos de ouro.

Islandês Antigo
Lögr er vellanda vatn ok Vidr ketill ok glömmungr Grund . lacus lofðungr .
A água corrente é um turbilhão como um grande geysir nas terras do salmão.

Anglo-saxão
Lagu BYTH leodum langsum geþuht , gif oi sculun Nethan em nacan tealtum e oi sæyþa swyþe bregaþ e se brimhengest freios ne ginásio.
O oceano parece interminável para os homens , se aventurar na contínua rebentação e nas ondas do mar vão aterrorizá-los e o curso da profunda atenção não podem ser detidos.

Yngvi , Yngvin , Ingwine , Inguin são nomes que se relacionam com o antigo Ing theonym, o qual parece ter sido o nome mais velho para o deus Freyr - originalmente um epíteto , que significa "...senhor...".
Proto -Germânico “...Ingwaz...” era um dos três filhos de “...Mannus...” e o antepassado legendário dos “...Ingaevones...” e é também o nome reconstruído da runa que ganha o mesmo nome.
O antigo nome nórdico Yngvi é uma forma hipocorístico de um Yngvin mais velho e mais raro - OHG : Inguin , OE : Ingwine -  que é derivado do theonym Ing- o qual significa "...adorador ou amigo de Ing...", e aparece em Old Norse como Ingvifreyr e Ingunarfreyr  que significa "O Senhor dos Inguins " , ou seja, o deus Freyr .
O Antigo Poema Rúnico Inglês contém linhas obscuras :
Ing Waes ærest meados Eástdenum gesewen secgum , OD ele síððan leste ofer Waeg gewát . Waen æfter correu .
Assim Heardingas Thone hæle nemdon . " Ing foi o primeiro entre os dinamarqueses do Leste assim visto , até que ele foi para a leste sobre o mar. Seu carro seguiu atrás .

A Runa d runa é chamado “...daeg dia..." no poema anglo-saxão. A letra correspondente do alfabeto gótico d é chamada “...dags...” . Esta runa também faz parte do Elder Futhark , com uma reconstrução de nome Proto -Germânico “...dagaz...” .
O nome só é registrado em runas anglo-saxãs , uma vez que a runa foi perdido no Younger Futhark .
Na inscrição rúnica OG 43 em Ingelstad , a runa “...Dagaz...” é traduzida usando a palavra nórdica antiga para "...dia..." como o nome pessoal Dagr pessoal.

A Runa do Elder Futhark Odal representa o som “...o...”. Seu nome proto-germânico reconstruído é “...ōþalan...", significando “...herança , herança , propriedade herdada..." .
Ela estava em uso para epigrafia durante o 3 ª até o 8 séculos. Não é continuado seu uso  no Futhark mais novo , desaparecendo a partir do registro escandinavo em torno do século 6º, mas sobreviveu na Fuþorc anglo-saxão , e expressou o velho fonema Englishœ durante os séculos 7 e 8 .
A haste germânico comum othala ou Othila - "...herdar propriedade..." é uma variante da  haste “...Athal...”.
O termo “...oþal...” – Antigo Alto Alemão “...uodal...” - é um elemento formativo em alguns nomes germânicos, sendo que Athal é mais freqüente , encontrado em nomes góticas como Athalaric , Ataulf , entre outros, e em nomes do alto alemão antigo, como Adalberto.
Odal foi associado com o conceito de herança na antiga lei de propriedade escandinavo. Algumas dessas leis ainda estão em vigor até hoje , e governam propriedades norueguesas. Estes são os Åsetesrett ( herdade à direita) , e o Odelsrett (direita allodial ).
O poema anglo-saxão runa preserva o significado de "...um património herdado..." para o nome desta runa :
BYTH oferleof æghwylcum mann, gif ele mot Daer rihtes e gerysena em brucan em bolde bleadum oftast .
Uma propriedade é muito querido por todos os homens, se ele pode apreciar lá como sua casa tudo o que é correto e é adequado na prosperidade constante.





Conclusão
O som sempre foi considerado como algo sagrado e potente dentro de todas as tradições ligadas aos ramos hindu ariano, ariano e persa, como podemos observar no uso de mantras da tradição védica ou no uso de galdr pela tradição  nórdica.
Estudar estes sons e usá-los de forma correta, aprender seus valores corretos e usos devidos, são alguns dos meios de trazer a tona a herança que cada um tem por direito, quando ligado aos povos antigos que criaram estas tradições, e de se colocar de forma menos indefesa perante o que está a sua volta, o que supõe estar a sua volta e o que não supõe estar a sua volta.





Bibliografia
Versos Vatanicos, Salman Rushdie;

Our Troth: Living the Troth [Kveldulf Gundarsson

Moisés e Abraão jamais existiram: Neils Peter Lemche;

The British Museum Book of the Rosetta Stone, C. ANDREWS;

Havamal em português, Clã Falkar;

An Introduction to the Germanic Tradition, Edred Thorsson;

O Senhor dos Anéis, Tolkien;

Silmarillion, Tolkien;

O Hobbit, Tolkien;

Edda em Prosa, Snorri Sturluson;

Edda Poética, Snorri Sturluson;

Hävamäl in Old Norse;

Dicionário Aurélio do Português;

Sagas Islandesas: A Saga dos Volsungos, Theo de Borba Moosburger;

Galdrabok, Edred Thorson;


Um comentário:

  1. A Maçonaria Seita Judaica – L. Bertrand (Traduzido por Gustavo Barroso) @ http://www.4shared.com/office/WchIlFM5/A_Maonaria_Seita_Judaica_-_L_B.html

    Os Conquistadores do Mundo – Louis Marschalko @ http://www.4shared.com/office/mpxwyQtT/Os_Conquistadores_do_Mundo_-_L.html

    Judaísmo, Maçonaria e Comunismo – Gustavo Barroso @ http://www.4shared.com/office/SRzfF8Hp/Judasmo__Maonaria_e_Comunismo_.html

    A Invasão dos Judeus – Mario Saa @ http://www.4shared.com/office/dl7ajRa6/A_Invaso_dos_Judeus_-_Mario_Sa.html & http://www.4shared.com/office/yuK8JGVq/A_Invaso_dos_Judeus_-_Mario_Sa.html

    E a Guerra Continua – N. Toedter @ http://www.4shared.com/office/dNj0pukj/E_a_Guerra_Continua_-_N_Toedte.html

    Quem Escreveu O Diário De Anne Frank – Robert Faurisson @ http://www.4shared.com/office/pumCAVS7/Quem_Escreveu_O_Dirio_De_Anne_.html

    Eram Inocentes – C.W. Porter @ http://www.4shared.com/office/mnT10bdI/Eram_Inocentes_-_CW_Porter.html

    A Implosão da Mentira do Século – Siegfried Ellwanger Castan @ http://www.4shared.com/office/m-A0f_51/A_Imploso_da_Mentira_do_Sculo_.html

    O Catolicismo Traído – Siegfried Ellwanger Castan @ http://www.4shared.com/office/zrFiNSym/O_Catolicismo_Traido_-_SA_Cast.html

    O Livro Branco Sobre a Conspiração Mundial – Sérgio de Oliveira @ http://www.4shared.com/office/IHyH1NN_/O_Livro_Branco_Sobre_a_Conspir.html

    Os Magnatas do Tráfico Negreiro – José Gonçalves Salvador @ http://www.4shared.com/office/tKGJsdc7/Os_Magnatas_do_Trfico_Negreiro.html

    Os Genocidas do Século XX – Sérgio Oliveira @ http://www.4shared.com/office/z3g9LciT/Os_genocidas_do_Sculo_XX_-_Srg.html

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