domingo, 14 de julho de 2013

Estudos sobre Morfologia,
Raça e Desenvolvimento Humanos:

Além do Véu da Sociologia


(por Thul Alger)



Apresentação
Nos tempos atuais, das muitas teorias apresentadas para entender o desenvolvimento do ser humano, suas conquistas e sua forma de lidar com seus semelhantes e com o mundo a sua volta, todas elas podem ser resumidas a formas de expressão dos pontos de vista dos modelos concentradores desencadeados, modernamente falando, pela existência dos elementos que causaram a revolução francesa, ou seja: Esquerda e Direita!

E se a Esquerda comete erros crassos e lamentáveis, nivelando a  tudo por baixo, unicamente para adquirir o poder que pertenceu, ou pertence a Direita, para em seguida mantê-lo a todo custo, mesmo que seja necessário derramar o sangue do povo que supostamente defende – como pudemos observar no Terror instaurado por  Robespierre, unicamente para sustentar seu poder como uma paródia da “...nobreza...” ligada a direita.

A Direita por sua vez, comete ciclicamente sempre os mesmos erros sendo tão protecionista, concentradora e enganadora quanto a esquerda, e o fundamento de todos os seus erros concentra-se em sua maior falha, estar ligada ao monoteísmo, suas falhas e crimes históricas em todos os sentidos.

As faculdades, escolas e universidades da atualidade foram montadas para serem antros de contaminação da forma de pensar ligada a esquerda, com seu racismo da nova raça eleita – e isso sem sequer mencionar os comunistas cristãos, os quais são algozes de si mesmos – unicamente visando vantagens ligadas a politicagem, por um lado, e antros de fanatismo ideológico ou religioso, por outro, de tal forma que os diplomas e floreados falsos e estéreis, usados para empreender tais manobras torpes, e para criar replicantes e zumbis de clones de servos ou de demagogos, conforme o caso são, antes de tudo, provas cabais de falha e vergonha, acima de qualquer pompa tola que os mesmos possam dar a alguém.

Faz-se necessário então que a casta verdadeiramente pensante tanto do Brasil, como do resto do Planeta, constituída produzida toda de legítimos livre pensadores, ocultistas, politeístas sérios e heathens, volte-se para outros parâmetros, para então que se possa falar em termos de grandes modificações reais em direção a crescimento verdadeiro, externo e interno de cada um, e grandeza de cada nação!


Índice


Apresentação..................................................................................................
Índice........................................................................................................
Entendendo a Humanidade..........................................................................
Abordando insultos universais a inteligência humana..............................
Sobre a configuração, tipificação e geração humanas e seus ambientes..
Dilemas e Soluções.........................................................................................
Conclusão.......................................................................................................




Entendendo a Humanidade

Primeiramente, vamos nos livrar de toda a legítima tralha que continuamente tentam empurrar nas mentes dos universitários, professores, pensadores e formadores de opinião, para que os mesmos reproduzam as falhas, como se as mesmas fossem acertos.

Consideremos a raiz do termo humanidade ( segundo o dicionário ), ou seja “...O conjunto de Todos os Humanos do planeta...”, o que leva a considerar que este seria o conjunto de todos os “...Homo sapiens...”, do latim homem sábio.

Estes humanos – homo sapiens - anatomicamente modernos, se originaram na África há cerca de 200 mil anos, atingindo o comportamento moderno há cerca de 50 mil anos, aproximadamente.
Também foi comprovado recentemente que a cerca de 28.000 anos atrás, a população de neandertais - Homo neanderthalensis, que surgiram na última glaciação na Europa, Glaciação Würm – foi absorvida para dentro da população de homo sapiens, especificamente na região europeia, estando geneticamente presentes em vários descendentes atuais, segundo a ciência, causando a presença de todo o seu comportamento e de todos os atavismos provenientes a sua genética, a população modernamente designada como euro descendente.

Para termos uma ideia do que isso significa, estaríamos retratando toda uma diferenciação a nível de produção de remédios, produtos e vetores de desenvolvimento, relegadas pela politicagem da esquerda ou universalismo da direita – católico e universal são sinônimos – que podem levar tanto a catástrofe quanto a grandeza dos povos do planeta – lembrando sempre que o caso asiático possuí enormes somas genéticas dos Denisovans, que os Neandertais podem ter possuído em níveis reservados, e que tanto um caso quanto o outro, são nulos em relação aos povos oriundos da região da África.

E para tornamos ainda maiores nossa inquietação e frustração, em relação aos notórios farsantes, com seus diplomas de doutores, cujas letras podem ser alteradas para a gritante combinação das letras “...h-i-p-o-c-r-i-t-a-s...”, anagramaticamente colocadas a esmo, conforme tese de cada um, sejamos mais analíticos e observemos dados que são deixados de lado por torpes e oportunismo, ou nos quais as pessoas não tencionam tocar por ignorância.

Abordemos então as temíveis “...Glaciações...”, as quais causaram e produziram a humanidade, diretamente ou indiretamente:

Existem três tipos principais de evidências de eras glaciais: geológicas, químicas e paleontológicas.

O termo Idade do Gelo, é utilizado para designar um período geológico de longa duração de diminuição da temperatura na superfície e atmosfera terrestres, resultando na expansão dos mantos de gelo continentais e polares bem como dos glaciares alpinos. Ao longo de uma era do gelo prolongada ocorrem períodos com clima extra frio designados glaciações. Em termos glaciológicos, o termo era do gelo implica à presença de extensos mantos de gelo tanto no hemisfério norte como no hemisfério sul, e segundo esta definição encontramo-nos ainda numa era do gelo (pois tanto o manto de gelo da Groenlândia como o manto de gelo antártico ainda existem).
Coloquialmente, quando se fala dos últimos milhões de anos, "a" era do gelo refere-se ao mais recente período mais frio com extensos mantos de gelo sobre a América do Norte e Eurásia: neste sentido, a era do gelo mais recente atingiu o seu ponto alto durante o último máximo glacial há cerca de 20 000 anos.

Durante os últimos milhões de anos houve várias eras glaciares, ocorrendo com frequências de 40.000 a 100.000 anos, entre as quais se destacam:

Glaciação Donau - há cerca de 2 milhões de anos
Glaciação Günz - há cerca de 700 mil anos
Glaciação Mindel - há cerca de 500 mil anos
Glaciação Riss - há cerca de 300 mil anos
Glaciação Würm - há cerca de 150 mil anos

O Último período glacial, também referido como Idade do Gelo, Glaciação Wisconsin, Glaciação Würms, Würmiano ou Laurenciano, é a designação dada ao último episódio de glaciação da Terra registado durante a presente idade geológica. Teve lugar durante a última parte do Pleistoceno, de aproximadamente 110 000 a 10 000 antes do presente e é a mais conhecida das glaciações antropológicas – durante esta era – e por causa dela, o Homo Sapiens, o Denisovans e o Neandertal, foram produzidos.

A Glaciação Würms, foi definida por A. Penck e E. Brückner (1901-1909), como glaciações alpinas (RISS, Mindel, Günz, Donau). Sua definição é baseada em observações geológicas consequentes da redução significativa das temperaturas médias durante um longo período - gelo de água fluvial, morenas - nos Alpes. Considera-se que ela começou há mais de 100 mil anos e terminou há 12 mil.

Observemos que parte final da última fase interglacial - ou seja a Glaciação Würms, há cerca de 120 mil anos - apareceu na Europa e no Oriente Próximo o homem de Neandertal. Pode-se distinguir cinco grupos de artesanato musteriano, alguns deles utilizando técnicas levaloisianas. A característica mais notável da cultura musteriana – ligada aos Neandertais - foi a introdução, pela primeira vez, de ritos de sepultamento, sinais do que poderia ser uma forma de crença na vida após a morte.

Na maior parte do período pluvial gambliano, correspondente a glaciação Wurm, “...os povos da África...”, mantiveram suas tradições aqueuleanas e levaloisianas. No norte da África, uma cultura mais desenvolvida, a ateriana, cresceu a partir da musteriana local, com técnicas sofisticadas de laminação. Os aterianos podem ter participado da cultura solutreana européia, e lhes foi creditada a invenção do arco-e-flecha. Também no norte da África a cultura dabba introduzida por migração procedente da extremidade oriental do Mediterrâneo, produziu lâminas com cabos e cinzéis típicos das principais tradições da Europa e do Sudoeste asiático. A cultura de Oran, no Magreb, mostra uma grande preponderância de pequenas lâminas com cabo, associadas a tipos físicos com testas marcadas que lembram a aparência Cro-Magnon – o qual substituiu o Neandertal, segundo a ciência, durante o ciclo de absorção pelos Homo Sapiens.

Agora, procuremos entender como isso pode ser útil, observando a herança genética feminina.
Há cerca de 145 000 anos – durante a Glaciação Würms - uma espécie recém formada de primata começou a proliferar na região central da África. Seus representantes eram poucos – uns 2 000 indivíduos, dos quais somente uma mulher  deixou uma linhagem duradoura de descendentes. Os cientistas batizaram-na de “...Eva...”,  como um trocadilho – impróprio e motivado pela presença insidiosa do monoteísmo, mesmo nos meios científicos - pelo fato de que todas as populações atuais, dos sul-africanos aos índios da Patagônia, evoluíram dela.
Analisando o DNA desses povos, os pesquisadores tentam reconstruir a árvore genealógica dos descendentes de daquela mulher original, e descobriram que ela deixou dezoito filhas, “... os quais saíram da África em direção ao resto do mundo...”,  e vieram a gerar os grandes troncos populacionais.

Peter Underhill, geneticista estadanudense da Universidade Stanford, está procurando o resto do tronco familiar. Pesquisando o cromossomo Y, HERANÇA GENÉTICA TRANSMITIDA UNICAMENTE PELO PAI, E IMUTÁVEL DE PAI PARA FILHO E DESCENDÊNTES,  supõe ter chegado ao elemento primordial gerador da linha patrilinear, o qual teria deixado dez ramos principais de herdeiros.
Os estudos de Underhill, são apresentados pelo italiano Luca Cavalli-Sforza, diretor do laboratório onde Underhill trabalha, na Universidade Stanford, no livro Genes, Peoples and Languages (Genes, Povos e Línguas), recém-lançado nos Estados Unidos. Ele também confirma a hipótese, proposta por vários cientistas, de que os seres humanos migraram primeiro para o sudeste da Ásia e para a Oceania cerca de 60 000 anos atrás, antes de chegar à Europa.
O registro vivo da história da evolução humana, se acumula em forma de mutações, nome dado a qualquer mudança em uma determinada seqüência de DNA. Quando um grupo humano se divide e migra para outro ambiente, o código genético de seus membros também acumula mutações distintas. Dentro de um certo espaço de tempo – normalmente alguns milhares de anos – eles geram populações novas, e desta forma é afirmado que o homo sapiens surgiu na África, porque ali o número de mutações é muito grande.

Os cientistas descobrem essa história contando o número de mutações em dois pedacinhos de DNA. Um deles é o DNA da mitocôndria – este normalmente é visto como o DNA da herança genética da mãe de um indivíduo -  a parte da célula responsável pela produção de energia, que, localizada fora do seu núcleo, escapa à mistura de genes do pai e da mãe durante a fecundação.
O outro, o cromossomo Y, exclusivamente masculino, também passa ileso pelo processo de sobreposição genética, porque não tem par feminino com o qual se misturar. Cada povo porta o conjunto de mutações que o caracteriza nessas duas fitas de DNA, como se fossem etiquetas genéticas. Há dois tipos de “etiquetas”: o haplótipo, constituído por apenas um gene característico, e o haplogrupo, formado por um conjunto de genes.

A época de partida da África dos Homo sapiens também pode ser confirmada pelo DNA. A genética é mais eficiente do que a datação por carbono-14, porque consegue descrever acontecimentos anteriores a 40 000 anos. Daí para trás, o carbono radioativo deixa de ser preciso.
No caso dessa grande migração, os cientistas analisaram a distância genética entre os continentes, ou seja, o número de mutações que separam africanos de asiáticos e estes últimos dos australianos, europeus e americanos. Essas distâncias coincidem, mais ou menos, com as datas estabelecidas pelos arqueólogos com base no estudo de fósseis: há 100 000 anos da África para a Ásia; há 55 000 anos da África para a Oceania; e há 40 000 da África para a Europa.
Agora, pela lógica que nos é passada – neste caso especifica – mais pela mentalidade dos ditos pensadores de esquerda, do que pela maioria dos pensadores de direita, que os seres humanos se fixaram na África e ali passaram a existir, unicamente pelo fato de que ali deveria ser mais quente do que no restante do mundo, e portanto o ciclo de frio mortal da Idade do Gelo - especialmente a Era de Würms, que gerou o homo sapiens, o denisovan e o homem de neandertal.
Porém – e agora vem o ponto que finalmente podemos abordar, dada a presença dos dados acima – qual era “...o clima, o ambiente e a temperatura da África...” durante o florescer do Homo Sapiens, do Neandertal e do Denisovan?


Segundo pode ser determinado cientificamente, mesmo em regiões menos afetadas, a cobertura florestal diminuiu muito, especialmente na África Ocidental, onde alguns refúgios foram cercados por pastagens tropicais.

Na África e no Oriente Médio, muitas geleiras menores com o formato de montanhas se formaram.

Dados batimétricos sugerem que havia duas paleo-bacias no Golfo Pérsico. A bacia central pode ter abordado uma área de 20,000 km ², equivalente a toda a sua extensão de lagos, como o Lago Malawi, na África. Entre 12.000 e 9.000 anos atrás, a maior parte do chão do Golfo teria permanecido em exposição, só tornando-se sujeito a transgressão marinha depois de 8000 anos.

Em outras palavras, o clima da África durante as glaciações era muito frio, com algumas regiões similares a santuários, e este clima obrigou os grupos de homo sapiens a empreender um tipo de fuga, em direção a outras regiões.

Agora se levarmos em consideração as duas teorias principais de geração das raças humanas:

- Hipótese policêntrica – a formação da atual população humana efetuou-se em vários territórios relativamente independentes, onde vários tipos de H. erectus teriam dado origem aos principais tipos atuais;

- Hipótese monocêntrica – o Homem atual teria surgido num território único, numa região entre a Ásia central e o nordeste africano, onde teria ocorrido o cruzamento de numerosos hominídeos, entre eles o H. erectus e H. sapiens. Só posteriormente teriam sido formadas as várias populações geográficas, que originaram os tipos.

E levando-se em consideração o clima da Idade do Gelo, como acima foi observado, podemos concluir com razoável tranquilidade, qual o transcorrer mais correto, para geração dos grupos e tipos, e podemos ir além, ultrapassando as barreiras dos intentos modernos, os quais procuraram valorizar a nova raça eleita pelos demagogos, em detrimento de quaisquer outras, e os quais se baseiam em formas pontuais e pouco éticas, de pensamento abusivo e demagógico.




Abordando insultos universais a inteligência humana

Estes clássicos ditos pensadores e seus clássicos estilos de politicagem, torcem dados, usando de meia ciência, plenitude de “...achologia...”, e muita hipocrisia, citando – por exemplo - que os indivíduos da região da África, naturalmente conseguem resistir a presença do sol, e tem suas características naturais direcionadas para resistir ali, sendo que o tipo do nariz existe para resfriar o ar extremamente quente, a pele os protege do efeito violento da luz e calor extremos da África atual, e o cabelo tem haver com a adaptação ao tipo de clima e ambiente, e é afirmando pelas vertentes da sociologia e seus notórios irresponsáveis doutores, supostos pensadores e outros, que se os grupos humanos vieram todos eles da África, todos os humanos do mundo são descendentes dos negros africanos – e como pudemos observar acima, a adaptação ao clima extremamente quente da África, por parte dos grupos humanos que ali estão vivendo, é posterior a existência dos grupos de homo sapiens, pois esta adaptação causaria a erradicação imediata de todos os homo sapiens, quando expostos ao clima presente a existência da Idade do Gelo, que gerou os homo sapiens.

Em verdade não há um respeito pelo indivíduo, por suas características únicas, ou mesmo por métodos e meios que garantam o florescer do melhor de cada um, há uma tendência católica – universal – a massificação em prol do nivelamento por baixo – clássica saída da “...desculpite...” democrática.

Não é possível resolver os problemas humanos, tratando aos humanos – particularmente diferentes - como produtos de uma fábrica, ou simplesmente como efeitos desencadeados pelas relações sociais entre os mesmos, pois se é fato que a massa e suas falhas vem a imperar e ser a fonte de todos os males sociais, o indivíduo e suas virtudes, igualmente, vem a ser o produtor das soluções e remédios para os problemas, caso a caso, quando não se dissolve no torpor da massificação social.

Vejamos então, as diferenças morfológicas que o detrito social chamado de doutor em sociologia – felizmente não todos – tende a ocultar, não aceitar, fingir não ver ou afirmar como sendo enganoso.

Hoje em dia sabe-se, cientificamente, que há um predomínio dos indivíduos da raça negra nas provas de velocidade no atletismo. Praticamente todos os grandes nomes ligados à prova de 100 metros rasos nas últimas décadas são atletas da raça negra, a razão determinante deste predomínio nós encontramos ao estudar as características dos músculos das diferentes raças.
Todos nós possuímos dois tipos diferentes de células nos músculos. De acordo com suas propriedades, as células de contração rápida e células de contração lenta, na maioria dos indivíduos da raça negra existe uma predominância das células musculares de contração rápida, de tal forma que o estudo dos músculos de alguns campeões de provas de velocidade mostrou a existência de até 80% de células de contração rápida. Isso significa que os negros, como característica da raça, têm músculos capazes de se contrair com maior velocidade, o que assegura um maior potencial para as corridas de curta duração.

Porém a maioria das provas de natação é vencida por caucasianos, pelas características de suas mãos e braços, e pelo seu sistema cardiopulmonar mais desenvolvido.
Segundo a Revista Brasileira de Anesteseologia, algumas doenças degenerativas, carenciais e infecto-contagiosas são ainda mais freqüentes na raça negra do ponto de vista estatístico, sendo que a análise dos dados coletados revela a complexidade do processo nosológico, bem como a imbricação de fatores genéticos, clínicos e sócio-econômicos. A fisiopatologia pode estar modificada pela dicotomia hereditariedade (nature) e ambiente (nurture). Baixa densitometria óssea e maior incidência de osteoporose (fenótipo) no preto idoso está relacionado com a melanina, dificultando a captação da radiação solar, menor ingestão de vitamina D e disfunção paratireoidiana, como também com a redução na ingesta de cálcio pela alta intolerância ao leite e derivados. Elevação plasmática da lipoproteína favorece o aparecimento de aterosclerose e inibe a atividade do plasminogênio, o que facilita o aparecimento de trombose central ou periférica, sobretudo nos negros idosos, obesos, diabéticos e aqueles com baixos níveis de renina.


Segundo ainda a Revista Brasileira de Anesteseologia, a prevalência de anemia falciforme na população negra brasileira heterozigótica (10%) pode dificultar o diagnóstico de abdômen agudo cirúrgico diante de um quadro de dor abdominal intensa ou facilitar o aparecimento de fenômenos tromboembólicos periféricos e ainda facilitar o aparecimento de doenças infecto-contagiosas oportunistas como a hepatite viral e broncopneumonia estreptocócica. Por outro lado, alguns afro-descendentes podem apresentar crise de hemólise na ingestão de antimaláricos, sulfas, probenecide ou vitamina C (anti-oxidantes) em função de deficiência da enzima glicose-6-fosfato-desidrogenase, essencial na maturação da membrana da hemáciaum, assim como um quadro de dor abdominal intensa ou facilitar o aparecimento de fenômenos tromboembólicos periféricos e ainda facilitar o aparecimento de doenças infecto-contagiosas oportunistas como a hepatite viral e broncopneumonia estreptocócica. Por outro lado, alguns afro-descendentes podem apresentar crise de hemólise na ingestão de antimaláricos, sulfas, probenecide ou vitamina C (anti-oxidantes) em função de deficiência da enzima glicose-6-fosfato-desidrogenase, essencial na maturação da membrana da hemácia.

Levantamento estatístico dos anos 90 aponta para maior incidência de recém-nascido (RN) de baixo peso (< 2,5 kg) entre mães negras americanas (13%) em relação à americana branca (5%) e até à negra africana (7%) 17-19. Além da variável raça, vários autores incluem como determinantes da gravidez de risco e de baixo peso do concepto, doença cardíaca materna, multiparidade, idade avançada, tabagismo, hipertensão arterial sistêmica (HAS) e pré-eclâmpsia.
Segundo Kotchen e Becker, o negro idoso americano e caribenho é quem mais sofre de doença cardíaca, renal e derrame cerebral apesar do progresso no atendimento médico.
O doutor Drauseo Varela comenta que direta, ou indiretamente, a vitamina D controla mais de 200 genes, responsáveis pela integridade da resposta imunológica. A deficiência desse micronutriente aumenta o risco de tuberculose. Os negros, cuja pele tem mais dificuldade para sintetizá-lo, são mais suscetíveis à doença e a contraí-la em suas formas mais graves.
Viver em latitudes mais altas aumenta a probabilidade de câncer de cólon, próstata, ovário e outros. Um estudo conduzido entre 32 mil mulheres mostrou que, quanto mais baixos os níveis de vitamina D, mais alto o risco de câncer de intestino. Outro estudo demonstrou que o câncer de próstata surge três a cinco anos mais tarde em homens que trabalham ao ar livre.
Nessas regiões, são maiores os riscos de se manifestar o diabetes do tipo 1, doenças inflamatórias do intestino, esclerose múltipla, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, esquizofrenia e depressão.

As descobertas de que a maioria das células do organismo possui receptores para vitamina D - e de que muitas são dotadas de enzimas capazes de convertê-la em sua forma ativa - permitiram elucidar seu papel na prevenção de doenças crônicas.
Vivemos em plena epidemia de hipovitaminose D, deficiência que atinge 1 bilhão de pessoas, especialmente nos países com dias frios e escuros durante meses consecutivos. Inquéritos epidemiológicos demonstram que, nos EUA, acham-se nessa condição de 40% a 100% das pessoas com mais de 70 anos; 52% das crianças negras e 32% dos médicos de um hospital de Boston.

Casos de toxicidade, com o excesso de vitamina C ,pode facilitar a formação de cálculos renais e crises de excesso de acido úrico levando a crises de gota, diarreia, cólicas abdominais, cefaleia, sensações de calor excessivo, principalmente em pessoas como judeus, negros americanos e africanos, asiáticos, apresentam uma deficiência enzimática hereditária, que é agravada pelo alto consumo da vitamina C, causando anemia hemolítica (HENDLER, 1997 e FRANCO, 1992).O consumo de megadoses de vitamina C tem sido apontada por alguns autores como a causa de moléstias como um simples resfriado a vários tipos de câncer.
Os brancos podem desenvolver formas de câncer de pele, pela exposição excessiva a luz do Sol, pois não está presente em seu DNA a informação de que devem repelir essa luz, para sobreviverem, pois seu organismo é adaptado a captar o máximo possível de luz, e usá-la em seu proveito, o que explica por exemplo o desenvolvimento e uso no período medieval das Espadas Claymore – gaélico escocês “...claidheamh mòr...”, e significa espadão com aproximadamente 1,20 m à 1,50 m de comprimento, e precisava das duas mãos para ser manuseda – mesmo com a média de altura dos homens que as empunhavam, ser de no máximo 1,70 m de altura – mesmo entre os nórdicos, varengos e vikings, somente os suecos eram em média 10 cm mais altos, ou seja, tinham em média 1,80 m de altura.

A deficiência de vitamina A, por exemplo, é frequente em zonas como o Sudeste asiático, onde o arroz sem casca, que carece de vitamina A, é a principal fonte de alimentação.
As algas, em contrapartida, que fazem parte da alimentação tradicional de diversos países asiáticos, principalmente do Japão, onde 25% do cardápio é vem a ser composto pelas mesmas, e pesquisas científicas descobriram que uma alga marinha vermelha do gênero Porphyra, a qual é comumente utilizada no preparo do sushi, e que produz um polissacarídeo sulfatado conhecido como porfirano, somente pode ser atacado por enzimas denominadas porfiranases, produzidas pela bactéria marinha Zobelia galactanivorans. Os cientistas descobriram que os genes que codificam para essas porfiranases e outras proteínas associadas foram transferidas de modo horizontal a uma bactéria (Bacteroides plebeius), presente apenas e tão somente nos intestinos, dos japoneses.
Isso significa que expor-se a consumação, em condições extremas, da alimentação dos japoneses e asiáticos, para grupos humanos diferentes, pode resultar em prejuízos orgânicos ou morte, pela incapacidade de existir no meio ambiente que veio a gerar estes grupos, os quais também podem vir a se prejudicarem seriamente, quando se movem para fora de seus habitats naturais, como foi evidenciado acima.

Em suma, a natureza esta dizendo aos atuais homo sapiens, quaisquer que sejam suas origens, que o ambiente onde se desenvolveram é o ideal para cada um dos grupos, e que quando uma ou mais pessoas vem a transgredir isto, elas devem pagar o preço, “...newtonianamente...” falando – parafraseando os físicos – é tal e qual a relação de causa e efeito do karma.




Sobre a configuração, tipificação e geração humanas e seus ambientes

Agora, sabendo que os tipos humanos asiático, negro e branco – sem mencionar o biótipo dos chamados índios, do Canadá, América do Norte, América Central e América do Sul – possuem diferenças gritantes entre si, e que inclusive os medicamentos devem ser produzidos respeitando-se estes dados, e que os remédios de diabetes, pressão arterial, e como vimos acima tratamentos de tuberculose, osteoporose, câncer de próstata, de pele de intestino, metabolismo, entre tantos outros, devem ser firmemente incluídos nesta temática, vamos analisar a configuração pessoal humana, com base nisto!

Como foi citado acima, o gene de herança ou atavismo “...Y...”, proeminente em homens e marca dos mesmos, “...jamais sofre qualquer alteração...” quando passado de pai para filho, e o gene mitocondrial, mais precisamente usado como marca de configuração dos atavismos – herança – genética das mulheres jamais são tocados pelas alterações e sobreposições genéticas dos processos de formação da criança em questão, que vem a se desenvolver.

Significa que o menino ou menina que venha a ser gerado, deverá ter traços inalteráveis pelo tempo – que em momento algum vão sofrer mutações – e traços que podem sofrer mutações ou que podem ser “...co-dominantes...”, assim como os recessivos.

No que tange a geração, basicamente os “…genes não se moldam com harmonia e brandura, eles o fazem em meio a uma batalha química...”, isso significa que o gene que estava mais forte em dado momento, de pai ou mãe suplantará outro, para gerar determinada característica nos filhos, e que “...pela clássica incerteza do meio orgânico no momento exato da formação e fecundação...”, estas características a serem herdadas se manifestarão de forma “...errática...”, em tudo que puder ser errático.

Dito de outra forma, ao contrário do que todos os nobres tolos das políticas de ação afirmativa vem a afirmar, as características positivas de pai e mãe, não sendo ambos da mesma raça – notem que raça lida com morfologia e etnia lida com costumes – além da natural batalha de incertezas presente em situações monoraciais, é multiplicada pelas características gritantemente diferentes – extensamente evidenciadas acima – pelas situações multirraciais de fecundação.

Isso não significa que uma pessoa que seja, apenas e tão somente como exemplo, “...Ainoco...” – mestiço de japoneses com outros povos – herdará fatalmente todas as características ruins de pai e mãe, significa que ele pode vir a desenvolver sistematicamente em sua vida – dependendo de quem forem os seus pais – cegueira noturna e anemia, por não poder se alimentar das mesmas coisas que seu pai ou sua mãe naturalmente poderiam, por estar exposto a um meio que agride ao seu aparelho disgestório, mas que pode não estar sendo nocivo a sua pele, ou que pode ter uma agressiva falta de cálcio em vida, ou várias sequências de doenças pulmonares e baixa resistência imunológica, sendo ao mesmo extremamente difícil conviver – e daí teremos elementos reais geradores de fatores de convívio social – com outras crianças para brincar ou para praticar esportes, e como o bullying é um fato internacional e sem fronteiras, esta criança será estigmatizada e crescerá tecendo pensamentos de repulsa ou de aproximação, gerados pelos padrões de tentativa de massificação presentes no povo, na massa, e produzirá para sí e para outros a sua volta, padrões de atitude e comportamento nocivos ou positivos.

Estas condições longe de serem casos isolados, podem ser observadas em várias sociedades mundo afora, e a origem das mesmas é essencialmente ligada aos choques de configurações genéticas com o meio onde os genes estão tentando sobreviver, como é o caso dos problemas de obesidade para adultos e crianças em todo mundo, sendo que – em relação as crianças - além das consequências negativas para o organismo infantil, a obesidade afeta diretamente o convívio social da criança e do adolescente. De acordo com a última pesquisa realizada pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, crianças obesas ou acima do peso têm 60% a mais de chances de sofrer bullying.

Observemos que na população norte-americana, a quantidade de pessoas com Síndrome Metabólica aumenta cada vez mais em homens e em mulheres com idade avançada. A prevalência da Síndrome Metabólica na população mais velha já alcança 50%. Em relação à raça, negras norte-americanas possuem aproximadamente 57% maior prevalência do que os homens, e hispânicas norte-americanas possuem em torno de 26% mais prevalentes que em hispânicos norte-americanos (Ford et al., 2002), sendo que a obesidade visceral reduz a captação da glicose mediada pela insulina e está diretamente relacionada à resistência insulínica, o que demonstra claramente que o ambiente e o alimento presente no mesmo, é tóxico aos que estão fixados nele, mais uma vez.

Por exemplo, em mulheres obesas de uma população miscigenada, a Acanthosis nigricans foi mais freqüente nas de raça negra e parda e foi observada maior freqüência de co-morbidades da síndrome metabólica em comparação à população sem Acanthosis nigricans. As mulheres obesas com Acanthosis nigricans devem ser investigadas para distúrbios metabólicos, mesmo sendo jovens.

A acantose nigricans é uma doença rara da pele, caracterizada por hiperqueratose - excesso de queratina - e hiperpigmentação  - lesões de cor cinza e engrossadas, que dão um aspecto verrugoso - , e é frequentemente associada à obesidade e endocrinopatias, como hipotireoidismo ou hipertireoidismo, acromegalia, doença do ovário policístico, diabetes insulino-resistente, síndrome metabólica, e Síndrome de Cushing.

Os dados científicos tem demonstrado que o choque entre o indivíduo que tende ao comportamento de massa e o meio onde este comportamento é praticado, é ofensivo em todos os graus, contra sua própria psique, e contra as pessoas com as quais o mesmo vem a conviver.
Observemos, pois, certos hábitos comportamentais dos grupos humanos – hora finalmente temos que elucidar o que os sociólogos tem transformado em pantomima – e prestemos atenção legítima nos mesmos.

A sesta, por exemplo, que  é o tradicional sono durante o dia na Espanha, e por influência espanhola, em muitos países latino-americanos, e que vem a ser praticada pela presença de alta temperatura e consumo de alimentos pesados na refeição do meio-dia. Estes dois fatores combinados contribuem para a sensação de sonolência pós-almoço, principalmente em populações que tendem a ter maior vasodilatação, como é o caso da população caucasiana, a população branca, sendo que esta vasodilatação está diretamente ligada a sua habilidade para sobreviver em climas mais frios, ou onde há grande presença de água, para enviar facilmente sangue e oxigênio para o corpo e mantê-lo aquecido.

Esta atitude é praticada como forma de sobrevivência em áreas da Espanha onde se fixaram os Visigodos, ao redor do século V da vulgar era cristã, e ali abrangendo inclusive todo o norte de Portugal, vieram a formar a Gotland, e influenciaram grandemente as estruturas políticas e históricas da Europa como um todo, mesmo tendo sucumbido a presença mulçumana posterior, que foi expulsa pelos Dinamarqueses, em sequência.

Em latitudes mais baixa, é mais gritante ainda a necessidade de fugir do sol do meio dia – regiões do deserto da África por exemplo.

Em latitudes mais altas, o calor do sol é o momento exato para se trabalhar mais.

E os indivíduos que vivem nestes locais, naturalmente adaptados aos mesmos e que nasceram das glaciações, e que se fixaram por terem encontrado locais perfeitos para si mesmos, estruturaram suas vidas para poderem coexistir com a natureza e seus ciclos, sem que choques fossem produzidos.

Quando um grupo de pensadores planeja algum grupo de atos administrativos para desenvolver um determinado local, eles o fazem em geral cometendo sempre o mesmo grotesco erro de usaram de uma ridícula fórmula universal – ou católica se preferirem – que massifica a produção industrial, comercial, social e intelectual ao redor de normas de Horários, Costumes e porque não dizer “...Direitos Humanos...”.

Nisto os sociólogos tem se apoiado para reforçar suas teorias e apodrecerem as saídas para a sociedade moderna, afogando-as em teorias que nada de pratico ou efetivo possuem.
Se alguém quer supostamente  “...salvar a África...”, deve fazê-lo jogando pelas regras da África, para cada país, região e população africanos, caso a caso, unicamente para os africanos e ninguém mais, e sem interação com outros povos, que possam nocivamente alterar essa relação população e meio no qual esta se encontra.

Dito de outra forma, da mesma maneira que as populações de ancestrais dos nativos norte americanos erradicaram os gigantescos mamutes e preguiças que coexistiam na região da América do Norte, caçando todos os filhotes e auxiliando o final da Idade do Gelo a erradicar a todos estes animais, sendo nocivos àquele ambiente e aos que dominavam aquele ambiente, a população europeia que se instalou na América do Norte, e praticamente erradicou a população nativa dali, foi nociva ao meio presente, erradicando os Búfalos, e acabando com o ecossistema original – exatamente como os nativos norte americanos fizeram com os animais da Mega Fauna da Era do Gelo - sendo que em geral procederam assim – tanto os ancestrais dos nativos norte americanos quanto os europeus - porquê exauriram a comida em busca de sobrevivência em local inóspito originalmente aos mesmos, e que procurou constantemente repeli-los.

Notemos, além de tudo que foi acima citado , que Marx – por exemplo - produziu um trabalho útil em sua vida – mesmo que incompleto – que nos leva a considerar seriamente o quão errado é dar dízimo a um farsante, e demonstrando com inteligência as relações das superestruturas  sociais, e as construções sociais de capital e força de trabalho, citando que algo somente ganha valor quando é imposto uma força de trabalho sobre a coisa em questão.

Muitos historiadores e principalmente sociólogos – sempre os sociólogos – e mesmo biólogos tem se usado de seus pontos de vista, para desenvolver teorias e aplicações – em geral pouco práticas e muito problemáticas – para o que querem supor como sendo a raiz da justiça de distribuição social – uma destas formas de demência tem sido observada em meio as chamadas políticas de ação afirmativa, ou que também já foram chamas de preconceito positivo.

Porém a visão de Marx é externa a raiz dos problemas, e a visão ainda mais estreita dos que se usaram dos trabalhos de Marx, levou-os e pensarem apenas em tão somente em termos de ditadura do proletariado, e divisão do capital com base no povo e para o povo – Robespierre deve ter se sentido plagiado, principalmente por Lênin e Stalin, quando a Checa foi criada, e a versão Soviética do Terror Francês, causou a morte de 20.000.000 (VINTE MILHÕES) de pessoas, em solo eslavo, sem mencionar os 60.000.000 (SESSENTA MILHÕES) de vítimas de Mao Tse-Tung e seu Livro Vermelho.

Nenhum destes pensadores jamais teve acesso aos vetores genéticos e limitantes, de cada biótipo específico das regiões onde suas “...ditaduras do proletariado...” foram instauradas, de tal forma que – como a vasta quantidade de provas, com a própria fome que foi seguida pelo canibalismo na Ucrânia, pode demonstrar – de tal forma que inanição, apatia de desenvolvimento econômico no pós anos 50 soviéticos, corrupção em massa, inércia e decadência geradas pela regra da massificação, foram os principais “...filhos afirmativos...” dos modelos da Esquerda, historicamente e internacionalmente.

Por sua vez, em sua constante incapacidade de lidar com fatores concretos de evolução, e presa aos eternos grilhões do monoteísmo, e da falsa nobreza produzida por este, a direita por si só, sem pressão de forças opostas, jamais conseguiu produzir uma coerente forma de produzir e induzir crescimento meritocrático na população que viesse a merecer o mesmo. Um exemplo disto está nos militares brasileiros, que estavam com poder para fazer o que bem entendessem, e deixaram a favela da rocinha e demais favelas, serem formadas e crescerem, e que poderiam ter investido nos elementos mais inteligentes da sociedade, quaisquer que fossem suas origens, par produzir desenvolvimento, saudável competição pelo melhor e para o melhor, e lucros optimizados para industrias, comércio e serviços, mas jamais o fizeram – outro exemplo e talvez mais gritante, é completo fracasso da administração islâmica no Egito, como a revolta de mais de 17.000.000 ( DEZESSETE MILHÕES) de pessoas nas ruas exigindo a saída do governante ligado aos pontos de vista estreitos do alcorão, viesse a ser exigida inclusive por islâmicos.

Que seja bem entendido, antes das relações sociais de trabalho e como mola motora das mesmas, estão às relações de necessidades dos genes com o meio onde eles se encontram, como sustentáculos dos paradigmas pessoais e vetores de influência e resiliência nos laços sócio familiares.

Isto por si só significa que é incorreto, que as regras de trabalho sejam válidas em escala igual e da mesma forma, para todas as pessoas em todas as partes do mundo e que estas pessoas somente alcançam o melhor de seus potenciais pessoais quando estão atuando em áreas harmônicas as suas verdades atávicas, que são as molas mestras por trás das escolhas e respostas montadas do nível subconsciente para o nível consciente.
Uma grande prova da falha do comunismo e marxismo em geral, no que tange a abranger as relações e causas últimas e verdadeiras de alguém, está na célebre frase de Bakunin para Marx “...Os oprimidos de hoje, serão os opressores de amanhã!...”, como de fato Stalin, Lênin, Mao Tse-Tung e Robespierre dão largas e históricas provas, sem mencionar o fato mais importante, de que Marx filho de judeu que não se relacionava bem com outros judeus, sendo então relegado a miséria, era um entre muitos outros judeus que acabaram por passar pela mesmíssima situação que o próprio Marx viveu, porém ele simplesmente nadou contra a maré, num claro, clássico e elucidativo exemplo de Resiliência, indicando que o próprio Marx não era tal e qual outros, que ele era diferente e que portanto não era do povo, e por causa disto em verdade atraiu pessoas a sua volta – antes e depois de sua morte - como uma estrela atrai planetas que estão em órbitas ao redor da mesma.



Dilemas e Soluções

Abordemos agora alguns dados que podem tornar mais compreensível a atual estrutura e situação social, e o que a orientou em direção a seus caminhos erráticos:

- Sociologia: Parte das ciências humanas citadas e sugeridas, como tendo a obrigação de estudar o comportamento humano em função do meio e os processos que interligam os indivíduos em associações, grupos e instituições. Enquanto o indivíduo na sua singularidade é estudado pela psicologia, a sociologia tem uma base teórico-metodológica voltada para o estudo dos fenômenos sociais, tentando explicá-los e analisando os seres humanos em suas relações de interdependência. Compreender as diferentes sociedades e culturas é um dos objetivos da sociologia.

- Positivismo: O método geral do positivismo de Auguste Comte consiste na observação dos fenômenos, opondo-se ao racionalismo e ao idealismo, por meio da promoção do primado da experiência sensível, única capaz de produzir a partir dos dados concretos (positivos) a verdadeira ciência (na concepção positivista), sem qualquer atributo teológico ou metafísico, subordinando a imaginação à observação, tomando como base apenas o mundo físico ou material. O Positivismo nega à ciência qualquer possibilidade de investigar a causa dos fenômenos naturais e sociais, considerando este tipo de pesquisa inútil e inacessível, voltando-se para a descoberta e o estudo das leis (relações constantes entre os fenômenos observáveis).

- Anti-positivismo: Refere-se a tudo aquilo que é contrário ao paradigma positivista. O anti-positivismo rejeita o empirismo e a pretensão positivista que professa a existência de unidade metodológica entre as diferentes ciências. No final do século XIX e início do século XX os anti-positivistas redescobriram a oposição existente entre o mundo das ciências naturais e o mundo das ciências humanas, dando origem ao pensamento filosófico, sociológico e científico modernos. O surgimento da psicanálise e a descoberta dos mecanismos da dinâmica do inconsciente por Freud e Jung colocaram em cheque as concepções relacionadas à moral científica e à teoria cerebral positivista.

Acima observamos claramente, que a Sociologia como está sendo proposta pelos dignos apedeutas cognitivos, armados com seus diplomas e doutorados de legítima politicagem universitária – quer sejam os dementes de esquerda ou os religiosos de direita - naturalmente e obrigatoriamente  tem que descartar toda e qualquer evidência médica, biológica e científica que demonstre as respostas individuais, e o bojo das respostas de todos os indivíduos com características semelhantes, como vetor de orientação social propriamente dita, e uma das molas mestras da sociedade.

Isso se dá pela necessidade de criar uma síndrome social, a qual por sua vez gerará uma necessidade e uma distorção, na qual os próprios dignos e doutos senhores e senhoras acima citados, vem a se inserir como representantes de respostas – para a doença que os próprios geraram, e da qual tal e qual um organismo parasita, necessitam para existirem ou terem alguma importância.

Tanto uma via como a outra, direita canhota ou esquerda destra, tendem a distorcer vetores principais, por objetivos pessoais ligados a ganância, demagogia ou presunção.
Se por um lado a direita propõe diferenciação de pessoas, com base em valores enganosos que venham a embasar a si mesmos nas teorias nascidas do comportamento de massacre, apropriação indébita e moléstias, gerados pela existência do monoteísmo.

Por outro lado, a esquerda nivela a tudo por baixo, e dá uma falsa ideia de conquistas e importância, nivelando a todos como uma rale única, da qual os líderes da ralé devem guia-la, pela política da ditadura da ralé para a ralé, pela ralé e para multiplicação da ralé, e em verdade nada além de ralé domada por uma outra casta proprietária do dinheiro, tão ordinária e falsa como a que é gerada pela direita, é o que de fato vem a ocorrer, e isso não sem que os vícios particulares da ralé, venham a ser enaltecidos como virtudes.

Com base no que foi acima observado, vamos lidar agora com fatores que elucidem de vez as questões sociais e humanas, que foram acima citadas e incomodadas:

Há em meio a humanidade em geral, 3 fatores de diferenciação que podem ser observados em qualquer meio social:

- Beleza: Os gregos descobriram o número de ouro, uma relação de proporções que obedece a uma escala constante. Seu padrão é uma relação de um lado com dimensão "1" e o outro com dimensão "1.618"(...) ou "0.618"(...). Apesar de ser um número importante na natureza, também não é o único, havendo as escalas decimais, a relação de 0,7, entre outras. De certa forma, apesar da predominância de alguns números constantes, pode-se constatar que para diversas espécies há uma proporção específica que poderá gerar a "beleza" orgânica (formas, sons, cores...). Então, provavelmente a beleza é uma função constante no universo, manifesta em qualquer momento onde haja menores níveis de entropia, ou ainda, uma tendência da organização do universo em direção a elementos proporcionais, relacionando-se desta forma, à harmonia como elemento de composição do real. A Beleza é a característica de diferenciação que mais facilmente pode ser simulada, inclusive e principalmente nos dias atuais;

- Inteligência: Que pode ser definida como a capacidade mental de raciocinar, planejar, resolver problemas, abstrair ideias, compreender ideias e linguagens e aprender. É mais difícil de ser simulado, porém os hipócritas das salas de aulas modernas, aprenderam a usar de canudos de mestrado, término de cursos e doutorados, completamente estéreis, para se vangloriar de forma efêmera de suas supostas conquistas, as quais usam em total canalhice, para espalhar sua demência como forma de sapiência, ampliando desta forma tanto a corrupção como as doenças sociais, no processo;

- Resiliência: é um conceito psicológico emprestado da química, definido como a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - choque, estresse etc. - sem entrar em surto psicológico. A American Psychological Association define resiliência como o “processo e resultado de se adaptar com sucesso a experiências de vida difíceis ou desafiadoras, especialmente através da flexibilidade mental, emocional e comportamental e ajustamento a demandas externas e internas” (APA, 2010, p. 809). Sabbag (2012) a define como: "resiliência é competência de indivíduos ou organizações que fortalece, permite enfrentar e até aprender com adversidades e desafios. É uma competência porque pode ser aprimorada: reúne consciência, atitudes e habilidades ativadas nos processos de enfrentamento de situações em todos os campos da vida". Esta é a única característica ou marca de diferenciação, que não pode ser simulada, não importa quanto seja feito esforço com este intento.

Além disso devemos considerar outros vetores, muito importantes, que lidam com as relações humanas verdadeiras:

Atavismo: (do latim atavus, "ancestral") é o reaparecimento de uma certa característica no organismo depois de várias gerações de ausência. Decorre da não expressão de um gene em uma ou mais gerações de indivíduos;
A individuação: conforme descrita por Jung, é um processo através do qual o ser humano evolui de um estado infantil de identificação para um estado de maior diferenciação, o que implica uma ampliação da consciência. Através desse processo, o indivíduo identifica-se menos com as condutas e valores encorajados pelo meio no qual se encontra e mais com as orientações emanadas do Si-mesmo, a totalidade (entenda-se totalidade como o conjunto das instâncias psíquicas sugeridas por Carl Jung, tais como persona, sombra, self, etc.);
Massificação: O ensaio "A Crise da Cultura" de Hannah Arendt, escrito em 1961 sugere que uma "mídia dirigida pelo mercado lideraria o deslocamento da cultura pelos ditames do entretenimento." Susan Sontag argumenta que, na nossa cultura, os mais "...inteligíveis, persuasivos valores são [crescentemente] tirados das indústrias de entretenimento", "debilitam os padrões de seriedade". Como resultado, tópicos "tépidos, suaves e sem sentido" estão se tornando a norma. No livro de Rosenberg e White Mass Culture (Cultura de Massa, em tradução livre), MacDonald argumenta que "A cultura popular é uma degradada, trivial cultura que esvazia todas as profundas realidades (sexo, morte, falha, tragédia) e também os simples e espontâneos prazeres... As massas, pervertidas por algumas gerações desse tipo de coisa, começou a demandar produtos culturais triviais." Van den Haag argui que "...toda a mídia de massa no seu final aliena as pessoas de experiências pessoais e embora pareçam compensar isso, intensificam o seu isolamento moral uma das outras, da realidade e delas mesmas.";

Em geral todos os sistemas de relacionamento humanos, levam em consideração níveis de poder e status que se concentram nos temas beleza, poder e inteligência, demarcando que os vetores que sustentam a massificação social, a globalização viciosa em si mesma, o catolicismo comunista, ou mesmo o marxismo protestante da dissolução do indivíduo na massa, acabam tendo em seus comportamentos os mesmos níveis de corrupção, e embora afirmem externamente coisas diferentes, internamente precisam desesperadamente de um gigantes mercado produtor e consumidor, para se auto sustentarem, e acabam por desencadear brigas por poder para manterem a si mesmos, pondo em risco as populações que em teoria deveriam estar se valendo dos mesmos em prol de si mesmas.

Os níveis de poder e status vão pela massa, usam a massa, vivem da massa e querem o aumento da massa, mesmo que o meio ambiente, que molda os genes da massa seja devastado, modificado de forma horrenda ou deformado no processo.

Desta forma, por uma necessidade de manter o poder para si, todo elemento que não tenda a se dissolver na massa, controlada pelos ditos planejadores sociais, quer os mesmos sejam de direita ou de esquerda, é visto como um elemento destoante e uma ameaça ao sistema em si mesmo, devendo portanto ser eliminado, pelo bem dos governantes – quer os mesmos sejam califas, pastores e ministros evangélicos, rabinos, padres ou comunistas – e políticas públicas de sustentação de base apropriada para manter esta estrutura de status e poder, são sempre feitas para atrair pessoas de outros países, que se conformem com os objetivos de massificação, quando não é possível usar em escalas cada vez mais altas, a população própria de um determinado local.
Notemos todos nós, por exemplo, que o processo de escravização desencadeado contra os negros provenientes da África, jamais foi algo tão brutal por pior que viesse a ser, como foi o processo de apropriação indébita, tortura e aculturação da invasão do catolicismo e cristianismo, sobre a Europa originalmente pagã.

De fato, o racismo apresentado contra os negros, tem o mesmo fundo das assertivas católicas, em que era sugerido que os cruzados poderiam comer da carne dos mulçumanos, pois os mesmos não eram cristãos, e por tanto não eram humanos.

As desculpas para usar os negros como escravos, sempre foram procuradas e sustentadas por afirmações bíblicas, e em geral eram do mesmo tipo de infâmia que foram usadas para assassinar e torturar 9.000.000 (NOVE MILHÕES) de heathens e pagãos em toda a Europa:

MATEUS [24]45: Quem é, pois, o servo fiel e prudente, que o senhor pôs sobre os seus serviçais, para a tempo dar-lhes o sustento?46 Bem-aventurado aquele servo a quem o seu senhor, quando vier, achar assim fazendo.47 Em verdade vos digo que o porá sobre todos os seus bens.48 Mas se aquele outro, o mau servo, disser no seu coração: Meu senhor tarda em vir,49 e começar a espancar os seus conservos, e a comer e beber com os ébrios,50 virá o senhor daquele servo, num dia em que não o espera, e numa hora de que não sabe,51 e cortá-lo-á pelo meio, e lhe dará a sua parte com os hipócritas; ali haverá choro e ranger de dentes.

Porém, inerente é a culpa dos próprios negros por prenderem outros negros, açoitá-los nos navios negreiros, e os comercializarem para outros em terras distantes A “base teológica” do ódio religioso ensinava que a palavra hebraica “...cam...” significava “...queimado...”, “...preto...”, fazendo do filho de Noé o pai da raça negra. Numa maldição imprecada por Noé, Cam deveria ser o mais baixo dos servos (Gn 9.18-27).2 – aliás outra povo do ódio praticado pelo monoteísmo.

Se – segundo pesquisa médica da Revista Brasileira de Anesteseologia - a prevalência de certos alelos relacionados a mutações genéticas da hemoglobina foram vantajosas aos habitantes negros da África equatorial, pois a hemoglobinopatia teria favorecido os heterozigotos com genes da anemia falciforme (siclemia) em detrimento de negros homozigotos mais anêmicos - ss - com maior mortalidade pela malária na forma mais grave. Este fenótipo “antimalárico” se dispersou para as Américas com a escravidão negra e os movimentos de migração.
Se os genocídios étnicos - ou seja de uma mesma raça morfologicamente falando contra uma porção da mesma, que difere por requesitos de costume - Dos tutsis em Ruanda só em 1994, matou cerca de 800 mil (OITOCENTAS MIL PESSOAS), e o genocídio dos grupos não-muçulmanos em Dahfur em 2003, da vulgar era cristã, até o presente momento matou cerca de  400 mil (QUATROCENTAS MIL) PESSOAS, isso sem sequer mencionar toda a canalhice do Fraccionismo - nome dado a um movimento político Angolano, liderado por Nito Alves, ex-dirigente do MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola) - cujo número de mortos chegou a 80.000 (OITENTA MIL) PESSOAS, se o massacre de Serra Leoa causou a morte imediata de 50.000 (CINQUENTA MIL) PESSOAS mais de 2.500.000 (DOIS MILHÕES E QUINHENTAS MIL) PESSOAS foram desalojadas pelo mesmo, se em Mali até o presente momento a escravidão continua a ser uma prática ativa em todo o país, por mais que tentem os sociólogos esconder os fatos, por trás de políticas de adulteração dos fatos, supostamente pelo bem dos melhores interesses dos cidadãos envolvidos, se no Congo milhares de crianças são mutiladas todos os dias e usadas como soldados em meio as guerras ali instauradas, se até 2008 da vulgar era cristã pelo menos 120.000 (CENTO E VINTE MIL) garotas, criançã, mulheres e adolescentes, sofreram mutilação genital em toda África, se nas guerras de Moçambique ocorreram diretmente 1.000.000 (UM MILHÃO) DE MORTOS, sendo que  454.000 (QUATROCENTOS E CINQUENTA E QUATRO MIL) eram crianças de idade inferior aos 15 anos mortas entre 1981 e 1988 (45% das vítimas) e 23% de crianças entre os feridos registados nas unidades sanitárias, além de 7.000 crianças deficientes devido às minas entre 1980 e 1993, e 50.000 pessoas amputadas, das quais 7.000 crianças e mulheres.
Se os escravos que vieram para o Brasil, proeminentemente vieram de Moçambique, Ângola e Sudão.

Se – segundo pesquisa médica da Revista Brasileira de Anesteseologia - a prevalência de certos alelos relacionados a mutações genéticas da hemoglobina foram vantajosas aos habitantes negros da África equatorial, pois a hemoglobinopatia teria favorecido os heterozigotos com genes da anemia falciforme (siclemia) em detrimento de negros homozigotos mais anêmicos - ss - com maior mortalidade pela malária na forma mais grave. Este fenótipo “antimalárico” se dispersou para as Américas com a escravidão negra e os movimentos de migração.

Se o próprio Zumbi de Palmares era visto como um rei pelos que em Palmares moravam, e se o mesmo dependia inerentemente da presença de escravos para sustentar Palmares, como seus ancestrais caçadores de escravos o faziam, então qual deve vir a ser a dívida social real da sociedade atual, se os negros brasileiros e mulatos temiam ir para a África, por medo da vida miserável dos que residiam ali, e da possibilidade de cativeiro e venda como escravo parte dos negros africanos, e isso ainda nos tempos em que a escravidão estava por terminar no Brasil?


E ainda, havendo grande número de pessoas que sustentam dúvidas sobre o fator religioso – vinculado ao tráfico de poder que o cerca, e a insidiosa quantidade de vícios presentes no monoteísmo – venha a ser a real mola motora dos processos ligados ao que se designa como racismo nos tempos atuais – e antigos - deixemos as palavras do Padre Antônio Vieira, falarem por si:

Obviamente, como este é um sermão de Vieira, ele não deixaria tal sugestão flutuar no ar, sem fundamentá-la. E a fundamentação vem, detalhada e cuidadosamente elaborada. Usando o recurso de fazer perguntas à (suposta)  audiência, e respondendo-as ele mesmo com citações doutas em latim, Vieira avança outro ponto importantíssimo  para a compreensão do continuado apoio da Igreja Católica ao tráfico de escravos da África. O texto diz  que os negros  “... como todos os christãos, posto que fôssem gentios, e sejam escravos, pela fé e pelo batismo estão incorporados em Christo, e são membros de Christo” (300). Aqui se explicam tanto o projeto colonizador das Américas como  a retirada de africanos de suas terras para uma vida de escravidão no outro continente: estes filhos de Deus, mesmos os “aligenígenas” e os escravos, tinham o direito de serem cristãos. Como fazê-los cristãos sem trazê-los para o consórcio com os brancos cristãos? Naturalmente, dentro de tal lógica, os negros e os gentios não passavam de seres sem cultura, sem religião, que deviam ser submetidos a fim de que pudessem  nascer - ou renascer - como cristãos. Outro caveat: só pode subir ao céu quem desceu do céu. Em outras palavras, só pode ser salvo quem já estava salvo desde o princípio. Isto é:  somente  Jesus, que desceu do céu e era o filho de Deus desde o princípio, poderia subir ao céu. Desta forma, a única maneira para qualquer pessoa subir ao céu seria se a pessoa se perdesse em Jesus Cristo. For a disso, nenhuma salvação é possível. E, finalmente, a terceira condição para a salvação diz que para que as duas primeiras se fizessem possíveis para os homens, Jesus Cristo teria que morrer na cruz, “Oportet exaltari Filium hominis.”

Assim sendo, podemos observar que os sociólogos intencionalmente erraram, ou simplesmente não sabem do que estão falando, nem mesmo quando analisam os processos ligados a escravidão e a dívida social, tais e quais são sustentados, pois se há os que intencionalmente querem que sejam pagas as devidas dívidas para os negros, também devem ser pagas as dívidas que o cristianismo, o protestantismo e o catolicismo tem com cada euro descendente deste planeta, pois a violência praticada contra os mesmos, transgrediu em muito os limites naturais, da violência praticada contra os negros, pois dos negros como força de trabalho, os cristãos de sua existência precisavam, dos politeístas, heathens e pagãos europeus, os cristãos de sua inexistência precisavam:

Êxodo 22:18, dizendo “Não deixem viver a feiticeira”




Conclusão
Com base no entendimento do desenvolvimento orgânico de cada pessoa, e dos grupos de pessoas, e bem como na relação direta da natureza com esta pessoa ou pessoas, como elementos formadores dos mais insuspeitos motivos pessoais, e como força geradora de conceitos e modelos de proceder, sentir e de pensar, não é mais admissível pensar que não há perda ou risco na transgressão do meio ambiente natural de alguém por alguém de outro meio natural, pois é uma inverdade que não há riscos orgânicos, fisiológicos e psicológicos em decorrência da relação meio/natureza/genes.

Aqueles que vem a se encontrar em situação de transgressão destes limites, pagam diariamente por isto, e continuarão a pagar, assim como os descendentes que venham a ter, salvo a possibilidade pequena da suposição de uma miraculosa força de vontade oriunda de processos articulados além dos verbetes e semi pensamentos, que pudesse vir a moldar caso a caso, gene a gene, todo o ser de alguém sem exceção de uma só parte, sob risco de implodir o sistema inteiro, guiando e orientando assim o todo conforme uma poesia que inaudível, controlaria pela melodia, o sistema inteiro.

Porém, a humanidade não é feita de super-homens ou de super-mulheres, e por causa disto, a transgressão dos limites naturais, formadores dos genes ou a combinação a esmo dos genes, os quais existem a cada momento, como se estivessem no exatamente no ambiente dos tempos da Idade do Gelo, e que procuram quimicamente se relacionar com o mundo a sua volta, exatamente desta forma, causa a batalha formativa genética da qual derivam em efeito cascata as molas motoras de cada um e todos os problemas sociais, experimentados nos dias atuais, que se relacionem diretamente com adaptação, capacitação, sobrevivência e em última instância, interação social.

As relações sociais de trabalho, que não venham a levar em consideração a necessidade de readequação dos portadores dos genes aos seus meios adequados, fatalmente serão relegadas aos fracasso, ou a seu uso para usurpar dinheiro público em favor de canalhas, ou em última análise, para permitir que criminosos persistam intocados nos atos de seus crimes, pela política do “...coitadismo...” e seus vícios.

A saída para os problemas da humanidade, está no resgate e respeito pelas verdades pessoais atávicas de cada pessoa, como fator de diferenciação que deve ser usado como método de norteamento para escolhas individuais e grupais.


Bigliografia

Versos Satânicos, Salman Rushdie;
Our Troth: Living the Troth Kveldulf Gundarsson
Moisés e Abraão jamais existiram: Neils Peter Lemche;
The British Museum Book of the Rosetta Stone, C. ANDREWS;
Havamal em português, Clã Falkar;
An Introduction to the Germanic Tradition, Edred Thorsson;
Tanakh, a bíblia judaica;
Talmud, lei judaica;
Cabala Mística, Dion Fortune;
Alcorão;
Bíblia,
Dignitatis Humanae – I.C.A.R.
Da República - Cícero
Crítica da Filosofia do Direito de Hegel- Karl Marx
O Anti Cristo – Nietzche
Assim falou Zaratustra – Nietzsche
Edda em Prosa - Snorri Sturluson;
Edda Poétic - Snorri Sturluson;
Hävamäl;
Dicionário Aurélio do Português;
Sagas Islandesas: A Saga dos Volsungos, Theo de Borba Moosburger;
Galdrabok, Edred Thorson;
O Talmud Desmascarado - Reverendo I. B. Pranaitis
Os Sete Sermões aos Mortos – Carl Gustav Jung
Sobre el paganismo - Alain de Benoist
Brasil Colônia de Banqueiros – Gustavo Barroso

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http://eduardoamarantesantos.blogspot.com.br/2012/08/o-papel-da-mulher-entre-os-celtas-e-na.html

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