quarta-feira, 6 de março de 2013

História, Tradição e Anatomia Oculta dos Feiticeiros.


História, Tradição e Anatomia Oculta dos Feiticeiros.
Por: Frater Thul Alger/Grimmwotan



Introdução:
Este texto deve ser observado não sob os olhos da crendice, quaisquer que sejam suas fontes e estilos, e sim pelos olhos de um praticante devidamente atento e devidamente consciente.
Nada mais além de dor e infelicidade aguardam quaisquer pessoas vulgares que, sob quaisquer pretextos que o sejam, venham a inadvertidamente ler este pequeno ensaio.







Índice:

Capa......................................................................Página 1

Índice... .................................................................Página 2

Sobre os anagramas escondidos,
em meio a tradição oral e escrita........................Página 3

Sobre a formação dos ramos familiares
e seus efeitos.........................................................Página 6

Das verdades presentes em todas as
épocas e lugares..................................................Página 12


Conclusão...........................................................Página 24

Bibliografia.........................................................Página 24

Bibliografia Digital............................................Página 25


Sobre os anagramas escondidos,
 em meio a tradição oral e escrita:

Como é de conhecimento geral das pessoas que venham a estar atentas ao reavivamento das tradições germânicas e nórdicas, como o Teodish Gelebo, o Forn Seid, o Asatru, o Odalismo, o Odinismo e demais formas de redescoberta da tradição setentrional em geral, a figura central sob a qual pesam os fatos e importância em geral dos textos tradicionais, vem a ser Oddhen/Vodan/Wotam/Odin/Wodanaz.
Sabe-se que sua história em geral retrata sua ascendência metade ligada a Buri – o qual foi despertado por Auðhumla que alimentava-se da vazão constritiva original e fria proveniente de Nifhellhaim, a qual permanecia em fluxo pela presença expansiva e caustica de Möudspelheim, sendo que ao alimenta-se dos padrões provenientes de Nifhellhaim, libertou o “...Imenso...”/”...Buri...” do gelo – que gerou de si mesmo Bor, o Selvagem, o qual desposou uma Jotnar filha de Bolthorn, pai do sábio Mimir, a qual se chamava Bestla.



Sabe-se que no decorrer do tempo, ele veio a se tornar herdeiro de seu Tio, o qual é pela natureza da ideia do primogênito e mais capacitado, herdeiro de Bolthorn, em relação a tradição e conhecimento, pois é citado em meio ao Runathal – dentro do Hävamäl – que:

140 Nove disposições aprendi do filho Bolthor, pai de Bestla: Ele me verteu uma dose de precioso hidromel. Mesclada com Odrerir mágico;

141 Crecí forte e lancei bem: Palavra por palavra me deram palavras. Feito por feito me deram feitos;

142 Runas encontrarás e estrofes legíveis. Estrofes muito fortes, estrofes muito robustas. Estrófes que Bolthorn pintou, feitos por poderes enormes. Gravadas pelo Deus Profético;




Também é citado um detalhe muito importante a respeito da relação de Vodan com Mimir, pois em meio a Edda em prosa, escrita por Snorri Sturluson, é citada a famosa passagem em que Wotan oferece seu olho em troca da possibilidade de beber da Mímisbrunnr – o Hvel de Mimir, ou seja a “...fonte de Mimir...”.

É citado que uma das Três Raízes da Yggdrasil – sendo que as outras duas estão inseridas no Hvelgermir de Nifhellheim e no Hvel Urd ou Urd Brunnr em meio a planície de Ida, em Aesgard – está inserida dentro da citada “...Fonte de Mimir...”, sendo que esta fonte está em Jotunheim, e que Jotunheim foi gerada no local exato onde antes existia o Gnnungagap – o Vácuo absoluto ou Abismo, que separava Nifhellheim de Möudspelheim – estando portando no meio geométrico onde se originou o contato entre expansão e contrição pré-cósmicas.

É igualmente frisado nos textos registrados e na tradição oral, que a “...Fonte de Mimir...”, possuí um Imenso Conhecimento – e isso deve derivar do fato de que a mesma se encontra diretamente sobre o local onde ocorreu o encontro de forças pré-cósmicas, em outras palavras esta potente fonte se encontra no local exato onde as 3 única medidas verdadeiras do Infinito – irreconciliáveis em si mesmas – vieram a se encontrar, em seu crescimento infindável.

Estas três medidas do infinito podem descrever ao mesmo por carecerem de limites ou de símbolos exatos para as mesmas, o Infinito pode ser descrito então como carecendo de limites, e que qualquer forma de descrevê-lo incorre na limitação a um símbolo e portanto foge da possibilidade de descrição, sendo algo incorreto.

Neste caso temos “...absolutamente nada...”, como símbolo do infinito, e neste caso iconograficamente falando “...Zero...” é a forma mais próxima de defini-lo.

O Infinito pode ser descrito como algo “...absolutamente grande...”, sem medidas de limite para seu crescimento, portando sendo iconograficamente citado como um símbolo de “...+...”, e pode ser descrito como algo “...absolutamente pequeno...”, sem medidas de limite para sua constrição, sendo portanto iconograficamente citado como um símbolo de “...-...” , e no máximo podemos associar diretamente o conceito de número “...1...”, ligado a estes sinais, para dar o entendimento de 2 campos gigantes e ilimitados, opostos em tudo, discordantes em tudo, cujo crescimento em suas próprias direções os faz ficarem separados pelo abismo de vibrações de ambos os lados, o Vácuo ou Nada, ou Zero, já citado – poderíamos então dizer aqui que “...Zero é igual a Dois...”, por causa simplesmente disto, como já foi citado e ditado por Rose Kelly, para alguém que era conhecido como Perdurabo, em uma certa ocasião.

Após o entendimento da importância da citada “...Mimisbrunnr...”, poderemos então retornar a problemática em si da relação Mimir e Wodanaz.

È citado com algumas possibilidades de interpretações, que “...Odin ofereceu um de seus Olhos...” para poder beber do “...Hvel Mimir...”, e que ele depositou o olho que arrancou com suas próprias mãos, dentro desta “...Mimisbrunnr...”, em seguida pegando o Gjallarhorn, um específico chifre usado para poder beber da citada fonte, e o enchendo com o conteúdo do “...Hvel Mimir...”, para poder dele beber.







Quanto a este chifre, Gjallarhorn, alguns citam que há certas controvérsias pois, por exemplo Paul Schach afirma que  em verdade este chifre que no texto “...Ragnarok...”, é citado como o “...Chifre que Heimdallar usará para despertar os Aesires para a Batalha...”, não é o chifre de Heimdallar, sendo que o mesmo seria em verdade citado como "...Heimdallar hljóð...”, e que em verdade Snorri Sturluson poderia ter confundido o termo “...Heimdallar Hljóð...” com a palavra “...Gjallarhorn...”, mas não há nenhuma comprovação do uso de “...hljóð...” no sentido de "...chifre..." em islandês, sendo que muitos estudiosos usam este termo como  uma variação da palavra “...audição...”, e que ao se prestar atenção nisso, pode muito bem significar – segundo Carolyne Larrington – que também Haimdallar pode ter deixado seu ouvido dentro do Mimisbrunnr, para garantir a sua tão cantada “...Audição...”.

Ao realizar este ato, e pelas características citadas em relação ao senhor de Himinbjörg (Montanha nas Nuvens), oitava morada em Aesgard e lar de Haimdallar, protetor da entrada em Aesgard, e sabendo que no Rígsþula Haimdallar é o criador das 3 castas humanas – a dos servos Thralls, a dos comerciantes e outros deste calibre Carlls, e a dos nobres Jharlls – e sendo que pelo mesmo texto ele confere o título de “...Rig/Rigr...”, “...Rei...”, somente ao mais capaz de todos os nobres, e que em meio a estes nobres somente alguns podem vir a adentrar no “...Völhal...” ou no “...Folkvangr...” de Freya, podemos apreender que o conhecimento do “...Mimisbrunnr...”, passou a habitar em Haimdallar, sob seu próprio ritmo.

Sobre a formação dos ramos familiares, e seus efeitos:


A palavra ariano, ao referir-se a um grupo étnico, tem vários significados. Refere-se, mais especificamente, ao subgrupo dos indo-europeus, que se estabeleceu no planalto iraniano desde o final do terceiro milênio anterior ao início da era vulgar, e que povoou a Península da Índia por volta de 1500 antes do final da idade do ferro, vindo do norte, pelo Punjabe, disseminando-se pela Índia, Pérsia e regiões adjacentes.

Estes são também chamados de árias. A sua cultura ficou particularmente expressa nos Vedas e, principalmente, no Rig Veda, considerado como o mais antigo. Por extensão, a designação "arianos" (não o termo "árias") passou a referir-se a vários povos originários das estepes da Ásia Central - os Indo-europeus - que se espalharam pela Europa e pelas regiões já referidas, a partir do final do neolítico. O termo designa ainda os descendentes dos indo-europeus que fundaram a civilização indiana, subjugando as populações locais, dando origem ao sistema de castas e, mais especificamente, às castas dominantes dos Brâmanes, xátrias evaixás.

Neolítico (pedra nova) ou Período da Pedra Polida é o nome do período que vai de aproximadamente do décimo milênio a.C., com o início do processo sedentário e surgimento da agricultura, ao terceiro milênio a.C., dando lugar a Idade dos Metais.

O termo refere-se, também, na História das Línguas, ao protoariano, que teria sido o ramo linguístico comum aos antepassados dos povos indo áricos e iranianos e aos dois grandes subramos linguísticos a que terá dado origem, ou seja, às línguas indo áricas e às línguas iranianas. Estes dois sub-ramos são árico ou indo-iraniano. Pode ainda referir-se, especificamente, aos grupos linguísticos atualmente conhecidos como proto-indo-europeu, proto-indo-iraniano e indo-iraniano. Em tempos, também se utilizou o termo para designar todas as línguas indo-europeias.

A palavra ariano tem origem no latim ariānus (ariāna, ariānum), referindo-se à região da Ária. Esta região, designada por Arīa ou Ariānaem latim, corresponderia à parte ocidental da Pérsia ou da Ásia, e deve o seu nome à adaptação dos termos gregos Areía ou Aría que, por sua vez, remontam aos radicais persas ariya- ou ao avéstico airya- que se referem a povos invasores e dominantes que mantinham, contudo, solidariedade étnica em relação aos povos dominados, considerados "bárbaros".

A forma Aryāna-, do Persa Antigo aparece depois em avéstico como Æryānam Väejāh ("Território dos arianos"); em Persa médio como Ērān, e no Persa Moderno como Īrān, que deu origem, em português, a Irão ou Irã. De modo semelhante, a Índia setentrional já foi designada em tempos antigos pelo vocábulo composto (tatpurusa) Aryavarta "Arya-residência".

O termo Indo-ariano ar-ya- provém do Proto-Indo-Europeu ar-yo-, um termo formado pela adjetivo com a partícula yo- da raiz ar que significa "juntar com perícia", tal como aparece no grego harma, que significa "carro" ou na raiz aristos, (de onde provém "aristocracia"), ou as palavras latinas ars (arte). O Proto-indo-iraniano ar-ta- está relacionado com o conceito de algo "articulado de forma adequada", relacionado com uma visão religiosa de ordem cósmica.

Já se sugeriu que o adjetivo *aryo- remontava aos tempos Proto-Indo-Europeus, onde era usado como auto-designação dos falantes desta língua. Sugeriu-se, mesmo, que outras palavras como Éire, o nome em Gaélico Irlandês para Irlanda, ou a palavra alemã Ehre("honra") estavam relacionadas com esta palavra, mas tal hipótese é, hoje, considerada insustentável. De fato, o Proto-Indo-Europeu ar-yo- é sem dúvida, um vocábulo qualificador perfeitamente aceitável.

Ainda nos dias de hoje, os Armênios auto-designam-se como Aryaee, ou Arianos (com conotação racial de "sangue puro").

O termo ariano era já utilizado na Língua Portuguesa, em 1601, para se referir ao grupo étnico. Em 1794, já se encontram documentos onde a palavra tem uma acepção valorativa, referindo-se a "nobres" ou "superiores" - de fato, o sânscrito ārya designava as três primeiras classes étnicas consideradas "veneráveis" ou "excelentes". Em 1847, é já usado no âmbito da linguística, identificando-se com o indo-europeu.

Além disso na língua céltica, a palavra “...ario...” está diretamente relacionada com o termo “...prata...”, como ocorre com a Deusa que recebe o Nome de “...Arian-Hod...”, “...Círculo de Prata...”, e é implícito que em meio ao Baghavad Gita, onde Krishna instiga Arjuna – O Ario – ao embate, o mesmo seja representado com a pele azulada. Pois é fato que em meio aos povos remanescentes dos arianos e caucasianos, ocorre a muitas vezes a Argiria (do grego : ἄργυρος Argyros prata +-ia) a qual é uma condição causada pela exposição inadequada a prata, cujo sintoma mais evidente é a coloração da  pele tornando-se azul ou cinza-azulado colorido, como ocorreu com  Paul Karason, ou como vem a ocorrer nas pessoas que desenvolvem a  metemoglobinemia congênita que converte a hemoglobina em metemoglobina, que resulta numa capacidade reduzida para libertar o oxigénio para os tecidos, e causa em pessoas caucasianas a tonalidade azulada da pele – sem esquecer da Nöt, Jotnar que encarna a própria “...Noite...”, cuja pele era citada como escura como a noite, a qual em locais sem luz artificial e sem poluição é azul escura.





Em relação a suas migrações, os indo-arianos ter-se-iam instalado na Região Bactriana, a sudeste do atual Uzbequistão e a norte do Afeganistão, deixando a sua marca na chamada "...Civilização do Oxus..." ou "...Civilização bactro-margiana...", da Idade do Bronze, datada de 2200 antes da era vulgar a 1700 antes da era vulgar. A partir daqui, ter-se-iam associado à cultura védica. Designados como arianos védicos, supõe-se que tenham levado os Vedas (e a língua e cultura a eles associadas) ao subcontinente indiano, mais especificamente à sua região setentrional. Na Índia Antiga, aliás, o termo Aryavarta, com o significado de "residência dos Arianos", era usado para se referir ao norte do subcontinente. A língua védica evoluiu, posteriormente, para o sânscrito que deu origem a todas as línguas indo-europeias faladas na Índia. O dravídico e o munda têm outra origem.

Também a partir da Bactriana, outros indo-arianos migraram para o Médio Oriente. Há indícios da existência de falantes de indo-árico (ou indo-ariano) na Mesopotâmia à volta do ano 1500 antes da era vulgar, através de palavras presentes no dialeto Mitanni, na região ocupada pelos Hurritas. Especula-se que este povo possa ter sido dirigido por uma classe dominante indo-árica, formando o reino de Mitanni. Estudos arqueológicos desvelaram uma grande quantidade de nomes próprios védicos e, em particular, nomes de divindades.

Contudo em torno do ano 2218 anterior a vulgar era cristã e indo até o ano 2047 anterior a era vulgar, os Gutianos invadiram e dominaram toda a região de Uruk e principais cidades da Mesopotâmia, causando uma alteração fortíssima na região, nos costumes e modos daquele povo, sendo que após este período uma segunda migração dos mesmos em direção tanto a leste quanto a oeste e norte, veio a desencadear vínculos, causados por estas alteração, que são presentes e visíveis até os dias de hoje.

Estas migrações, presentes em todas as culturas que de alguma forma contém traços dos indo arianos, ou dos arianos propriamente ditos, desencadearam as similaridades de culto que estão presentes em regiões inacreditavelmente distantes, como é  caso da tradição suméria que cita a descida de Inanna ao Aralluh – terra dos mortos, regida por Ereshkigal, vista como sendo meio viva e meio morta, protegida por uma gigantesca fera chamada Kur – para resgatar Tammuz/Dumuzi, sendo que em meio a tramitação do drama divino sumério, Tammuz acabou por permanecer metade do ano no Aralluh, e metade do ano na celeste terra dos deuses, desencadeando os períodos anuais onde a vida brotava ou morria, dos extremos de calor sumérios do verão e presença da vida nos tempos mais frios.

Este fato é similar em tudo a descida de Freiya ao Hellheim – terra dos Mortos, regida por Hella, protegida pela gigantesca fera Garm – para resgatar o Brosingamen, sendo que em meio a tramitação do drama divino nórdico, o Brosingamen passou a ficar metade do ano no Hellheim, quando então a vida perecia e quando o calor retornava, estaria o Brosingamen de posse de Freya no mundo dos vivos e bem como na celeste terra dos deuses, trazendo de volta a vida para a terra dos vivos.

Sem esquecer da etimologia do termo Aesir/Az/Os/Ansjus/Ases nórdica, ligada aos termos Azag/U-Ansar sumérias, e bem como ao termo Ashura Persa e Indo-ário, o termo aesir etrusco, e o termo Aos-Sdhee (pronuncia-se aossi) irlandês, e Aesus Gaélico e Celta.

Ou mesmo dos termos para divindade: Deva, hindu; Tievas, eslavo; Tiwhaz, Nódico; Ziu nórdico e Zeus gregos.

Ou o drama da batalha de Marduk e Teshub (deus da tempestade dos Hititas) contra as serpentes gigantes Tiamat e Illuyanka, que muito guardam em comum com o drama da batalha de Thonnar/Thor contra e gigantesca serpente Jörmungandr.

Devemos também lembrar em termos linguísticos, que a chamada “...Aesgard...”, terra dos Aesires, guarda pequenos pontos de vínculo com o termo “...Asgar...”, em meio a tradição que cita os arianos como "...filhos de Chemsid...", o qual teria dividido a sociedade em quatro castas: os "...Catures..." (sacerdotes), os "Asgares" (guerreiros), "...Sebaisas..." (agricultores) e "...Anuqueques..." (artesãos). Coisa muito similar ao Rigthula, texto que mostra Haimdall dividindo a sociedade em castas, em que o termo Jharl e o termo Asgar, acabam tendo muita similaridade.

De fato, traçando-se um paralelo com as migrações dos Gutianos, com o fato de que a saída dos mesmos da região suméria se deu com a ascensão do líder GUDEA, termo que em verdade liga-se etimologicamente com os Gutianos,e observando que em sua segunda migração, os mesmos acabaram por afetar a região eslava, e continuaram seguindo em direção a região europeia, notaremos alguns detalhes muito interessantes.

Em meio aos muitos choques durante estas migrações, acabaram por chegar a um território muito interessante, o qual é citado como Terra de Vannes.

Notemos que a base da sociedade celta é a família no sentido extenso da palavra, comparável ao que foi observado nas cidades gregas e romanas. Essa família se chama "fine" entre os antigos gaélicos, e se observará que dito nome procede da mesma raiz que "Gwynedd", nome do noroeste do País de Gales, e da palavra "veneti", nome do povo gaulês que habitava o país de Vannes, Gwened em bretão.

Veneti ou Venedotia, é também como se conhece o termo para a Britânica Veneti, que é um nome tribal pelo qual os povos Belgas da costa do Atlântico foram conhecidos e citados até mesmo por Cesar, em seu intenso contato com as Ilhas Britânicas.

Seus ancestrais vieram dos Alpes à Norte, do Lago Venetico parte dos Bodensee, e da Bavária, potencialmente também dos Thuringios – que são a fonte dos mitos modernos sobre os Anões “...dwarfs...”, que são chamados de “...Walen...”.

Também há a sequência etimológica: Wealas que resulta em "...Welshmen...", ou "Venezianer/Venediger/Veneder" na Suiça, Austria, Bavaria e Thuringia.

Os Illyrianos conheciam o nome também, possivelmente eles trouxeram-no como “...Veneti...”, que ocorre no Norte da Itália na região de Veneza.
Estes Vannen, de características célticas e vinculados ao Gwennwed, são a fonte regional para a presença do culto aos Deuses Vanes da tradição Nórdica, os chamados Deuses da Terra, dos quais a Deusa Freya acima citada, é membro proeminente.

Como sabemos, a presença dos germânicos e dos celtas implica em uma relação de inimizade respeitada, na qual a proximidade das culturas nunca superou a belicosidade de uma para com a outra, mesmo sendo esta proximidade vívida em meio as similaridades de sua cultura e religião, como é o caso da semelhança dos deuses Vanires dos Nórdicos, com os Sdhee, ou “...Aos-Sdhee...”, dos Celtas, e bem como o uso do Oghimius, originado do contato com o Elder Futhark nórdico, por parte dos celtas, que ancestralmente já usavam o oghame para si.

A guerra citada na Edda e na tradição oral e escrita dos povos nórdicos, retrata uma batalha violenta entre Aesires (dos quais contamos deuses como Odin, Thor, Tiwhaz, Balder, e outros assim) contra os Vanires/Vanes/Vanen (dos quais contamos deuses como Freyr, Freya, Njord, Nerthus e sua afinidade imensa com os povos chamados de Elfos, os Alf os quais são identificados com os deuses Aos-Sdhee dos celtas).

Desta guerra ocorreu uma trégua onde houve troca de reféns das famílias reais, em que Mimir e Hoenir dos Aesires (Notando sempre que Mimir é um Jotnar, como acima foi descrito) e Freya, Freyr e Njord dos Vanes  foram viver com os povos inimigos.

Na tradição nórdica, o confronto entre os povos chamados de Celtas Goidélicos, descendentes diretos ou mesmo os próprios Gutianos, contra os habitantes naturais da terra de Vannes, gerou a adoção do culto aos Vanires, e em meio aos celtas, a presença de deuses como Aesus/Dagda e Tharanis, entre outros, com características similares aos Aesires, sendo que no Mabinogion, muitas batalhas contra povos diversos vieram a ocorrer em meio a presença dos Sdhee na região onde chegaram a terra.

Estes chamados “...celtas goidélicos...”, pela biologia, trouxeram para a Europa o uso da fonética do “...K/C...”, como ocorre na palavra “...Ken...” ou “...Cen”, a qual é antecessora do termo “...Pen...”, sendo que todas elas significam “...Cabeça...”, como ocorre no termo “...Cabeça de Dragão...” o qual é o sobrenome familiar do conhecido “...Rei Arthur Pendragon...”.

Estudos ligados a tipificação sanguínea em áreas inóspitas e pouco dadas a invasões na região britânica, como é o caso da Ilha de Mann, combinados com a linguagem próprio destes locais e sua tônica própria etimológica, levaram ao entendimento de que estes povos gutianos/céltico-goidélicos eram de pele branca, cabelos castanhos ou ruivos, olhos entre o castanho e o claro, e “...Sangue Tipo O...”.

O ponto mais longínquo onde os “...celtas goidélicos / gutianos...” chegaram, pode ser traçado até uma ilha situada entre a Suécia e a Letônia, chamada Gotland, a qual tem características muito especiais, para todos os propósitos deste pequeno texto, pois nesta região nesta região ocorreu o nascimento de um povo extremamente belicoso, chamados de Godos.

Os godos originalmente eram formados por dois povos: os tervingos (povo gótico do qual possivelmente se originaram os visigodos) e os grutungos (povo gótico do qual possivelmente se originaram os ostrogodos). Alguns povos como os vândalos e os gépidas tinham parentesco com os godos.

A região de origem dos godos era chamada de Götaland (atual Suécia). A partir do século I da era vulgar, os godos instalaram-se na região do Vístula (atual Polônia) em torno da cultura Wielbark, substituindo a cultura Oksywie que se encontrava na região.

Na Gutasaga (1300 e.v.), que trata da história de Gotland antes de sua cristianização , indica o começa com Þjelvar e seu filho Hafþi , que tinha três filhos, “...Graipr...” , “...Guti...” e “...Gunfjaun...” , que eram os ancestrais dos “...gotlanders...”, os “...Gutes...” - o qual é inicialmente o mesmo nome de godos.

“...Gautr, Gauti, Guti, Gothus Geat…” são formas de nomes da mesma raiz proto germânica  “...Guđ...”, sendo que estes nomes representam o fundador de uma tribo ancestral chamada de Gautar ( Geats ), Gutans ( Godos ) e Gutes (gotlanders). Gaut foi  o nome mais antigos do deus chamado Odin, e as formas do nome reletem ecos de uma tradição ancestral muito antiga entre tribos germânicas , como o de Yngvi , Freyr e os Ingaevones.

Além disso, o nome Geats e Gutes, estão intimamente relacionados a nomes tribais. Geat era originalmente proto-germânico “...Gautoz...”, e godos e Gutes foram formas  Gutaniz. De acordo com Andersson (1996), * e * Gautoz Gutaniz são dois graus de apofonia de uma palavra proto germânica com o significado de "...derramar/fluir..."  - moderno sueco de gjuta, gyde dinamarquês moderno, alemão moderno giessen; Inglês “...em-tem...”, jorrando - designando as tribos como  "...falsificadores de homens...".

O nome Gautr aparece como um dos nomes de Odin em mitologia nórdica , mas também como uma forma alternativa do nome “...Gauti...”, que era um dos filhos de “...Odin...”, e o fundador do reino dos “...Geats...” , Götaland (Gautland / Geatland), na Herrauðs saga Bosa ok do ano 1300 e.v. .

Algumas versões da linha real Inglês de Wessex adicionam nomes ligados a Woden, supostamente dando ascendência de Woden.

Na vida de Alfred (893 e.v.), Asser afirma que os pagãos adoraram este “...Geat...” por um longo tempo como um deus, citando um verso de desdém atribuído a Coelius Sedúlio (século 5 da vulgar era cristã).

O poema do século 10 da era vuglar, de Deor, menciona brevemente “...Geat...”, e sua esposa “...Maethehilde...”. A conta no Britonum Historia - 835 da vulgar era cristã; geralmente atribuído a Nennius – mostra que “...Geat...” foi considerado o filho de um deus pelos pagãos da Inglaterra, mas, noutros, nomeia Gothus, um filho de Armeno ou Hermann , como ancestral dos Godos.

Os “...Gutan...”, migraram para as margens do rio Danúbio ao redor de 376 da era vulgar, e a partir daí começaram um confronto com os Hunos, chegando a serem contratados pelo império romano para os manterem afastados, e em seguida a sua vitória sobre os mesmos, marcharam para dentro do império romano, e dominaram toda a região da atual Espanha e do norte de Portugal,  formando ali o território de Götland.

Os visigodos sob Alarico I saquearam Roma em 410 da era vulgar. O imperador Honório concedeu-lhes a Aquitânia, onde eles derrotaram os vândalos e em 475 e.v. já governavam a maior parte da península Ibérica.

Enquanto isso, os ostrogodos se libertaram do domínio huno após a batalha de Nedao, em 454. A pedido do imperador Zenão I, Teodorico o Grande a partir de 488 conquistou toda a Península Itálica. Os godos foram brevemente reunificados no começo do século VI, sob o ostrogodo Teodorico o Grande, que se tornou regente do reino visigótico após a morte de Alarico II na batalha de Vouillé, em 507. Procópio de Cesareia, escrevendo nesta época, interpretou o nome visigodos significando "godos ocidentais" e ostrogodos como "godos orientais", o que correspondia à distribuição de então dos reinos godos.

O reino ostrogodo persistiu até 553 sob Teia, quando a Itália caiu brevemente sob controle bizantino, até a conquista dos lombardos em 568. O reino visigodo durou mais, até 711 sob Rodrigo, quando capitulou à invasão omíada da Andaluzia, este reino vinculou o povo Lombardo e os Ostrogodos.

Para se ter uma ideia da preponderância dos “...Gutans...”, a relação dos godos com a Suécia se tornou uma parte muito importante do nacionalismo sueco, e até o século XIX a opinião de que os suecos eram os descendentes diretos dos godos era comum.

Na Espanha medieval e moderna, os visigodos são considerados como sendo a origem da nobreza espanhola. De alguém agindo com arrogância, seria dito que está "...haciéndose los godos..." - "...fazendo a si mesmo descendente dos godos...”.

Por causa disto, no Chile, Argentina e Ilhas Canárias, godo era uma ofensa étnica usada contra espanhóis europeus, que no início do período colonial se sentiam superiores às pessoas nascidas nas colônias (criollos).

Esta reivindicação espanhola de origens góticas conduziu a um confronto com a delegação sueca no Concílio de Basileia em 1434 e.v. .

Antes que a assembleia de cardeais e delegações pudessem iniciar as discussões teológicas, eles tinham que decidir como se sentar durante os procedimentos. As delegações das nações mais importantes estavam sentadas mais próximo do papa, e havia também disputas para quem ficaria com as melhores cadeiras e quem teria seus assentos em esteiras.

Neste conflito, o bispo de Växjö, Nicolaus Ragvaldi invocou que os suecos eram descendentes dos grandes godos, e que o povo de Västergötland - Westrogothia em latim - eram os visigodos e que o povo de Östergötland - Ostrogothia em latim - eram os ostrogodos.

Notemos que figuras como Isidoro de Sevilha, ou obras jurídicas como o Código de Eurico, a Lex romana visigothorum e o Liber judiciorum, código visigótico que forneceu as bases da estrutura jurídica medieval na Península Ibérica, expressam o desenvolvimento cultural que o reino visigodo alcançou, de tal forma que o remanescer tanto cultural quanto atávico de “...Gaut...”, pode ser rastreado até os dias atuais.



Das verdades presentes em todas as épocas e lugares:


Agora que pudemos compreender os termos da herança em todos os sentidos, ligados a tradição setentrional e o que ela realmente representa para as pessoas em geral, nos dias atuais, vamos analisar alguns dados “...desconfortáveis...”.

Levando-se em consideração a presença “...ariana...”, por assim dizer, em vários locais e trazida até a América Latina, América Central, América do Norte, via os descendentes dos Visigodos, Ostrogodos e Lombardos, entre outros.

Analisemos agora algumas facetas das tradições indo arianas, e suas ramificações estendidas até a tradição setentrional, ou vice-versa.

Como vimos acima, a tradição Jotnar presente em meio a tradição Aesir, mostra a Odin/Gaut/Vodan/Wodanaz/Wotan entregando seu olho para as profundezas da Mimisbrunnr, para poder beber do hidromel dos sábios, o Mead, a essência da própria Fonte de Mimir.

Assim notamos que “...Har...” – nome de Gauti/Vodan no Hävamäl -  torna-se um deus Caolho, cercado por dois corvos Hugin – pensamento - e Munin – memória, os quais envia em meio aos Nove Mundos de Yggdrasil, para sorver conhecimento.

E como vimos, longe de ser um fator isolado, esta tradição setentrional guarda raízes e vínculos essenciais, com tradições muito antigas, todas elas ligadas ou diretamente com migrações indo-arianas ou migrações germânicas, entre outros, mas tendo sempre a mesma raiz em comum.


Igualmente no Egito, em meio a um local tão longínquo quanto a suméria é da região nórdica, por exemplo, encontramos dados sobre a Rainha Hetop-Heres II, da Quarta Dinastia, filha de Quéops, o construtor da grande pirâmide, que como o restante de sua dinastia, e das anteriores, era branca e tinha cabelos loiros.







E em meio a tradição mais antiga do Egito, há detalhes sobre o deus “...Hoor...”, um deus alado e caolho, cujo nome mais conhecido era Horus.

Já em meio a tradição Hindu antiga, encontramos dados sobre um deus chamado Shiva, o qual é citado como o criador do Yoga, entre outros termos.



Este deus é muito conhecido por ter a pele azul como a de Krishna e Nöt, como acima foi mencionado, e por possuir um Terceiro Olho, que ao se abrir causa o Mahapralaya, a destruição do universo – sob certo sentido.

O “...ajna chacra...”, “...terceiro olho...” ou “...olho de Shiva...”, como é tecnicamente chamado, corresponde a um ponto que está ligado diretamente com disposições cerebrais, ao contrário dos chacras localizados abaixo de si, em que podemos destilar alguns dados, a luz tanto da tradição antiga hindu, quanto das analises feitas nos tempos modernos:

O chacra em si esta localizado na região límbica do cérebro.
  
O cérebro límbico é conhecido como o cérebro do pássaro, observamos aqui já o contexto da presença dos termos egípcios, para “...Hoor...”, o qual por exemplo é mais conhecido pelo nome helenizado “...Horus...”. 

Cérebro reptiliano: A medula espinhal – O bulbo está associada com funções automáticas do corpo, como por exemplo, frequência cardíaca, pressão arterial, respiração, etc.

Cérebro límbico: Está associada com as emoções e reações neuro químicas. O cérebro límbico pode ser usado para controlar o cérebro reptiliano e suas funções, bem como os traços reptilianos estão relacionados com a sobrevivência: mentalidade de gangue, marcação de território, sexualidade, medo, autoproteção, etc.




Curiosamente na tradição indo ariana e védica, o citado olho de Shiva, ou Ajna Chacra, é retratado como tendo duas pétalas de importantes funções, as quais atendem em termos de tradição védica aos sons Hang e Kshang.

O Ajna Chacra, que em termos modernos foi designado como o “...Terceiro Olho...”, rege como seu tattwa – seu elemento dominante ou elemento de vínculo – o “...Manas...” ou seja “...A Mente...” – e similarmente poderemos nos lembrar que Odin envia os corvos Hugin e Munin, Mente e Memória, para obter conhecimento pelos mundos.



As duas pétalas implicam nos princípios que são destilados da tradição tântrica e védica, no sentido da união de polaridades, uma delas é ativa e a outra é passiva.



Embora pareça ser estranho para a maioria das pessoas, o motivo para analisar estes três elementos aparentemente dissociados, o Olho de Hoor, o Olho de Shiva e o Olho de Odin, a verdade é que muito há o que ser dito e expressado, inclusive pela tradição vivente no que foi deixado em cada local por onde as migrações arianas passaram, que podem abrir portas de entendimento, ou de sofrimento, conforme a mente daquelas pessoas que tomarem contato com estas informações.

Observemos todos nós que o citado acima “...Olho de Shiva...”, quando totalmente aberto faz deste deus “...Shankara...”, e quando este “...Terceiro Olho...” se abre, quando sua potência está plena, o Universo é dissolvido no Mahapralaya, um traço disto pode ser encontrado no texto Baghavad Gita, na parte que cita a Vibhuti Yoga - A excelência Divina, no verso 23, quando Krishna afirma sua natureza manifestada em vários estágios, seres, leis e coisas do universo, onde ele diz a Arjuna – o Ário: "...Entre os aniquiladores Eu Sou Shankara!!

Curiosamente, ligado as duas pétalas do Terceiro Olho, ou Olho de Shiva, temos as conotações das nadis, os canais que tais e quais os meridianos da acupuntura, percorrem o corpo, pois é citado que:


Hastijihvá: uma das principais nádí, indo desde o kanda, centro do corpo sutil, até o olho direito;

Gándhárí: canal de bioenergia que vai desde o centro do corpo sutil,  chamado kanda, até o olho esquerdo.

Kanda: centro do corpo sutil, ponto de partida das nádí, localizado no abdômen.


Estas nadis e a natureza de uma ser solar e ativa e a outra lunar e passiva, se refletem nas pétalas do Ajna Chacra, como acima é retratado tanto em imagens quanto em citações, e comungam com áreas do cérebro humano, e suas terminações nervosas pelo corpo, como foi citado acima.

Para espanto então dos seguidores das tradições setentrionais, vejamos por fim, em que isto tem vínculos com a figura central do panteão nórdico, ou seja, Gauti/Odin/Wodanaz/Wotan/.

Como foi citado no início deste pequeno texto, Odin efetuou um sacrifício de um de seus olhos, para poder induzir a si mesmo o conhecimento, bebendo do Oddhoerir sagrado, presente na Mimisbrunnr, a qual está no ponto central onde o Universo, e suas múltiplas divisões, foi gerado, e sendo que ele depositou o olho que extraiu dentro da fonte, antes de poder assim proceder.

Simbolicamente retratando estes fatos, os eventos aqui citados, indicam que ele ficou com um olho ativo, e um olho passivo, completamente – portanto similarmente as pétalas do Ajna Chacra, e seus vínculos com os canais solares e lunares dos nadis do sistema hindu ariano – e após depositar o olho retirado dentro da fonte, ele bebe o Oddhoerir sagrado, ganhando a sabedoria ancestral pertencente aos Jotnars.

Isso associado ao fato de que  com a ascensão dos Aesires ocorreu a queda dos Jotnars, e o universo que existia até então foi despedaçado, e modificado, pela força dos 3 Aesires Primordiais: Odin, Vile, e Ve, ou, Wotan, Hoenir e Lodur.

Causando algo tal e qual o Mahapralaya citado pelos Hindu Arianos.

A presença do Olho de Wotan dentro do Hvel Mimir, implica na situação daquele olho estar imerso na potência e no conhecimento pré-cósmicos, de tal forma que o mesmo é citado sobre o olho de Shiva-Shankara.

Da mesma forma, apesar de aparentemente apartado tanto pela distância, quanto pela diferença cultural, e pela ignorância dominante da sociedade que persiste em negar a presença das migrações em meio ao Egito, algo muito similar ocorre com o deus Hoor.

É citado na tradição egípcia que o  “...Uadjit...”, “...Wedjat...”, ”...Udjat...”, “...Uadjet...”, “...Wedjoyet...”, “...Edjo...”, “...Uto...”, ou o “...Olho de Hoor...”é um símbolo que significa proteção, coragem e “...poder...”, sendo que o olho esquerdo de Hoor simbolizava a Lua e o direito, o Sol. Durante uma luta, o deus Seth arrancou o olho esquerdo de Hoor, o qual foi substituído por este amuleto, que não lhe dava visão total, colocando então também uma serpente sobre sua cabeça.

Também o título de “...O Terceiro Olho de Rá...”, cabe a antiga deusa “...Wedjat...”, a qual encarna em si mesma o título de “...O Olho de Hoor...”, e sendo que a mesma foi associada com a terra e representada como uma mulher com cabeça de cobra ou uma cobra, e como símbolo é a serpente que na coroa egípcia, sai da “...Região do Terceiro Olho...”, o qual é identificado com o Ajna Chacra – curiosamente este nome “...Ajna...”, é traduzido como “...Comando...” ou “...Poder...”.

Wedjat também se liga a muitas deusas, como a terrível destruidora e bebedora de sangue “...Sekhemet...”, cujo nome significa “...Poderosa...”.




E similarmente Shiva/Shankara, é retratado com uma serpente enrolada em torno de seu pescoço, e com o “...Terceiro Olho...”, na região frontal da Cabeça, e em geral com palma da mão erguida, exatamente com o mesmo gesto de saudação usado pelos faraós e inclusive muitos deuses egípcios.



E uma das coisas que mais chama a atenção, no caso nórdico é a presença do Oddhoerir que é bebido da Mimisbrunnr, antecedendo a geração de Hidromel dos Sábios criado através do sangue do deus Kvasir, o qual é citado no Hávamäl – “...Os Versos de Har...” – na passagem de Suttung, como algo presente na Fonte de Mimir.



Pois este Oddhoerir, o qual é chamado de “...Instigador de Poesia...” e bem como de “...Instigador de Fúria...” – ou seja a causa do Bersekergar, o êxtase de fúria tão citado na tradição nórdica – é aquele que brota, verdadeiramente da fonte de Mimir, e embora na tradição nórdica, a imortalidade dos deuses se deva a uma macieira, que produz frutos excepcionais, os quais Idunna dá aos Aesires todos os dias – fato similar ao pêssego sagrado, na tradição chinesa – a presença do “...Oddhoerir...”, similarmente ao “...Néctar Divino da Ambrósia...” da tradição Grega, é algo presente na tradição Hindu, sob a forma do “...Amrita...”, o qual está presente igualmente na tradição budista.

O “...Amrita...” é chamado de a água da vida, sendo que nos Vedas, parece se aplicar em varias coisas oferecidas em sacrifício, mas mais especialmente como um “...Líquido...” chamado de “...Soma...”, e é também chamado de “...Nir-jara...” ou “...Piyusha...”, sendo que esta água da vida seria – na tradição védica - produzida pela agitação do oceano por deuses e demônios, com algumas variações no Ramayana, o Maha-bharata e as puranas, e através deste liquido os deuses adquirem a imortalidade, sendo que a palavra significa literalmente "...sem morte...".


Em verdade, segundo o que se pode com toda certeza comentar, durante o processo de despertar daquilo que é chamado de “...kundalini...”, a ígnea “...sagrada serpente...” representada nas retratações sobre Shiva, como a serpente que está enrolada em torno de seu pescoço – a qual no Egito pode ser vista como a Wedjat, a “...sagrada serpente...” que simboliza o poder e a encarnação do Terceiro Olho de Ra-Horakhty – ao atingir através das nadís/meridianos o cérebro, acaba por causar um funcionamento diferenciado, sobre tudo das glândulas pineal e pituitária, ativando as funções cerebrais enormemente, e desencadeando um efeito muito interessante, que os praticantes de kundalini yoga, ou pessoas como Aleister Crowley, puderam descrever como a sensação similar a do efeito da queda da pressão arterial, apesar da imensa vaso dilatação apresentada durante o processo, e um gosto extremamente adocicado em todo o palato e língua, e a reação curiosa de sentir toda a região interna do crânio preenchida por líquidos, e em decorrência imediata destas sensações, uma teia complexa de pensamentos interligados, vinculando ao mesmo tempo cada uma e todas as áreas de conhecimento, que a pessoa possa ter tido o interesse de pesquisar até aquele momento, gerando uma pulso criativo e uma força determinante em direção ao mesmo.




As muitas descrições em todas as tradições que foram tocadas pelas migrações dos povos arianos, germânicos, proto-germânicos e setentrionais, como é o caso dos celtas goidélicos/gutianos acima mencionados, a respeito do Amrita/Soma/Haoma/Néctar de Ambrosia/Óðrerir/Odroerir, longe de estarem ligadas a um líquido externo, embora simulações deste tipo possam ter sido inseridas posteriormente, nas culturas afetadas pelas migrações dos povos citados acima, são representações dos efeitos internos desencadeados pelo conhecimento, originalmente xamanico ligados as tribos arianas e outros do mesmo tipo, em migração milênios atrás, que foram representadas de formas diferentes pelas culturas que cresceram em torno das mesmas, contudo guardando ainda sim sua mensagem e seus elementos informativos e técnicos comuns.

Contudo, haverão ainda possibilidades de alegações em contrário por parte, inclusive, dos Asatruares, Odinistas, Forn Seidrs ou talvez dos Teodish Gelebos, porém isto pode ser facilmente esclarecido, pois como foi citado no início deste pequeno texto, se observamos o fato de que a Mimisbrunnr, está no local que geometricamente é o centro do nascimento do Multiverso, ou Universo se preferirem, então observaremos que há em uma extremidade da mesma a força expansiva, quente e abrasiva de Möudspelheim e na outra extremidade a força constritiva, fria e paralisante de Nifhelheim, e no local exato do meio do abismo “...Gnnugagap...”, a Mimisbrunnr.

Assim, lembrando que ao redor de Ajna estão as pétalas e as duas nadis/meridianos - um ativo e o outro passivo – opostas que geram a essência do controle poder, como descrito acima como tradução para o termo “...Ajna...”, e que no fundo do Mimisbrunnr, foi colocado o “...Olho de Odin...”, para que este pudesse beber o “...Oddhoerir...”, as águas desta fonte primordial, notaremos exatamente as mesmas conexões que exemplificam Ida e Píngala, as nadis principais solar e lunar, que se unem no Olho de Shiva, ativadas quando a Kundalini ergue sua cabeça envenenada e incandescente até o “...Olho...”, expressando a verdade da serpente que salta da testa na coroa dos faraós.





E haverão ainda dúvidas, pois as vozes se levantarão para se opor a qualquer estudo neste sentido, inclusive por alegação de inexistência de contraponto a respeito do assunto que liga-se a Wedjat ou a Kundalini, contudo há um certo assunto na tradição nórdica, que talvez coloque um pouco de condimento a este já apimentado assunto.

Averiguemos agora sobre os Três Presentes dados pelos Três Aesires Primordiais a Humanidade:

18. Ond Thau né Attu,OD Thau höfðu né,Lá né lætiné goda Litu.Ond gaf Óðinn,Hoenir gaf OD,“...Lá...” Lóðurr gafok goda Litu!

Tradução primeira: ( 18. Espírito não possuíam,sentido, eles não tinham,sangue, nem motivação, nem feições formosas, nem cor.Espírito deu-lhes Odin,Hoenir deu-lhes sentido,sangue deu-lhes Lodur )

Tradução segunda: ( O primeiro deu-lhes o espírito e vida, a sagacidade; o segundo o sentimento e a forma; o terceiro deu-lhes fala, audição e visão. )

O termo em Old Norse “...Lá...”, tal como é preconizado no norueguês antigo é geralmente pronunciado como "...Lau...", exatamente como a última parte da palavra em Inglês "...allow..." – permitir, e desta forma “...Lá...” pode ser traduzido de diversas maneiras, mas a melhor tradução seria sangue, calor, ou fluido vital.Como um fluido vital “...Lá...” é móvel, fluídico, e pode criar o calor.

E analisando outras passagens, como no caso da Völuspa:

50 Hrymr ekr austan,hefisk lind fyrir.Snýsk jörmungandrí “...jötunmóði...”:ormr knýr unnir,en ari hlakkar,slítr nái niðfölr.Naglfar losnar.

Tradução:
50-Hrymr vem do leste,
com escudos erguidos,
Jörmungandr assume sua
força Jotun (jötunmóði),
espalhando as ondas,
a águia fulva berra,
roendo os cadáveres.
Naglfar está a solta*.


O termo “...Móði...” também é citado como um dos corpos sutis presentes na subdivisão da alma, dentro da tradição setentrional, sendo o “...Módr/Móði...” citado como uma emoção adormecida que em certas horas de descontrole, ira, ódio, loucura ou paixão desperta elevando o ser acima de sua própria capacidade, sendo citado como um estado de pura “...Ira Incandescente...”. Na Edda é dito que quando Thunnar, lutou contra a serpente de Midgard, ele invocou o seu “...Jöttunmódr...” - Ira de Gigante ou Bravura de Gigante - para poder elevar a gigantesca serpente acima de si.

Neste caso o “...Móði...” lida inclusive com o desfecho do Bersekergar, fonte de tantos mitos pelo mundo, tendo sua origem nas migrações dos povos provenientes do Cáucaso, como é o caso dos Gutianos, ou outros povos ligados aos Visigodos, como é o caso dos Alanos, e que inclusive também é citado nas lendas Celtas, como é o caso da lenda do herói Cuchulainn, o qual após a batalha ou o enfurecimento deve ser resfriado, pois um calor ardente o envolve.

Isso, guarda vínculos com técnicas ligadas a acima citada “...kundalini...”, principalmente no que tange ao “...Tummoh...”, muito praticado nas região frias do Tibet, Nepal e Rússia, onde a concentração da vitalidade é direcionada para o centro do corpo sutil, o “...kanda...” acima mencionado, e daí irradia para todo o corpo, segundo a tradição hindu ariana e tibetana retratam.

Contudo – e que isso sirva de alerta – estes dados sobre o “...Bersekergar...” e o “...Móði...”, não significam que ao retratar “...tummoh e kundalini...” estamos falando da mesma coisa!

Estes dados significam que há um “...siddhi...” – terminologia hindu para virtude, poder ou habilidade superior – que foi desenvolvido, por exemplo, através da tradição original com alterações geradas pela necessidade, relevo e confrontos locais, como é o caso do “...Tummoh...”, e um outro “...siddhi...”, o qual possuí particularidades similares ao “...tummoh...” – como a invulnerabilidade ao frio – porém que principalmente desencadeia “...êxtase de batalha...”, e frenesi da fúria.

O que deixa bem claro que o maior e mais aberrante problema moderno, o maior e mais aberrante inimigo de todas as tradições ocultas, ou seja o “...Universalismo...”, jamais poderá alegar que todas as culturas são iguais ou podem comungar juntas, ou que um xamã consumidor de “...santo daime...”, pode entrar em “...bersekergar...”, ou elevar sua “...kundalini...”, através do consumo deste líquido enquanto entoa cânticos a cristo, maria supostamente imaculada, ou outras adulterações cristãs ou monoteístas, sejam elas quais forem.

Em outras palavras, isso deixa bem claro que os universalistas, que são o ranço e o braço mais conhecido de adulteração usado pela globalização, jamais poderão clamar por uma religião universal – e notemos todos nós, que a tradução exata de católico é a palavra universal – onde a farsa teosófica da suposta “...fraternidade branca...”, pode vir a firmar a “...Teutates...”, deus céltico da guerra, curvado sob o trono de cristo, como ocorre em alguns inscritos das aberrações provenientes das adulterações de Iolo Morganweg, e das muitas formas de cristianismo céltico ou de espiritismo druídico – se assim preferirem – criadas a partir destas adulterações, por pessoas ligadas ao Israelismo Britânico – o qual prega que o fariseu josé de arimatéia, teria levado o suposto sudário, para Glastonburry – Inglaterra – e que os europeus ligados aos britânicos, compõe as supostas outras 10 tribos perdidas de Israel – um fato desmentido por Phlinders Petrie, Howard Carter e Niels Peter Limche, em seus trabalhos sobre a origem real dos judeus.

Bem entendido isto, podemos nos voltar ao entendimento central dos dados acima mencionados, e compreender o que os mesmos realmente nos expõe, sem a sombra da “...achologia...” que vem assombrando tanto as universidades,  quanto alguns antros que são supostos como centros iniciáticos ou locais de suposta prática de tradicionalismo antigo.

Na ascensão dos chamados aesires ocorreu a aquisição de verdades guardadas a poucos, que foram dadas ao sobrinho de Mimir, tanto por ele quanto por Bolthorn, e isso foi usado para derrubar ao período Jotnar – analisando os fatos, como os mesmos nos são apresentados.

A tradição que guarda estes dados apresenta então os fatos, e encerra em si o método para aquisição de conhecimento, além da mesmice generalizada que abunda em toda parte.

Uma vez que ao retratarmos o “...Mimisbrunnr...” como o ponto central de contato de “...Móðispelheim...” e de “...Nifhelheim...”, e que estes dois reinos/estados pré cósmicos, tendem a nos prestar a vê-los como acima da geração do Cosmos, sob o ponto de vista da geração de Yggdrasil, perceberemos então que estão acima e além e não podem ser vistos como forças que serão atingidas para gerarem um paralelo ao que seria a abertura do “...Ajna Chacra...”, mas que antes são o contrário!

São forças e estados pré cósmicos que somente podem ser experimentados, pela aquisição do Oddhoerir e pela presença de “...Um Olho...” dentro da “...Mimisbrunnr..”, enquanto um olho físico fica negativo e outro fica positivo.

Logo, o oposto então é verdadeiro!

Ao se ativar a “...percepção paralela...” ao que é chamado no Egito de “...Wadjet...” e na Índia de “...Ajna Chacra...”, pode-se então abraçar a experiência de apreender aos estados pré cósmicos!

Isso esclarece inclusive que a metodologia para tanto, deve rastrear suas origens dentro dos costumes e hábitos dos Jötnars, inclusive como aponto a tradição presente no Odinismo, Asatru, Teodish Gelebo ou Forn Seid, e afirma nas entrelinhas que para abraçar o conhecimento inserido em tudo a que se refere a Mimisbrunnr e sua condição de conter o saber pré cósmico, é necessário ter a visão, para "...arremessá-la..." dentro do Hvel Mimir.



Conclusão

Embora muitas das exposições acima possam vir a causar ódio em várias pessoas dos mais variados estilos de pensamento ou religião – tanto em monoteístas quanto em heathens, inclusive – os fatos apontam claramente para a direção que o texto acima expressou, e não podem ser negados ou ocultados.

Isso nos leva a compreensão da necessidade de uma pesquisa e desenvolvimento maiores, dentro da tradição nórdica, inclusive dentro de suas raízes, assim como de seus meios e modos, com o intuito de redescobrir com consistência e desenvolver completamente, tudo que já houve, e de melhorar tudo que já existe, e principalmente de abrir portas que podem levar ao desenvolvimento de um conhecimento relegado ao esquecimento, pela falta de pesquisa e pela falta de interesse na mesma, ou em algumas circunstâncias, pela ausência de mentes realmente pensantes envolvidas em qualquer etapa, dos problemas acima referidos.

O triunfo final dos Heathens em todo mundo, nesta nova onda de seu despertar, está portanto tão condicionado a irascível proteção das tradições, ao crescimento familiar dos mesmos, e ao desenvolvimento das formas de conhecimento, como acima foram descritas, para que então exista todo um universo de aprendizado estimulante, que atraia e mantenha tanto aos já participantes de clãs e organizações heathens, quanto se torne magnético a mentes pensantes e pessoas de atitude, que venham a ser atraídas para o mesmo.


Bibliografia:

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Our Troth: Living the Troth Kveldulf Gundarsson
Moisés e Abraão jamais existiram: Neils Peter Lemche;
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Havamal em português, Clã Falkar;
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Tanakh, a bíblia judaica;
Talmud, lei judaica;
Cabala Mística, Dion Fortune;
Alcorão;
Bíblia,
Dignitatis Humanae – I.C.A.R.

ESTADO LAICO NÃO É ESTADO ATEU E PAGÃO -
Ives Gandra da Silva Martins e Antonio Carlos Rodrigues do Amaral

Da República - Cícero
Crítica da Filosofia do Direito de Hegel- Karl Marx
O Anti Cristo – Nietzche
Assim falou Zaratustra – Nietzsche
Edda em Prosa - Snorri Sturluson;
Edda Poétic - Snorri Sturluson;
Hävamäl;
Baghavad Gita;
Dicionário Aurélio do Português;
Sagas Islandesas: A Saga dos Volsungos, Theo de Borba Moosburger;
Galdrabok, Edred Thorson;
O Talmud Desmascarado - Reverendo I. B. Pranaitis
Os Sete Sermões aos Mortos – Carl Gustav Jung
Sobre el paganismo - Alain de Benoist
Brasil Colônia de Banqueiros – Gustavo Barroso

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http://a.harappa.com/content/technological-choices-and-lithic-production-indus-period-case-studies-sindh-pakistan
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