terça-feira, 31 de julho de 2012

Opção pela Nobreza: Tradição, Pátria, Família e Natureza






Opção pela Nobreza

Por: Frater Thul Alger.


Apresentação

Este texto foi engendrado em momento chave da história da sociedade humana, nestes tempos de decadência e degeneração de valores sociais, onde uma série de tolices tem sido usadas para escudar pessoas vis, e amplificar pensamentos torpes, elevando-os ao status de filosofia, cabe a quem puder se usar de alguma lucidez o momento de chamar a atenção dos fortes, para que despertem, pois seu momento já está passando.



Índice:



Página 1........................................................................Capa

Página 1..........................................................Apresentação

Página 2......................................................................Índice

Página 3....................................................................Valores

Página 10.......As Massas, o Indivíduo e a Auto Determinação

Página 15...............................................................Grandeza

Página 19........... Odalismo como uma ferramenta de união

Página 24A fraqueza e decadência como ferramentas para moldar leis!

Página 27.............................................................Conclusão

Página 31..........................................................Bibliografia

Página 32..............................................Bibliografia Virtual





Valores

Em português a ideia de nobreza parte da premissa vinculada à própria ideia que é construída pela etimologia de sua própria palavra, pois nobreza pelo próprio dicionário é a qualidade do que é nobre e implica em "Elevação moral" assim como "Fidalguia" e "Excelência".

Em nossa sociedade este tipo de conceito tem sido substituído continuamente pela ideia abjeta de que tratar a todos por igual, desrespeitando as diferenças, trará um bem estar social maior e levará o "povo a elevar-se dignamente" sendo que a base de tudo isto reside na imprópria teoria levantada por Marx e Engels a respeito do que veio a ser chamado de ditadura do proletariado, o qual – contudo - pelo próprio Marx não se limitaria a isto apenas, ela evoluiria para mais do que isso, pois "...os instrumentos de um médico são mais acurados do que os instrumentos de um camponês...", o que então gera a ideia básica e conceito de que há uma diferenciação, a qual deveria ser acatada, pelo bem da própria sociedade, haveria então a ideia e o ideal claramente presente de distinção por capacitação, uma procura pela "...Nobreza..." mesmo em meio às teorias de Marx.

Contudo os chamados "...marxistas..." e outros "...istas..." da esquerda, jamais elevam suas pretensões a este ponto, pois dependem de uma ditadura eternamente sugerida como sendo dos proletários, para poderem se manter  no controle dos mesmos, colocando em geral despreparados e incapazes, amigos do "...coleguismo..." e da politicagem, para controlar e administrar aquilo para que não nasceram e para o quê jamais estariam preparados, perfazendo então um ciclo vicioso de desentendimentos e desvio de verbas públicas, e isso em qualquer país onde tenham se instalado estas ideias Marxistas pela metade, ou seja, no mundo todo.

Desta forma acabam por serem reféns de si mesmos, e acabam por desencadear a necessidade de apoiar todo e qualquer movimento que contenha um grande grupo de pessoas, que minimamente seja simpatizante com qualquer coisa citada pelos engendradores do comunismo, e disso decorre a necessidade por vezes bizarra de terem que absorver em meio a seu movimento, defensores de pontos de vista que tanto atentam contra a ideia do equilíbrio familiar, quanto podem chegar ao cumulo de serem defensores da pedofilia, abertamente ou veladamente, e com o pode-se observar no caso de algo no Brasil, chamado de "Coluna Lenin", defendem as perversões sexuais como desculpa para a pratica do incesto, sob desculpas de pseudo cientificismo.

Nobreza implica em procura por excelência, e reconhece-se que a geração da necessidade de concursos públicos e de vestibulares para selecionar os mais capazes para estudar e se formarem em determinado campo, é a coisa mais correta para que o País possa crescer e ir além dos limites impostos pela política do "...nivelamento social pelo mais baixo...", onde não se aspira ao crescer, aspira-se o aceitar os vícios alheios e imputar ao virtuoso a conta e os custos pela presença do incapaz e pernicioso em meio à sociedade, chegando ao ponto de legalmente ou socialmente tachá-lo de doente, demente, perverso e mesmo criminoso.

O contrassenso ao qual a sociedade sem ideais de nobreza tem se dirigido é algo que ardilosamente vem sendo esquematizado.

Quando os Romanov,por exemplo, foram obrigados abdicar em favor de dirigentes que controlavam um país sem comida para ninguém por conta da primeira guerra mundial, Lenin e outros se aproveitaram disto para usar a fome como "arma de fabricação de massa de manobra", e atiçaram o povo contra a família Imperial Russa e bem como contra qualquer forma de instituição ligada a qualquer forma de tradição, imputando aos mesmos como causa da fome, porém como a história o provou,sendo todos os artífices do comunismo incapazes de saná-la ou resolver todos os problemas que afirmavam serem culpa do Czar e dos seus, e acabaram criando um processo de fome ainda mais monstruoso chegando ao cúmulo da prática do canibalismo em meio aos Russos, e no decorrer do tempo com Trotsky no poder, veio o continuo massacre e assassinato de qualquer um que por qualquer motivo fosse visto como inimigo daquele suposto ideal que dominou os eslavos, os praticantes de Romuva foram dilacerados pelos comunistas e qualquer um que alegasse praticar esta Tradição Ancestral antiga em qualquer país eslavo soviético, era ou imediatamente morto ou torturado nos Gulags, criado pelos comunistas para práticas de tortura.

Fomentam-se afirmações torpes que depois são usadas em meio as ás escolas, um exemplo disto é o termo "...cultura..." que implicava somente na forma de conhecimentos da humanidade em geral, e que é usada pelos descendentes indiretos dos artífices do comunismo como sinônimo de "...costume...", e assim tentam fazer um antro com a sociedade, afirmando entre outras coisas tolices como "...Funk é Cultura...", divulgando esta ofensa ao bom senso em geral como algo útil, sendo este próprio desserviço à sociedade apenas um instrumento de depravação em massa de crianças e adolescentes, que vem a fomentar a reprodução em escala geométrica de pessoas que assim como seus pais, vivem apenas e tão somente de serviço social, não contribuem para a resolução dos problemas sociais, são em geral afáveis aos que controlam e geram estes problemas sociais, inclusive problemas de "grosso calibre" que possam ou não envolver consumo de substâncias que podem vir a causar dependência, e pelo comportamento agressivo que em geral ostentam, são uma ameaça constante em salas de aula aos profissionais de educação, que quando tentam cobrar uma conduta ética do ponto de vista do que um estudante deveria ter em relação a seus estudos e a seus professores, vem a sofrer ameaças físicas a suas vidas e não podem fazer absolutamente nada contra os que ameaçam suas vidas, pois são "...virtualmente intocáveis...", pelas leis geradas para supostamente protegê-los, dando-lhes privilégios que podem chegar à inexistência de punição efetiva, mesmo em presença de homicídio doloso.

Devemos em nossa sociedade optar pela nobreza, pois a mesmo prescinde de canalhismo, devemos buscar o que é nobre em nossas famílias e nos amparar nisto e usar disto como um instrumento que nos leve além dos limites impostos, pelas maquinações em busca de lucros ilimitados, as quais tem apodrecido tudo em torno da família e do indivíduo e agora, a exemplo do que veio a ocorrer na Suécia, onde Leta Rajalin uma diretora de escola infantil, para meninos e meninas de 1 a 6 anos, decidiu com o apoio de ditos educadores, subtrair os termos "...han e hon..." - ela e ele - e usar do termo criado por lésbicas e homossexuais "...hen..."   , o qual não existe em sueca, e subtrair todos os termos de gênero, dando inclusive bonecas para os meninos brincarem e brinquedos como bolas de futebol e outros, para as meninas brincarem, supostamente para dar liberdade a estas crianças para optarem sexualmente sem ditas programações, porém programando-as artificialmente para optarem pelo homossexualismo.

Não é apenas uma questão de escolha optar pela nobreza, é uma questão de dever, o qual está implícito mesmo no continuo da escolha feita por cada homem e cada mulher por seus cônjuges, pois não se idealiza casar com qualquer um, idealiza-se casar com alguém que seja a extensão procurada do melhor possível que cada um tem em mente, ao pensar neste assunto.

Optamos pela nobreza porque temos a necessidade de melhorar e buscar esta melhora dia a dia, e isso simplesmente por que esta necessidade é uma realidade presente na própria natureza que nos cerca. As leis da natureza afirmam que o mais capacitado e apto deverá ser aquele que poderá vir a deixar descendentes, e destes somente os mais fortes poderão vir a se reproduzir.

Igualmente somente o mais capaz e realmente apto, o mais forte, é aquele que pode fazer a melhor escolha, principalmente em momentos críticos, o que deixa claro que a força é naturalmente uma marca da nobreza e se nobreza, tal como nosso dicionário o define, é "...fidalguia..." fidalguia é força e a expressa, diretamente e na mesma proporção do que "...excelência..." verdadeiramente é.

Qual é o maior mistério então com o qual o homem sempre pode contar, desde os primórdios de sua história,mesmo entre Neandertais e Denisovans?

A resposta para isso é muito simples:

Sempre foi a Natureza!

Os antecessores do moderno homossapiens sempre observaram a natureza e por estarem contato direto com a mesma, sempre a tiveram como guia, e vieram a gerar códigos de conduta que por eras os auxiliaram a enfrentar crises, a dar vida a símbolos de ligação entre o homem, sua vida, seu meio ambiente e sua existência psicológica interna, e por conta disto puderam destilar informações que, por serem tão complexas e por responderem tão diretamente e tão simplesmente, foram objetos de estudos de Jung, para geração de seus conceitos sobre arquétipos.

No decorrer do tempo o assunto morte, vida e a questão do pós-morte foi motivo de derramamento de sangue, desunião, reunião e por fim transcendência, em todas as sociedades mundiais, convergindo para assuntos de disputa de pseudo ideologias, que vieram a gerar os modernos conflitos religiosos, por conta de a religião ser uma expressão dos artigos de uso mais caros de uma determinada região, de tal forma que a mesma jamais deve ser transcendida pela outra, sob pena da morte da cultura presente no local, do choque e da instabilidade social convergindo para o massacre, e por fim para a miserabilidade e para o lucro imensurável dos que vivem de parasitose, os quais recriarão os caminhos para a decadência da dignidade chamada fidalguia.

A humanidade em todas as culturas é chamado "...ou de filha do deus ou de filha dos deuses...", logo é um senso comum que o homem seja subentendido como um "...semideus...", como uma extensão brilhante do saber subjacente presente no mundo da natureza, e portanto um portador do bastião dos ideias nobres presentes nas leis da natureza.

A humanidade não deve se curvar e nem deve disto esquecer, porém por cometer o crime - o qual deveria ser realmente considerado hediondo - de optar pelo mais fácil, adere a desagregação familiar, a falta de dignidade e a aceitação e tolerância, aceitando até mesmo que seus direitos sejam tolhidos para dar voz a quem jamais proferiu coisa que preste, supostamente para ser visto como um ser social e dito como sendo justo, porém em verdade perfazendo este caminho dos preguiçosos simplesmente para não arcar com o peso de atuar como um agente de força e severidade, como uma expressão das simples e puras leis da natureza a sua volta, da qual em verdade não tem se esquecido, antes disto a tem estuprado para dela esquecer as lições, humilhando-a.

É uma tolice acionar palavras de igualitarismo pelo simples fato de que não há pessoas iguais, pois se todas as pessoas fossem iguais, todas as pessoas expostas a ambientes hostis e agressivos seriam viciadas, torpes, assassinas, estupradoras, latrocidas ou pedófilas, e a presença mesmo nos ambientes mais hostil dos "...indivíduos resilientes...", expressa que toda a conversa de cunho igualitária, usada em verdade como linguagem subliminar por grandes canalhas históricos como Maximilien François Marie Isidore de Robespierre, o qual se pavoneou de defensor dos sans-culotte, através dos jacobinos, em meio a dita revolução francesa, para em verdade vir a compor a "...nova nobreza...", cuja lei era em seus poucos anos de dominação, tão absoluta quanto a do monarca, porém sem contudo ter qualquer sustentação de direito ao trono.



Robespierre instaurou o que foi chamado de "...O Terror...", e assassinou qualquer um que falasse qualquer coisa que pudesse vir a ser subentendida como crítica a suposta "...revolução francesa...", a ponto de mandar executar Marie Gouze, conhecida como Olympe de Gouges, que havia criado uma "...Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã..." - afinal de contas as mulheres também haviam cometido o erro de pegar em armas para apoiar os jacobinos, e por este ponto de vista deveriam ter direitos resguardados da mesma forma -  e o canalha e seus comparsas assim procederam simplesmente por que ela pretendia sugerir a "...igualdade entre homens e mulheres...", e tal e qual os massacres, fome, canibalismo supressão de direitos que vieram depois na região da Rússia, após Lênin e seus comparsas "...todos eles companheiros...", assassinarem a família real dos Romanov, tomarem o poder e demonstrarem, pouco mais de um século depois do fiasco jacobino, que fidalguia não anda de mãos dadas com a corruptela que se arrasta.

Isto pode ser observado no que veio a decorrer na França, pois o caótico e torpe caldo social incapaz de gerir a si mesmo, quase vindo a ser mais uma vez vitima dos que lucram com a parasitose, desta vez sem as vestes da nobreza decadente é verdade, porém usando os trajes dos girondinos - alta burguesia - que se por um lado lucrava absurdamente com as novas regras comerciais, por outro queria suprimir quaisquer vantagens que por acaso tivessem decorrido dos movimentos de segundas intenções dos jacobinos na França daquela época.

Notemos todos nós que havia a intenção do chamado "...Comitê de Salvação Nacional...", de engendrar escolas públicas gratuitas, porém com a inversão de valores, geração de datas festivas ligadas tão somente a profissões, ditos sacerdotes formados pelo povo e submetidos aos jacobinos, tudo estaria nas mãos do Comitê, o qual desencadeou os assassinatos, perseguições e horror generalizado acima descrito - e notemos todos nós que não é de forma alguma coincidência que tais coisas sejam as mesmas no comunismo, em todas as partes do mundo.

Foi necessário então que uma organização poderosa, gerada pela presença de Franceses provenientes de todas as castas sociais, que desencadeasse uma triagem em favor de uma hierarquia, baseadas em meritocracia - ainda que tal conceito fosse somente subliminar - para então que o poder fosse tomado e fossem suprimidos tanto a decadente nobreza que não mais podia vergar a força e expressão da dignidade presente nas leis naturais, quanto a massa agressiva e descontrolada que incapaz nada conseguia produzir efetivamente - mesmo que em proveito próprio - e que viesse a extirpar paulatinamente a verminosidade dos jacobinos em si.

Dessa instituição hierarquicamente organizada, a qual podia expressar a força do sangue francês devidamente destilado pelo treinamento, de onde os melhores acabaram por se destacar em zonas de tensão, e dos quais brotaram então os líderes, foi nada mais e nada menos que o nascido e devidamente montado exército francês, o qual deu nascimento mais uma vez ao conceito monárquico, com o advento de Napoleão Bonaparte como Imperador.

Bonaparte resumiu em seu curto governo os atos do forte - o digno - suprimindo os fracos - os corruptos - e da grandiosidade galgada pelo mérito gerando a possibilidade de uma linhagem de comando nobre, sob a configuração de um Império e seu Imperador, vergando então todos os ícones das leis naturais e veio a  incorporar símbolos que remetem à Roma imperial, aos reis merovíngios e a Carlos Magno: as águias e abelhas que se veem no brasão imperial são ecos deste passado com o qual foi estabelecido um vínculo direto, a tal ponto de a própria igreja aceitá-lo com Imperador, vendo no mesmo uma extensão da configuração supracitada "...humanidade filha do deus ou filha dos deuses...", tanto que o Papa Pio VII declarou:

"...Vivat Imperator in aeternum!..."




Estas vestes da regência inegáveis aos que ostentam o poder devem ser reconhecidas pelo que são, expressões das leis naturais que ditam que um homem superior deve ser o líder dos homens que não podem tolerar a pressão da liderança sobre seus ombros, e que em momento algum possuem o que é necessário para tanto, embora a maioria anseie em ganância pelo que não lhe é devido, e como pudemos acima observar, historicamente sempre que os miseráveis assumem o poder, a miséria impera, e isso ocorre porque simplesmente "...Tudo que o mal precisa para triunfar é que os homens bons não façam nada...” - como citou-nos  o poeta inglês Edmund Burke - e justamente os homens bons, são aqueles que são resilientes e que não se curvam as agruras impostas e tomam-nas como forma de se fortalecer, pois a verdade que Nietzsche trouxe ao mundo é simplesmente que se "...tudo que não nos mata nos fortalece...", igualmente "...Bem é tudo que nos fortalece e nos leva a potência, e o mal és tudo que nos causa decadência ou nos leva a mesma...".

Devemos então procurar esta mística da potência e da transcendência natural, essa dignidade imperial presente na Força e na Potência e na procura destes estigmas de potência, presentes nas leis naturais, dia a dia, pois disto decorre a presença de tudo que é régio e fidalgo, e em si remete a geração das leis que tanto aprazem a todos a humanidade boa e causam asco a toda a repelente corja redundante.

As Massas, o Indivíduo e a Auto Determinação
É dito que a autodeterminação é um dos princípios fundamentais dos direitos humanos e que a mesma implica em autonomia, abrangendo auto responsabilidade, auto regulação e livre-arbítrio de um ser humano.

Contudo esta autodeterminação está ligada ao conceito da Heteronomia - grego heteros, "diversos" somado a nomos, "regras" – que foi um conceito criado por Kant para designar as leis que recebemos. E ao contrário da autonomia, consiste na sujeição do individuo à vontade de terceiros ou de uma coletividade, sendo conceito básico relacionado ao Estado de Direito, em que todos devem se submeter à vontade da lei.

Se pararmos para analisar o contexto do direito internacional, justamente sobre a autodeterminação dos povos – que foi um termo cunhado pelo presidente dos Estados Unidos da América Thomas Woodrow Wilson (1912 a 1921) - é o direito de um povo à soberania e a liberdade de decidir, independentemente de influências estrangeiras, sobre sua forma de governo, seu sistema de governo e o seu desenvolvimento econômico, social e cultural.

O direito à auto-determinação vem consagrado no Artigo 1º da Convenção Internacional sobre Direitos Económicos, Sociais e Culturais[1] e na Convenção Internacional sobre Direitos Cívicos e Políticos[2]. Ambas afirmam: "Todos os povos têm o direito à sua auto-determinação.

Assim sendo observamos que a autodeterminação do indivíduo pode se chocar com a heteronomia da lei, e inclusive indo além disso, subliminarmente pode inclusive esta relação que por vezes vem a ser conflitante, gerar situações inusitadas em que a lei que deveria abranger a todos, salvaguarda alguns gerando privilégios aos mesmos

Nos tempos modernos, as pessoas ganharam direitos e supostamente importaram deveres inerentes aos mesmos, porém os deveres tem sido impostos a alguns e os direitos a uma grande massa carente de liderança, que órfã de quem lhe mostre um caminho seguro, prossegue defendendo coisas que por vezes sequer são métodos para assegurar realmente vantagens, quando observadas de forma clara e direta.

Foi garantida a grande multidão o direito generalizado do ir e vir, o direito generalizado a liberdade de expressão, o direito de crer e não crer, e bem como os demais direitos dos quais gozam as pessoas sob o termo “...cidadão...”.
Porém em momento algum foi defendido um foco altruístico que realmente de margem a sensação de grandeza do povo por cada um dos indivíduos que o vem a compor, pois o valor do esforço pela conquista tanto destes direitos, não vem acompanhado do preço a se pagar pelos mesmos, e na mesma moeda, sob o título dos deveres que devem ser importados a todos os cidadãos propriamente ditos, pesando em verdade estes deveres somente a alguns sob a temática do “...coitadismo social...”.

Quando ouvimos falar de quaisquer outros países que embora estejam ou tenham passado por alguma crise, os mesmos são diferenciados pela característica marcante do heroísmo que possa pesar sob os ombros de seu povo, por conta de atos e indivíduos que fizeram a diferença, os quais jamais atuaram de forma alheia a um código de conduta, que tal e qual um código de honra procedeu claramente de um código moral onde explicitamente e de forma bem clara – diga-sede passagem – errado, certo e correto são facilmente perceptíveis.

Errado sob todos os pontos de vista universais, inclusive presentes nas leis naturais, é o que leva a decadência e o enfraquecimento, é o mau em si mesmo.

Certo é o que em si expressa os estigmas de valor, nobreza e crescimento.

Correto é o que indevidamente foi tratado como errado, e que veio somente a gerar impropriedades e turbulência contraproducente.

Notemos todos nós um exemplo muito útil sobre um caso que veio a enfurecer todo o Brasil,  observemos então o caso do garoto “...J. H...”, o qual era estudante da pré-escola particular Crianças & Cia, onde cursava o primeiro ano do Ensino Fundamental.

O garoto ficou conhecido em todo o Brasil no dia 8 de fevereiro de 2007, após sua morte traumática na noite do dia anterior, quando o carro em que ele estava com a mãe foi assaltado. Os assaltantes arrastaram o menino preso ao cinto de segurança pelo lado de fora do veículo, o qual veio a falecer por: traumatismo craniano, ação contundente (pancada), e laceração do encéfalo.

O adolescente que estava ao lado do garoto “...J.H...”, o qual inclusive percebeu claramente que o menino estava preso e manteve a porta trancada, “...E. T. de L...”, irmão de outro dos criminosos que participou do ato, foi condenado pela 2ª Vara de Infância e Juventude da Capital a cumprir sócio-educativa em uma instituição de jovens infratores. Após cumprir três anos em regime fechado, foi beneficiado com a progressão de regime no dia 8 de fevereiro de 2010 e foi inscrito no Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte (PPCAAM) do governo federal, a qual foi solicitada através de petição da “...ONG Projeto Legal...”.

Para que se possa formar uma opinião adequada, o programa acima definido (PPCAAM) ativado pela referida “...ONG Projeto Legal...”, levaria “...E.T. de L...” para a Suiça Através da organização não-governamental Projeto Legal, ele conseguiu embarcar para a Suíça, com garantia de casa e identidade novas para recomeçar sua vida.

Somente protestos em massa, generalizadamente feitos pela sociedade como um todo, em um raro momento de despertar, acabaram por causar o retorno de “...E.T de L...”, via o Ministério Público e segundo determinação de um Juíz, porém para o retorno ao cumprimento de medida sócio-educativa em regime semi-aberto por dois anos, e segundo a lei presente no Brasil, “...E.T de L...” ao atingir a maioridade sairá em liberdade com absolutamente nada em sua ficha criminal.

Assim vemos que mesmo que o “...certo...” tenha desencadeado a fúria do povo, porquê o “...errado...” era nauseante demais para ser ignorado, e o “...correto...” acabou por ser feito – contudo somente neste caso e por absoluto esforço social – o “...correto...” em si mesmo já está “...errado...”, e portanto é injusto pois carece de dignidade e hombridade.

Levando esta perspectiva em conta, observemos então o Brasil e seu Povo em um contexto geral.

As pessoas nestes dias tem acesso à informação, mas não se sentem estimuladas a procurar informação realmente, e um dos claros exemplos disto é que a mídia em geral lucra muito com “...pornografia...” generalizada e esporte – o pão e o circo tão caro aos romanos. Para perceber isto temos apenas confrontar a internet e notar que as pessoas podem ter memorizado como acessar sites, em geral pornográficos,  porém não há nelas em sua maioria a vontade para abranger um conhecimento que possa modificar por todo o sempre suas vidas, quer seja este conhecimento das vias humanas, biológicas, médicas ou sociais.

As pessoas permanecem vinculadas a frases de efeito que estimulem a necessidade de serem aduladas, e detestam toda e qualquer frase que implique na necessidade de progredir, melhorar e se esforçar verdadeiramente.
Estas pessoas exigem que tudo lhes seja dado, nos dias atuais, e desta forma o grande vácuo que subsiste em seus corações – o qual jamais é preenchido – caminha de promessa em promessa e de necessidade em necessidade, enquanto as razões e os meios que poderiam preencher este verdadeiro abismo em suas vidas, é em via de regra  amaldiçoado e temido como uma doença contagiosa.

Cada pessoa que exista no Brasil, seja ela qual for, venha esta pessoa de onde vier, sente que algo lhes falta e que os caminhos destes dias de alguma forma estão errados, e por mais que lhes seja apresentada uma linguagem confortável e enganadora – aceita em verdade – aquela inquietante pergunta continua a se manter:

“...O que está faltando?...”

Por mais que afirme em sua vida que está em lucro por poder acompanhar o tempo todo banalidades de todos os tipos ou pornografia gratuita acima denunciada, sente-se compelido a fúria por sequer pensar em filhas, mães, esposas ou parentas suas que venham a estar expostas naquelas mesmas condições.

Por mais que afirme em sua vida que está em lucro por poder viver por menor esforço de vantagens sociais em detrimento do trabalho de outros, não pode se orgulhar disto perante todos os que cruzam seu caminho, e no fundo de sua mente sente que a verdade é dolorosa e que o melhor seria a hombridade no dia a dia.

Por mais que sorria ao se lembrar de quanto sentiu-se poderoso em momentos sociais, quando esta ou aquela autoridade teve que se conter, ou teve que ser tolhida em favor das vantagens adquiridas por si, percebe que ao fazer isto condenou-se ao estigma auto imposto por suas escolhas, de em meio a massa ser somente massa e por ela permanecer em marcha, seguindo uma direção incerta que não possui os elementos necessários para satisfazer sua necessidade de grandeza.

E isso tudo ocorre porque por mais que algo ou alguém se escude em linguagens torpes de herdeiros das atitudes incertas e enganadoras de “...jacobinos de todos os tipos...”, viventes e presentes na maioria dos países sob o nome e termo que ali se apresentar como o melhor para defini-los, pulsará em suas têmporas e em suas veias, ainda que brevemente e fracamente, a incandescência da dignidade régia, pois a humanidade em todos os períodos de sua existência, tem sempre se autodefinido como “...filha do deus ou dos deuses...” , e tem tido o cuidado de  autodeterminar a si mesma como sua herdeira legítima, vindo então esta dignidade régia a latejar no inconsciente de cada um.

Sendo assim, se faz necessário um retorno aos caminhos que demonstram a sacralidade da vida e do ato de alguém em meio a ela, de tal forma que a existência de cada um não seja abandonada ao martírio da suposição de valores externos e inócuos provenientes da esterilização da crença e das virtudes da mesma, os quais perfazem a ponte entre a dignidade e importância de cada vida com a existência social, gerando portanto um caminho social ético e moral, ligado a grandeza da lei natural, e que acaba por sanar a vacuidade presente no peito que clama por um caminho propriamente dito em meio ao lodaçal do abandono que apodrece ao povo em desespero disfarçado de luxúria desenfreada, consumo exacerbado e vacuidade de afirmações de frases feitas e vazias de tolos que muito supunham, e contudo nada além de vazio ou farsa gananciosa tinham realmente a apresentar.

Cada pessoa deve então ver a si como ligada a grandeza como uma extensão da mesma, com um propósito nobre para si próprio, ligado aos ideias tradicionais europeus, que somente uma corrente de pensamento potente e forte que una, guie e proteja a cada um, pode prover a todos, protegendo inclusive a família – foco e bussola  que nos orienta em verdade.

O povo deve então ser guiado, pois carece de liderança que lhe mostre sua grandeza, deve ser despertado de seu torpor, pois à muito  está adormecido imerso em um falso jardim de delícias que o leva mais e mais a ser cada vez menos.

Devemos mostrar que a grandiosidade está a espreita de quem possa vir dela tomar posse, devemos levar o povo a compreensão de que se puder despertar suas heranças, se puder observar as verdades que são naturais em seus costumes mais antigos, que o folclore e as antigas tradições guarnecem disfarçadamente, poderá então tomar para si os meios de governar-se através de honra e dignidade, e progredir desmedidamente pois é inato ao ser humano que ao menos uma minúscula partícula de autopreservação esteja presente em cada um, e em verdade o comportamento que tem sido seguido pelas multidões e que vem a ser orquestrado pela mídia e por aqueles que subsistem de parasitose, leva ao enfraquecimento tanto de cada indivíduo como do todo que poderia vir a ser formado pelo mesmo.

Deve ser ponto passivo em cada pessoa no seio de cada família, devidamente formada e estruturada, assim como em cada pessoa que participe de qualquer instituição de ensino, que “...atitude certa...” e a tomada de “...atitude correta...”, são os meios verídicos para expurgar os males das “...atitudes erradas...”, os quais são claramente visíveis e perceptíveis em meio ao todo da sociedade, o qual é testemunhado por todos nós.

Não é mais admissível que ideologias de botequim, que pseudo pensadores mancomunados com sindicatos de todos os tipos e que adulteradores dos fatos históricos, persistam em lucro ou de valores e dinheiro ou de aquisição de nome e influência, por conta da péssima atitude de cada pessoa que deveria se opor a isto e varrê-los do mapa, pelos crimes inatos que os mesmos vem praticando a décadas, em alguns casos, e séculos em outros.

Para mover o povo, para atiçar a massa a deixar de ser somente carne de abate dos que subsistem de parasitose é necessário uma coisa que em verdade jamais fez-se presente de fato em maio a história do Brasil, é necessário um “...Ideal...”, é necessário algo que possa ser perseguido e com esforço alcançado, e que seja tanto intangível como plenamente presente!

Este ideal somente pode ser adquirido quando se dá a devida atenção a única coisa que reúne as famílias presentes em uma determinada área, e isto em si mesmo é a história que veio a formar aquelas famílias, as lutas para poderem persistir e o que os levou a tanto, e mais, a mola motora para esta sobrevivência e triunfo devem ser demonstradas claramente, e esta mola motora está na tradição inerente a origem de cada família em cada lugar, vinculada inexoravelmente aos valores tradicionais europeus de leste a oeste.

Famílias com ascendência italiana persistem em sua existência no nordeste, sudeste e sul do Brasil, por exemplo, e por mais que tenham sido afundadas muitas das formas de linguajar que tradicionalmente lhes caracterizavam, ainda sim a conformação física dos descendentes suplanta as tentativas do meio a volta dos mesmos, de eliminarem a diferença marcante trazido consigo de outra área, que os faz resilentes as modificações mais nefastas, não importando o quanto se tente impô-las.

Famílias espanholas da mesma forma vieram em largas quantidades para a região sudeste e sul, o mesmo se dando com famílias austríacas e alemãs, que prevaleceram em quantidade mais ao sul do Brasil, isso tudo sem mencionar a presença portuguesa em toda parte.

Por mais que os limites geográficos originais sejam motivo de alegadas dissoluções de espírito de corpo em face de outro país e outro clima e relevo, as festas tradicionais de origem anterior a presença do cristianismo em toda a Europa, celebradas com os ícones do cristianismo em todo o Brasil, persistem em lembrar ao povo sua origem e a origem de sua tradição.

A páscoa reúne a todos os cristãos no Brasil, e as festas juninas são celebradas em todo o país, e isso é uma marca nacional assim como o é o caso do Carnaval, sem mencionar claramente o dia de finados e a data católica de celebração do nascimento de jesus.

Se antes a política fez com que pessoas fossem assassinadas e perseguidas em face da necessidade de imposição de uma ordem social diferente, absorvendo datas e festas e crescendo por este meio, no presente momento estas datas e festas celebradas tanto por tradicionalistas católicos quanto por tradicionalistas pagãos, cada um por seus próprios motivos demonstra um processo de unicidade, onde a data da festa e sua origem europeia suplanta o confronto que a política causou em face da religião, e vem a demonstrar o caminho de potência que deve vir a ser seguido em busca de uma tradição de origem europeia, qualquer que seja a denominação usada por este ou aquele grupo, pois esta procura é em verdade a procura pelos valores e pela força que tendo vindo justamente do velho mundo, causa o erguer das hostes dos justos se movendo contra tudo e todos que subsistem de parasitose em meio a nossa moderna sociedade.

É chegado o momento do povo se reunir e de ver a grandeza inserida em meio ao mesmo, que potencialmente acena para um futuro brilhante que para existir, deve acenar para o passado absorvendo seus valores mais nobres, e orientar o presente com base no mesmo, para que assim trilhe-se o caminho que leva ao futuro, com base em coragem, verdade, honra, disciplina, força, vontade, autoconfiança, lealdade e hospitalidade, e tudo isso vinculado a uma tradição que defenda um processo ancestral de fé, pois tal é  a natureza de um caminho que tende ao conservadorismo ou pretende lutar por seus ideais.

Observemos por fim, os pontos em comum que podem alavancar os ideais do povo dentro do acervo da religião.

Notório é que em determinadas datas no decorrer do ano, os povos do mundo celebrem datas festivas mormente falando ligadas as tradições religiosas mais proeminentes.

A pouco tempo muitos tem alertado sobre o fato de que estas datas tem origens ancestrais ainda mais antigas do que o que em geral é tratado sobre as mesmas, e alguns dentre estes tentam dem9onizar estas datas, buscando ter primazia sobre este ou aquele grupo religioso tachando aos demais de hereges ou satânicos – muito disso ocorreu em relação ao culto da santa Maria no Brasil, tempos atrás, quanto a imagem da mesma foi chutada em cadeia nacional, em programa de televisão aberta, por um pastor de determinada religião em particular.

Tolice maior não poderia ocorrer, pois estas datas antigas em geral celebram a sazonalidade, que é comum aos povos da Terra como um todo, quaisquer que sejam estes povos e suas religiões, e em momento algum podem quaisquer deles fugir de sua celebração.

Líder algum pode dizer a natureza “...que cesse a primavera ou a lua cheia após a mesma...”, e fato claro é que a páscoa católica somente pode ser celebrada no primeiro domingo, após a primeira lua cheia que vem a suceder o equinócio de primavera do Hemisfério Norte – pois ali está a Europa onde a festa em questão primeiramente foi celebrada, e portando sendo o ponto de referência para este simbolismo – que equivale ao equinócio de outono do hemisfério Sul.

E a primavera celebra o nascimento e o retorno da vida aos campos, é uma forma da natureza celebrar o renascimento e a vida, e isto está implícito naquilo que o catolicismo pretendeu celebrar com a páscoa, que na Europa é chamada de “...Ostara...”,nos países de língua inglesa e alemã, e “...Eostre...”, é o nome também da festa antiga e da Deusa Eostre, a qual é festejada na Primavera, com os símbolos do “...coelho branco e dos ovos coloridos...”, símbolos de nascimento e fertilidade.

Muitos protestantes supõem-se livre disto, porém nada poderia ser mais incorreto, pois celebram o dia 31 de Outubro, como data inicial do “...protestantismo...”, dado o advento de Lutero ter fixado seu famoso manifesto, tendo escolhido esta data simplesmente por ser a mesma o início do ano novo dos celtas e bem como a conhecida festividade tradicional europeia chamada de Samhain, justamente procurando naquele momento aliar forças com aquilo que sob seu ponto de vista, foi perseguido também.

Devemos nos lembrar que o “...Sol Invictus...”, Mitra, é celebrado tradicionalmente nos textos Persas, no dia 25 de Dezembro , data na qual o Sol deixa sua crucificação no Cruzeiro do Sul e se ergue ao céu renascido, e trazendo esperança e luz ao mundo, em meio as trevas do solstício de inverno – no hemisfério norte mais uma vez.

E há muitos outros pontos de consonância que agora nestes tempos devem deixar de ser motivo de discórdia, para então formar o ponto de reunião dos povos em torno do “...Europeísmo...” inato em países como o Brasil, e em torno destes valores europeus originais presentes em tudo que há de melhor e que foi trazido para este país e para os demais países onde a presença europeia veia a ocorrer.

Unamo-nos então sob a religião e seus pontos em comum, em orgulho pela tradição milenar que em verdade trazemos conosco e levamos adiante, e lutemos pelo orgulho no povo por ser seu portador.



Odalismo como uma ferramenta de união!

Consideremos agora este conceito de tradição viva e presente, nos seus moldes antigos e trazida a este tempo, e procuremos entender como a mesma pode ser uma ferramenta de reunião dos herdeiros europeus nas terras de Pindorama.

Primeiramente observemos os termos pelo qual seu funcionamento pode vir a ser conhecido fora e dentro do contesto nacional, e sendo assim, procuremos entender os moldes do que o pensamento “...odalista...” pode vir a ser.

O Odalismo " - do proto germânico “ôþalan” e na América “othalan”, ligado ao termo nórdico “Odal”, sendo Odal uma anglicanização que implica , literalmente, em  ou "patrimônio cultural" - é um movimento de religioso com base no ressurgimento de antigas tradições espirituais de características próximas as germânicas, e é uma doutrina que apela ao paralelo de reconhecimento da diferença e da igualdade de todas as culturas, cujo símbolo é a runa  “...odala...” , uma runa que representa simbolicamente os três pontos principais da doutrina odalista.

Grande importância é dada à figura do Deusa Mãe , que se torna o foco da teologia odalista, Deusa esta concebida como uma entidade panteísta e identificado com a natureza de todas as coisas.

A “...doutrina odalista...” coloca grande ênfase na valorização da individualidade da pessoa e implica na inclusão desta no contexto religioso Eteno – não confundir com termos ligados a etnia sob este foco em questão – pois Eteno lida com o aportuguesamento da palavra “...heathen...”, que lida com resgate de valores tradicionais europeus antigos .

A base da espiritualidade odalista está na recuperação de muitos valores presentes nas antigas tradições germânicas – por exemplo -  e nas teorias de darwinismo social o qual não lida com a teoria da evolução do ponto de vista que tende a horrorizar os movimentos religiosos em geral, porém afirma a teoria da necessidade de que o ser humano se exponha a esforço pessoal e muitas vezes combate, para que haja melhora social e pessoal.

Espiritualidade odalista é aberto para interpretação pessoal dos aspectos doutrinários, porém se fixa intensamente em três princípios,os quais encontram paralelo em meio a pontos de vista perceptíveis dentro do tradicionalismo católico por exemplo.

Estes princípios são os seguintes:  Assim como  a igreja católica reafirma a ideia de amar a deus sobre todas as coisas, os Odalistas afirmam o conceito de Naureza como uma forma Divina a ser respeita como ponto de reunião de todas as coisas e seres, muitas vezes chamadas simplesmente de “...Mãe...”,  prevê como se segundo princípio o respeito ao divino no povo e nos ícones de cada povo, por exemplo o respeito pela tradição e festas celebradas pelos povos teutônicos antigos, e por seu terceiro princípio o inalienável e inquebrantável respeito para com a família, que como já foi citado anteriormente é o ponto central de reunião que é comum a todos os povos e que deve ser protegido por cada um deles, tanto seus valores tradicionais como a manutenção dos mesmos.

O primeiro preceito, ou seja, o que envolve a concepção Divina da “...Mãe...”, tem um forte apelo ecológico, e lida com a reafirmação – se pararmos as brigas tolas por conta do externo do símbolo – do culto a Maria em meio aos católicos, como mãe intocada e amorosa de todos, e que deve ser respeitada, desta forma o amor a Natureza e o amor Católico a Maria, encontram um paralelo que deve ser seu principal ponto de reunião e  força .

Como a mãe universal, ela é vista como uma entidade imanente e por vezes até mesmo panteísta, como analogamente observaríamos uma energia que psicologicamente conecta cada pessoa ao cosmos a sua volta, ela é identificada com a natureza própria de todas as coisas, que é tão amada e preservada de qualquer dano, pelo odalista fiel.

A ideologia do Odalismo ensina que não devemos separar a humanidade da natureza, apenas porque o homem é superior aos animais, mas afirma que a humanidade é uma parte do sistema infinito e sagrado em constante transformação, que foi confido como um presente ao mesmo, e pelo qual esta humanidade deve zelar.

O segundo preceito pode recair por exemplo nas celebrações tradicionais européias, em sua forma antiga ou como agora são cultuadas, porém incorporando também o conceito europeísta de respeito ao âmago destas tradições, sobretudo para aqueles que desejam festejar suas fontes, homenageando aos deuses tradicionais da cultura germânica, vistas como emanações e manifestações de manifestação da Natureza.

Este sistema, devidamente respeitado e percebido pelo mais puro bom senso,  permite a identificação do mundo religioso do divino com o mundo humano: os deuses são concebidos como diferentes aspectos do evento por completo, e como patronos dos elementos da natureza.

Suas representações físicas são então vistas não como seres divinos antropomórficos em si, porém como essências ou simplesmente manifestações de leis naturais subjacentes que permitem a junção subjetiva e objetiva do Mundo que a Natureza nos presenteia. As divindades são experimentadas como as projeções do encontro entre a complexidade da mente humana,  eo mundo em torno do qual a própria mente é parte integrante.

O terceiro ponto da odalista doutrina é o valor de seus laços de parentesco, talvez o mais vigoroso motivo que nos leva a abordar tal assunto.

O Odalismo insta o membro para manter a honra e proteger a sua família , amigos, a vila onde ele reside, os valores naturais que compõe o todo familiar a si, e o leva por fim a defender  a nação a que pertence, como uma expressão direta destes valores.

 Isso resulta em um ponto doutrinário da exaltação da sua identidade nacional, sendo que este  nacionalismo na óptica odalista não é uma ideologia que leva a uma visão do extremista e racismo do mundo e da humanidade, mas viaja paralelamente com o ensino da equidade e da respeitabilidade de todas as culturas como tal, pois o ensinamento sobre a diferenciação cultural e divisão dos homens em grupos nacionais, é um ensinamento da igualdade social e civil profundas, que deve estar presente em cada nação para que a mesma tanto respeite a si, quanto se fortaleça e fortaleça aos seus, e é nesta fase precisamente que a doutrina Odalista  mostra ligações com o darwinismo social, que acima foi abordado, o qual é extremamente valioso para formação da família e para o propósito nacionalista de qualquer um.

O nacionalismo pregado pelos princípios odalistas em sua forma pura, é visto pela maioria das pessoas como uma solução para este multiculturalismo crescente na sociedade global de hoje, que em verdade acarreta o empobrescimento dos que fluém para determinada área, a perda da cultura e tradição ao deixara área onde se encontra, a perda de potência econômica pelo enxame de pessoas trazidas pela globalização e multiculturalismo para outras áreas, acarretado sobre áreas originalmente monoculturais, e o choque inevitável e execrável das pessoas que por estarem em processo de perda de valores econômicos e em disputa por sobrevivência, acabam por se odiarem por terem desrespeitado os limites geográficos e tradicionais religiosos, um dos outros.

As sociedades multiculturais artificialente engendradas pelas políticas dos que “...sobrevivem de parasitose...”,  são inadequadas para a sobrevivência das diferenças e particularidades de cada homem, que acabam sendo sufocadas uns dos outros, em última análise, destruindo-se através de um choque e se anulando.

A forma de pensar do Odalismo, respeitando e reafirmando cada pessoa de cada cultura em sua própria cultura e área geográfica cultural, via o nacionalismo purista, afirma que a única forma através da qual podemos acabar com a destruição de culturas e de eliminar o racismo, é simplesmente colocar os homens em contato com a Natureza, coisa que é úniversalmente deixada de lado, e a seguir com suas íntimas e específicas raízes culturais, tradicionais e étnicas, mas sobretudo com a natureza preserva dentro de si mesma.

Entendamos agora de que forma um termo como “...darwinismo social...”, pode ser tão valioso para as religiões – uma vez que possa-se pensar que o mesmo venha a ser um contracenso.

Em  sociologia, o darwinismo social é identidicado como uma filosofia que afirma o conceito de "...luta de vida e morte..." como uma regra das comunidades humanas, e indo além, ele
mais propriamente, deve ser definido “...spencerismo social...”, pois seu desenvolvimento é devido a Herbert Spencer (1820-1903) o qual explica:
"...Pode parecer duro que o trabalhador que esteja incapacitado por doença na competição com os seus semelhantes, deva arcar com o ônus de privação. Pode parecer duro para uma viúva ou um órfão, os quais  devem ser deixados para lutar pela sobrevivência. No entanto, quando estes são vistos não isoladamente, mas em conexão com os interesses da humanidade universal, estas mortes estão cheias da mais alta instituição de caridade – ou seja a beneficência – pois estes vetores que desencadeiam continuamente que crianças precoces graves de pais doentes, e que – por exemplo – vem a escolher os pobres em espírito, os destemperados e os debilitados como as vítimas de uma epidemia, acaba por fim saudando com a possibilidade de melhora de condição a sociedade sobrevivente, pois a mesma se supera e torna-se mais resistente, na  próxima geração através deste meio ".

A  expressão “... luta pela sobrevivência...", apareceu pela primeira vez através de uma citação de Spencer,  em uma obra escrita em 1850, antes da publicação de A Origem das Espécies.
“...Este princípio, para o qual cada leve variação, se útil, é preservada, era chamado de "seleção natural" . Contudo a expressão "...sobrevivência do mais apto...", freqüentemente usado por Herbert Spencer, é mais adequada, e às vezes igualmente conveniente. (Darwin, 1859)

Na quinta edição da Origem, Darwin mudou o título do quarto capítulo de "Seleção Natural" a "seleção natural ou sobrevivência do mais apto", a referência é para os princípios da biologia em que Spencer (1864) introduz pela primeira vez a expressão sobrevivência dos mais aptos, que o mito da historiografia quer como uma degeneração do princípio spenceriano da seleção natural.

Notemos que Darwin derivou a teoria de suas observações vastas e precisas da natureza, e que ele usou o trabalho de Malthus para explicar a luta pela sobrevivência, sendo que este Malthus, no entanto, não tinha tratado nem de planta e nem de animal, e que sua teoria surgiu a partir da dinâmica da natureza, em relação à preocupava quanto ao crescimento da população humana, baseando seu trabalho na teoria da renda diferencial de Adam Anderson e baseando-se sobre a equação estabelecida entre o aumento dos meios de subsistência (em progressão aritmética) e o inchaço populacional (em progressão geométrica) e que, na sua opinião, viria a constituir um limite intransponível para encontrar meios de subsistência, e notemos que adicionando a isto o que se sabe nos dias de hoje sobre o equilíbrio ecológico, de forma alguma as afirmações em contraditório podem ser levadas em conta, para tentar quebrar os pontos de vista que podem derivar das associações acima referidas, porém mais de um século foi necessário para que alguém desse ouvidos a lucidez de algo assim.

Charles Darwin, no entanto, nunca viu com bons olhos as teses classistas, racistas e sexistas. Desta forma o darwinismo social é apresentado, como uma ideologia com pretensões de cientificistas, onde algo como  a guerra civil, as desigualdades sociais nas guerras de conquista e a extensão da raça humana, sob forma de uma lei geral da natureza, que se expressa na “...luta de vida e morte...”, por sua vez generalizada como um único mecanismo de seleção natural, de forma a legitimar os princípios biológicos e antropológicos em consonância, demonstrando as disparidades entre homens, e culminando com a eliminação dos mais fracos, como meio de sobreviência da humanidade, de tal forma a ser visto com a própria extensão da lei natural.

E que fique bem entendido que, os fracos em nossa sociedade não são os mais pobres ou as crianças, como uma maioria de tolos teóricos defensores dos que “...subsistem de parasitose...”, com toda certeza remoerão em seu rastejar contra a dignidade, pois um pai de família, uma mulher ou um jovem que por algum motivo saiam para trabalhar e estudar, e procurem lutar por pagar seus impostos e tentar crescer, demonstram força dia a dia e seguem um caminho de nobreza que é um exemplo a ser seguido por qualquer um.




A fraqueza e decadência como uma ferramente para moldar leis!



Inicialmente, neste ponto desta pequena apresentação, poder-se-ia perguntar: E quem são os fracos?

E em geral os que assim vierem a proceder, com toda certeza, serão aqueles que movidos pelo desejo desenfreado de gerar simplesmente maledicência, para protegerem a si mesmos ou as suas fontes de lucro ou de provimento de influência; enquanto que outros, o farão simplesmente por ingenuidade, e alguns outros, por fim, movidos por curiosidade saudável farão a mesma questão.

Contudo tranquilamente podemos assegurar as pessoas que o conceito de fraqueza lida com princípios de verminosidade, sob um certo sentido, movida por corrupção - por um lado - e tendência a decadência, por outro.

Os fracos, simplesmente, são aqueles tipos de vermes que estão tão expostos a problemas como quaisquer outras pessoas, são aqueles que vivem em locais de periferia como qualquer outra pessoa, porém que optam por sair de suas casas – como os estudantes e trabalhadores acima referidos – porém para praticar latrocínio com o intuíto de sustentar seus vícios por “...crack...” ou outras modalidades de liquidificação mental auto induzida.

Os fracos são aqueles tipos conhecidos, que tendo acesso a meios econômicos os querem somente para sí, acabando com a balança saudável da concorrência de compra e venda, extirpando empregos e eliminando empresas inteiras, apenas para seus lucros e ganhos pessoais.

Os fracos são aquelas enfadonhas criaturas que se arrastam por traz das escrivaninhas de escritórios políticos visando não a “...administração da polis...”, e sim a administração da arrecadação da contribuição dos pagadores de impostos, para favorecerem somente a sí, enquanto empresários honestos tentam sustentar a si mesmos e a seus empregados, os quais são pagadores de impostos também, e são tão lesados poblicamente quanto estes honestos empresários, que são afirmados pela mídia de esquerda como uma alegoria fictícia, na mesma proporção que a mídia de direita negou aos mais inteligentes o acesso gratuíto e condicionado a retorno via empregabilidade em empresas de renome, em faculdades décadas atrás, o que nos levou a mídia de esquerda ter alguma coisa a dizer contra a de direita, e vemos mais uma vez que entre jacobinos e girondinos e os tolos de centro, que nada muda antes da chegada de Napoleão.




Os fracos, por fim, são os que se aproveitam do seguro social e do serviço social de qualquer país, enfraquecendo as finanças como um todo, drenando os impostos que os pagadores de impostos são obrigados a pagar, via politicagem, recebendo valores cada vez maiores por números cada vez mais elevado de natalidade em cada uma de suas famílias, e a exemplo do horror que ocorre nestes tempos de crise européia – ao redor de 2012 e.v. – enxameíam por todo lado, onerando o trabalhador honrado e o empresário dígno, e obrigando-os a pagar pelo que não fizeram, gerando uma imensa maioria de despreparados, cultivados para serem tais e quais a geração anterior, plenos de analfabetismo funcional e bloqueio cognitivo, e irracíveis acerca da suposição de estarem certos, embora a Lei Natural diga que estão errados.

Vejamos como exemplo disso o programa do governo brasileiro chamado de Rede Cegonha.

Este programa gerado pelo Ministério da Saúde, operacionalizada pelo SUS, gasta dinheiro público arrecadado em sua maioria da região sudeste e sul, onde os probelmas sociais aumentam mais emais, e onde em momento algum os valores a serem investidos são proporcionais ao que é arrecado na região, para que mulheres, recém-nascidos e recebam assistência médica; transporte tanto para o pré-natal quanto para o parto; vinculação da gestante à unidade de referência para assistência ao parto - "Gestante não peregrina!" e "Vaga sempre para gestantes e bebês!"; realização de parto e nascimento seguros, através de boas práticas de atenção; acompanhante no parto, de livre escolha da gestante; atenção à saúde da criança de 0 a 24 meses com qualidade e resolutividade; e suposto acesso ao planejamento reprodutivo.

Contudo o próprio programa financia os chamados “...kit-parteiras...” avaliado em R$ 600,00 CADA KIT, e estima que há uma média de 1.000 parteiras em atuação no país, também indica e avalia a construção de um Centro de Parto Normal, avaliado em R$ 500.000,00 (QUINHENTOS MIL REAIS) e mais um VALOR ANUAL DE R$ 960.000,00 (NOVECENTOS E SESSENTA MIL REAIS), para sustentar o tal Centro de Parto Normal, também há a avaliação do Casas da Gestante, sendo cada uma delas avaliada em R$ 379.739,00 (TREZENTOS E SETENTA E NOVE MIL E SETECENTOS E TRINTA NOVE REAIS), para construção, tendo espaço para 20 leitos em cada uma, e tendo um CUSTO ANUAL DE R$ 720.000,00 (SETECENTOS E VINTE MIL REAIS) por ano.

Havendo a estimativa de atender em torno de 2.000.000 (DOIS MILHÕES DE GESTANTES ENTRE BAIXO E ALTO RISCO), via o transporte gratuíto, em que os valores para as gestantes de alto risco foram planejados para custarem em torno de R$ 17.064.000,00 (DEZESSETE MILHÕES E SESSENTA E QUATRO MIL REAIS) e sendo o custo planejado para as gestantes de baixo risco em torno de R$ 64.464.000,00 (SESSENTA E QUATRO MILHÕES QUATROCENTOS E SESSENTA E QUATRO MIL REAIS), e isso tudo EM VALE TRANSPORTES.

Sendo que o custo do VALE TAXI para atender 2.000.000 (DOIS MILHÕES) DE GESTANTES  em geral, sendo de R$ 40.968.000,00 (QUARENTA MILHÕES E NOVECENTOS E SESSENTA E OITO MIL REAIS).

Sendo que foi concebido um CUSTO TOTAL PARA AMPLIAR O ACESSO E A MELHORIA DO PRÉ-NATAL, tudo isso custeado pelo BOLSO DOS PAGADORES DE IMPOSTOS, nos exorbitante valor de R$ 1,109,311,668,72 (UM BILHÃO E CENTO E NOVE MILHÕES E TREZENTOS E ONZE MIL E SEISCENTOS E SESSENTA E OITO REAIS E SETENTA E DOIS CENTAVOS).

Lembrando sempre que estes são os valores oficiais do Ministério da Saúde, presentes no documento oficial do referido órgão, acessível via o link:

Além disso somando o vetor em dinheiro acima estipulado para sustentar os gastos com a reprodução acima citada, em direção regiões onde prioritariamente o controle de natalidade deveria ser usado, e em seguida para as pessoas que lá estão, um programa direcionado aos mais áptos a se desenvolverem, estendendo a região os benefícios a lei natural, enquanto que os demais trabalhadores tanto das regiões atendidas, quanto do sul, centro oeste, sudeste, nordeste e norte tem que arcar de seu próprio bolso com tudo aquilo que é tão docemente oferecido, aos que de modo algum retornarão aos cofres públicos tais coisas.

Tais coisas simplesmente demonstram que um retorno a valores dígnos ligados a Lei Natural são a única forma de que um conservadorismo possa salvaguardar a vida de cada um, e a possibilidade de senvolvimento de uma família, pois estes valores reforçam a idéia inerente que cerca a família como um instrumento de sustentação e dignidade em si mesma, de onde devem brotar os fortes, e nunca os exemplos de desculpismo social acima referidos, a fraqueza em si mesma, a qual é refutada em todos os sentidos pelos princípios inerentes ao odalismo.

Desta forma, observamos aos três princípios do Odalismo como uma forma de determinação de potência e força para o povo, e uma forma de respeito a tradição, e bem como uma metodologia que pode levar eta tradição, municiada de forte nacionalismo, desejo por proteção a família e respeito a natureza, como o presente divino que a mesma é para cada homem e mulher, automaticamente protegendo aqueles valores tradicionais que jamais devem ser molestados pela fraqueza.

Vemos acima de tudo nestas representações as chamas que iluminam o caminho a ser trilhado para resgatar e dar orgulho ao povo trilhando o saber que com os quais os ícones europeus  os brindam, ao serem adicionados, vivenciados e experimentados dia a dia, numa constante luta por viver para o melhor e por melhorar a cada dia, em um sentido maior de proteção ao que é mais caro a cada um, unidos todos nós em torno de valores que são a própria expressão da família em si mesmos, pois reafirma a nacionalidade e seus íncones ancestrais e a fixação da família e da unicidade de seus valores, e bem como da proteção a estes valores e ao que tradicionalmente cada família é, exatamente nos moldes originais geográficos em que a mesma vem a ocorrer, como a maior forma de respeito e de fator de eliminação do racismo que pode ser encontrada por cada homem e cada mulher, não importando sua origem ou nação, e indo além disto, pode demonstrar com o caminho pelo ideal nacional anda de mãos dadas com a valorização religiosa e tradicional de cada indivíduo, no resgate e manutenção deste indivíduo em seu espaço sagrado e no respeito ao mesmo e no respeito a natureza ali presente, e nos ícones de contato tradicionais e ancestrais de cada homem e cada mulher residentes ali.



Conclusão

Ao observarmos os ciclos da natureza e os ciclos da sociedade na qual estamos inseridos, vemos que ambos os ciclos estão dissociados e que isto tem trazido aterradores efeitos sobre a construção da humanidade.

As pessoas em todas as partes do mundo aceitaram para suas vidas uma forma de existência na qual, optando pelo menor esforço em todos os sentidos, levam este ato quase de covardia perante a própria vida, para o seio de suas famílias, e renegam-nas a orientação torpe do que vem sendo vendido pela mídia.

O resultado disto, pode levar aos temores mais concretos em muitos dos temas propostos por Edmond Burke, que afirmou “...que a única coisa que o mal precisa para obter a vitória, é que os homens de bem façam nada...”!

Estes tempos onde o materialismo persiste em levar a todos a uma resolução consumista por um lado, e supostamente de divisão em prol do bem comum, por outro lado, sempre levam cada pessoa em direção a um mesmo tema, que em sí resulta em uma só palavra “...ter...”.

Pessoas nestes tempos mais do que em qualquer outro período da história “...não são...” elas em geral “...tem...” ou “...não tem...”, e os que “...não tem...” seguindo uma linha torpe de pensamento, baseada na teoria nascida da depravação de pessoas como Lenin e Stalin, se unem para subtrair para si o que pertence aos que “...tem...”, sem jamais observar que se por acaso obtiverem isto para si, elas mesmas incorrerão na situação de passarem a “...ter...”, e procurarão proteger o que “...tem...” dos que “...não tem...”, em um ciclo de desculpismo adulterados e tolos, o qual jamais termina, pois ele mesmo se retroalimenta.

Por outro lado “...os que tem...”, acabam sendo de dois tipos – saudosos tempos são aqueles que somente um tipo havia – um dos tipos se encaixa nos mais aterradores temores de Gustavo Barroso quando escreveu seu livro – altamente atual e um verdadeiro espelho de tudo o que tem ocorrido nos dias atuais em todos os países do mundo – entitulado “...Brasil Colônia de Banqueiros...”, sendo que aqui cabe bem um excerto:


“...Na sua marcha avassaladora, a organização capitalista do mundo procura, antes de tudo, penetrar no organismo das nações, afim de aniquilá-lo. Começa, portanto, pela escravização dos governos. Essa escravização se opera através dos “favores”, dos empréstimos, pois o primeiro passo para tornar um governo escravo é torná-lo devedor. Quando essa potestade internacional pretende reduzir um povo às condições de escravo, o que ela faz naturalmente não é mandar exércitos: manda banqueiros. Assim, prossegue a marcha da escravidão de um povo. Os empréstimos se multiplicam; as emissões espinhosas se reproduzem; as operações e negócios estabelecem a trama com que se manieta a nacionalidade. E um país que chegou a esse ponto não tem mais do que deixar-se sugar pelo tremendo polvo que 1he lançou as antenas. Pois a confusão se estabelece em todos os quadrantes da vida nacional...”

O primeiro tipo é aquele ligado realmente ao conceito de “...possuidor por mérito...", alguém que dá valor ao que tem pelo trabalho terrível que desenvolveu para possuir aquilo, e que em geral não é uma forma de doença se alastrando pela sociedade.

O segudo tipo, como nos tem a algum tempo nos avisado pessoas do calibre dos fomentadores dos vídeos Zeitgeist sobre o sistema monetário internacional -  sendo que em tudo se alia com os pontos de vista de Barroso, acima mencionado – é uma forma verminosa de existência que alimenta-se de toda a proliferação de fraqueza social possível e imaginável, pois necessita  existir em todas as brechas onde o ponto de vista do lucro a qualquer preço se manifesta, alimentando-se de grupos políticos e movimentos torpes, como as chamadas “...Políticas Afirmativas...”, por exemplo, para ter lucro pela pressão de voto, ou ter voto pela pressão de obter lucros.

Este segundo tipo não se importa em divulgar e ampliar vetores de estagnação social em situações viciosas e geradas pela desagregação familiar, e procura obter vantagem a qualquer preço, sendo mantido por hipocrisia que prescinde de máscaras em algumas situações – mormente falando nos dias de hoje, isto tem sido cada vez mais claro e uma verdade cada vez maior.

Assim sendo, o segundo tipo aliado a insensatez de uma população idiota, por um lado, somada a falta de atitude de alguns por outro, nos leva ao verídico abismo social onde nos encontramos, onde até mesmo os valores essenciais do conceito de família estão sendo tolhidos para dar vantagem última a canalhas que em momento algum poderíam ter se apropriado do tipo de mídia que está em seu poder, porém como conceitos como coragem, verdade, honra, disciplina, força, vontade, auto-confiança, lealdade e hospitalidade são citados como tolices úteis para manter as pessoas em desvantagem, para que um lucre muito e outros tenham prejuízo, com leis “...criadas para dar vantagem a quem não as cumpre...”, as coisas jamais poderíam ser de outra forma.

Família é a base de tudo, Clã é a base da sociedade, e os Clãs e Famílias estão ameaçados pela própria fraqueza que tal e qual um câncer, se instalou em toda parte, via depravações como “...funk...”, ou atos praticados por pessoas que estão totalmente embebedadas pela mídia, e que abraçaram sem questionar tudo que ela pretende desencadear na mente de todos, como foi o caso noticiado no dia 10/06/2012 pela UOL Notícias – e outros sistemas de informação - entitulado “...Criança vai à Parada Gay para aprender a não ter preconceito...”, onde uma família levou sua filha para a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, supostamente para ensiná-la a não ter preconceito, em que a mãe desta família não concebeu o simples fato de que ela está levando sua filha para aceitar como algo natural, que pessoas que tenham nascido no sexo masculino, operem-se e anexem a seus corpos silicone e consumam largas doses de hormônio masculino, para tornarem-se aproximadamente como mulheres, para então atrair homens e praticarem sexo com os mesmos, quer seja passivamente quer seja ativamente.

Concluímos então, que se faz necessário uma atitude em direção a valores ligados a família, para autar de forma forte em prol de cada um, contudo orientando a todos em direção de conceitos de força e nobreza, os quais como um espelho da própria natureza, tem sido descartados pelas vicissitudes naturais de nossa atual e decadente sociedade.


  
Bibliografia


The Odin Brotherhood –

Das Kapital – Carl Marx


Edda – Snorri Sturluson

O Anti Cristo - Nietzsche

As Dores do Mundo - Schoppenhauer

A Book of Troth by Edred Thorsson

Sobre o Paganismo – Alain de Benoist

Kalevala – A Tradição Finlandesa Antiga

O Livro Negro do Comunismo - Crimes, Terror e Repressão - Stéphane Courtois e outros -

Brasil Colônia de Banqueiros - Gustavo Barroso

Tríadas Bárdicas da Bretanha;

O Renascer da Magia, Kenneth Grant:

Hecates Fontain, Kenneth Grant;

Night Side of Eden, Keneth Grant;

Magia em Teoria e Prática, Aleister Crowley;

La Magia Céltica, Editora EDAF;

Al Asif,O Necronomicom, Editora Anúbis;

El Necronomicom, Editora EDAF;

Arte e tradição Suméria, Babilôniabrasil;

R´lyeh Text, Editora SCOOB ESOTÉRICA;

Tools of Tantra;

Enciclopédia dos Mortos Vivos;

A Pictorial Synthesis of Three Great Pillars of Magick (Astrology, Enochian Magick, Goetia) - Lon Milo DuQuette

A Magia das Runas, Michael Howard.



Bibliografia Virtual








O culto pagão mais conhecido em Portugal (o Endovélico)









Nenhum comentário:

Postar um comentário