terça-feira, 13 de dezembro de 2011

A Lua de Histeros e o Falo do Sol!



A Lua de Histeros e o Sol de Phallus:
Uma análise Fria sobre subserviência!




(por: Frater Thul Alger)




Introdução:

Em todas as partes do Globo Terrestre, é comum que sejam encontradas diversas formas de representações simbólicas, ligadas a cosmogonias e religiões diversas.
É muito comum inclusive que sejam vistas muitas configurações extremamente similares, formas similares de “...demonização...”, por assim dizer, e inclusive símbolos similares de “...distinção...”, por outro lado.
Em geral, há um tipo de choque imediato de culturas e configurações, ligados a uma representação que é feminina contra uma representação que é masculina, sendo que onde há o predomínio feminino o princípio masculino é tachado de inferior ou de fonte do mal, e onde há o predomínio masculino, o princípio oposto é tachado justamente da mesma coisa.
Porém a coisa de Três Milênios, o predomínio masculino buscou adquirir potência absoluta sobre o princípio feminino, de tal forma que os ícones femininos passaram a estar ligados a decadência, vícios, forças antagônicas a vida – de certa forma – ou ao que pode ser representado como sendo o mal.
A questão que é mais importante em meio a isso, implica diretamente no fator discriminante que aponta para “... o por quê...” de tais coisas, pois é tácito que sejam tão fortes os movimentos que fortemente se sustentam na identificação feminina com o mal, e são tais e em tamanha quantidade, que apenas a manipulação e o golpe político e religioso são ineficazes ou ineficientes, para levar tão grande quantidade de pessoas a agirem desta forma, e por tanto tempo.
Desta forma, analisemos então a nível psicológico, biológico e histórico, o entrelaçamento dos sistemas simbólicos com o desenvolvimento das populações, para atingir um entendimento dos fatores propulsores destes eventos.




Índice




Capa

  Introdução
  
Índice

 Psique um plágio dos Astros
  
Da alma Masculina e Feminina, diferenças

Ideal e Real:
Choque entre o que deveria ser e o que é

 Conclusão

Bibliografia

Bibliografia Digital







Vínculos biológicos e astronômicos, bases dos símbolos :
Vamos agora observar o comportamento biológico feminino e o masculino, por uma óptica aliviada das manipulações e adulterações políticas, que tem tão fortemente lesado as universidades brasileiras e do restante do mundo.
Uma mulher – qualquer ela que o seja – tem um ciclo de regência orgânico ditado por seus hormônios – idem os homens – e estes hormônios parecem ser apenas o desencadeamento químico que responde a efeitos de reação pelo corpo – o que em certa medida é um fato, e por outro lado é incompleto.
Todos os meses passa por eventos que a levam a – primeiramente – se preparar para “...Ovular...”, depois para “...O Ovular Propriamente dito...”, seguido da preparação para “...Menstruar...”, seguida da “...Menstruação Propriamente Dita...”.
Estes ciclos não são regulares e são variáveis, porém as mulheres que são ditas como tendo os ciclos “...plenamente regulados...”, tem sua regência hormonal quase que matemática – muitas vezes a gravidez em mulheres assim é como uma tabela planejada, embora isso seja ainda mais raro e difícil, por fatores diversos.
Os ciclos femininos em si mesmos fluem divididos em 4 períodos, e apesar de parecerem ser apenas relações subjetivas separadas do contínuo objetivo, acabam sendo representações da natureza em si mesma.
Se observarmos um calendário Lunar, teremos “...13 Meses de 28 dias...”, estes meses lunares a cada ciclo de 52 anos lunares, é em geral readequado com um período de festas que o faz simplesmente “...EQUALIZAR...” com as demais horas restantes, para que os calendários realmente batam com a passagem astronômica do tempo.
Ao final de um ano lunar como o acima descrito, há um dia de festas onde o tempo é em geral dito como “...vago ou nulo...”, o dia inicial do ano celta por exemplo era o Samhaim – chamado de Heloween –antecedido por um dia sombrio, sendo que o calendário Lunar Maia segue por metodologia similar.
Quando uma mulher engravida, ela passa exatamente por “...Nove Meses Lunares...”, como os descritos acima, antes de dar a luz.
Seu período de gestação lida com um tempo inicial, que simula a preparação para a Ovulação - a qual lhe permitiu estar fértil para a inseminação – e na plenitude da gravidez, teremos então uma fase que é tal e qual o período da “...Ovulação...”, quando o porvir está a meio caminho, e por fim a fase final da gravidez quando ocorre a “...Preparação Para O Parto...”, simulando a preparação para a “...Menstruação...”, sendo que “...O Parto...” marca a representação orgânica similar ao período da “...Menstruação...”.
A Mulher quando está grávida, tem a Luz do Sol por assim dizer, durante Nove Meses Lunares acima citados, e pelo equivalente a um quarto disto, ela tanto quanto a lua e tanto quanto a terra, ausenta-se da presença do Sol.
No caso masculino, a representação em si lida com processos solares.
O homem é tal e qual um pavão ou um leão – é verdade que recentemente, muitos homens tem adquirido um rugido forte como o do gato doméstico, e o comportamento não do gamo, e sim o da gazela - como expressão do sol, pois a juba ou as plumas – exageradas por um certo ponto de vista, e altamente questionáveis por outro – expressão a inequívoca idéia de “...aparecer...”, ou seja, de dar a idéia de “...brilhar...”, ser visto e presente em toda parte.
Organicamente falando todos os dias, por mais que tenham cometidos exageros – e em geral isso é mais visível nos períodos de juventude – eles estão em condições de irem a procura de parceiras sexuais, ou de se mostrarem em condições de praticar sexo, de tal forma que agem na mesma consonância do princípio de desencadear fertilidade na Terra ou de Transmitir Luz a Lua, que o Sol no Céu realiza desde que estes dois corpos deste sistema estelar, passaram a fazer um par no céu.
O sol passa por ciclos de Onze anos, e nestes ciclos ele amplia consideravelmente suas manchas solares, e causa imensas e devastadores tempestades solares, que mexem de forma impressionante com a vida na terra – sobretudo destes tempos de tecnologia, fortemente influenciada pela atividade solar – podendo estas mesmas tempestades solares, serem a fonte para a presença de vida na Terra, pela possibilidade de geração de proteína através do material expelido pelo Sol e outras estrelas, conforme cita a ciência.
Da mesma forma, aos Onze anos os garotos começam a se diferenciar ainda mais intensamente das garotas, e começam a entrar no ciclo de maior produção hormonal para desenvolver o corpo segundo o padrão orgânico masculino.
Com tudo o que acima foi dito, estamos finalmente em condições de abordar a verdadeira tragicomédia – por vezes cósmica – que controla a vida humana neste planeta.

  






Psiquê um plágio dos Astros:

Com base nos fatos acima citados, chegamos ao ponto de poder lidar com o transcurso dos problemas humanos, e bem como observar com mais clareza os meandros – inclusive ocultos – ligados aos mesmos.
Quando um homem se relaciona com uma mulher, ele o fará sem que sequer perceba, tal e qual o Sol se relaciona com a Terra e a Lua, e inversamente falando, quando uma mulher se relaciona com um homem, é na mesma vazão da Lua para o Sol e da Terra para o Sol, e inclusive Terra para a Lua, que este relacionamento se dá.
Quando uma mulher não recebe atenção de um homem, ou de vários homens, e este(s) simplesmente se ausenta ela passa por período pelo qual podemos observar expressões tais e quais “...fundo do poço...”, “...na fossa...”, “...estou carente...”, e isso é algo que por simples reflexão lembra uma área em algum local pantanoso, onde a luz do Sol não chega, um local deprimente e desprovido dos elementos vitais encontrado em áreas equilibradamente verdejantes, seria como o musgo que cresce em uma caverna profunda.
Quando um homem é violento ou agressivo ou ácido demais com uma mulher, torna-se ela a princípio ressentida e arredia, a vida escorre de si e ela é citada como sendo amarga, e suas palavras por vezes para com outras pessoas, recebem o termo “...secas...”. A mulher neste caso se comporta como o solo infértil do deserto, que foi açoitado pelos raios do sol, até que a vida, a umidade e o equilíbrio o viessem a abandonar.
Após algum tempo, se o vínculo com o homem em questão não for intenso demais, ela virá a se preparar para atrair um sol adequado para si mesma, e livrar-se-á do antigo, que não lhe é útil ou agradável, porém ela ainda sim procurará por um Sol para sua Lua e sua Terra.
Quando um homem é mal tratado por uma mulher, ainda sim ele continuará por perto, e por vezes ainda sim fará sexo com ela – pois está preparado para fazer sexo, claramente este caso cita pessoas saudáveis, excluindo-se daqui os arremedos em grande quantidade dos dias atuais – e não irá embora, quer seja pelos filhos, quer seja pelas condições a sua volta, porém ele na maioria das vezes terá uma ou mais amantes.
As mulheres em geral se guiam por ditames ligados a status, dos quais por sua vez, podem nem estar realmente conscientes – tal é a exigência da sociedade, e por vezes, tal é a exigência biológica sobre as mesmas.
Uma mulher pode procurar o ícone do Sol, em um homem perigoso, forte, agressivo ou simplesmente que é tachado de ter “...membro viril maior do que o dos demais...” – neste caso na maioria das vezes, estamos tratando com mulheres de baixa estirpe, que se guiam por valores similares ao ato de sentir prazer em observar moléstias ou necroses em outras pessoas, coisa notória, aliás, em freqüentadores e frequentadoras de “...bailes funk...”.
Uma mulher pode procurar o ícone do Sol, em um homem que é muito rico, famoso ou importante de alguma forma, alguém que ostente “...as plumas de um pavão...”.
Uma mulher pode por fim procurar o ícone do Sol, em um homem que possa aparentemente não possuir nada de comum, porém que ao ser tomado contato com o mesmo, é o espelho do Sol ou de algo assim, vivo e encarnado no mundo, e isso será visível a todos que dele se aproximem.
No primeiro e no segundo caso, há índices de temor pela perda do sol, e índices de vínculos também, porém são pequenos em relação ao terceiro caso, pois é quase impossível em vida relacionar-se com outro tipo como este terceiro caso, e por isso a regência feminina que procura praticar jogos de dominação, o que determina a presença do termo “...femme fatale...”, ou seja “...fêmea genetrix...”, a mulher que se destaca sobre todas a demais e que desencadeia inveja nas mesmas, pelo seu dito “...poder feminino...” de dominar outros homens e rebaixar outras mulheres.
E a mercadoria que dita a vencedora em um jogo assim, justamente, é o tipo de homem em questão.
Aliás, é notório que as mulheres em grande parte digam que tem amigos e não amigas, pela imensa concorrência que as mulheres fazem umas as outras – frases de ódio ou de humilhação constante - ou se preferirem, a imensa corrida por ser o mais perfeito veículo para luz do Sol, que deixe a todos os demais como sendo “...opacos...”.
Um homem procura em uma mulher, algo que lhe atraia – a princípio – e depois alguém que possa desencadear furor sexual em si – intermediariamente – e por fim alguém em quem “...suas plumas...” possam espelhar o próprio reflexo, em alguns casos, ou que a presença seja imponente o suficiente para realçar suas próprias “...plumas de pavão...”.
O primeiro caso é o do dominador que cedo ou tarde causará um deserto infértil na pessoa que com ele está, o segundo caso pode ser de alguém que roce de forma moderada “...sua juba...” na parceira, causando nem umidade demais e nem secura.
Homens raramente conseguem dar golpes do baú – casam-se por dinheiro – pois estas sutilezas são formas de comércio do sexo, dos quais os mesmos – tal como o ato de dançar – são raramente incapazes. Também é notório que não se vendam sexualmente na maioria dos casos, a exceção dos profissionais do sexo, que invariavelmente sobrevivem fazendo sexo com outros homens, entrando na situação da emasculação ou mesmo “...afeminação...”, que abaixo será abordada.
Em geral, um tolo masculino tem o péssimo hábito de se gabar da imensa quantidade de mulheres, com as quais ele se relaciona sexualmente, sendo que muitas delas ele sustenta com seu trabalho, e que todas elas literalmente controlam e mandam em sua vida torpe e fútil.
Há uma exceção – acima citada como biótipo mais raro – que não se enquadra nos eixos de tolice acima citados, mas este fator será abordado mais abaixo.
A mulher em geral atua como um catalisador de eventos e jogos, nos quais os homens ao se enredarem são tão somente tolos, e veículos de êxito e de demonstração de poder, em realidade a muito tempo a mulher tem o controle subliminar social e familiar em suas mãos.
Quando algo desperta o interesse feminino, alguém terá que arcar com a aquisição, mobilização ou apreensão daquilo, pois do contrário alguém sofrerá as intempestivas ondas do mar revolto – o qual é dominado pela lua.
Uma forma de observar isto, muito simples, lida com o fato de que o desempenho desportivo pretendido como sendo perfeito para mulheres como plenamente capacitadas e em total equilíbrio de funções com os homens, não tem os mesmos escores olímpicos, sendo os tais escores menores para as mulheres do que para os homens, e no tocante aos meios incertos de emagrecimento, apela-se para o hormônio masculino – como recurso escuso inclusive – para desencadear rendimento orgânico, porém é afirmado que “...há igualdade...” e que “...houve rebaixamento...”, e que portanto deve haver “...privilégios a serem adquiridos...” para que então sejam ostentados nuances de dita “...igualdade...”, pagos com sangue e suor de leões e lágrimas de leoas.
E há também os casos modernos, ligados a masculinização generalizada e a afeminação em larga escala, onde apesar de vermos que ou há o salário compatível ou maior, os custos a serem arcados desencadeiam-se via sortilégios e chantagens, sobre os parceiros, pois há intenso descontrole via os fluxos e refluxos psicológicos lunares, uma forma inclusive muito procurada como alvo, por elementos de mídia e neurolinguística, para produção de efeitos de vendas e consumo em geral, pois mulheres tal e qual a lua reinam absolutas no céu noturno visto da Terra, e gostam de ostentar.
Quando algo desperta o interesse masculino, ele deverá mover céus e terras, endividar-se, morrer de trabalhar, aguardar a hora certa e guardar os meios ou simplesmente lutar por ter imediatamente, o objeto de interesse, pois do contrário sentir-se-á incapaz e impotente por não ter atingido suas metas – reconhecimento de falta de “...brilho...”.







Da alma Feminina e Masculina, diferenças:

Desta forma sem entrar no terreno movediço da reencarnação, podemos lidar simplesmente com a sutileza do “...talvez...”, uma vez que “...atavismos...” são factuais e existentes e que os fenômenos de sincronicidade estudados por Jung, mostraram-se igualmente existentes, porém que somente um observador ou observadora, podem vir a obter conhecimento subjetivo dos mesmos – sob certos aspectos – e desta forma “...talvez...” é o que melhor se adequada para os propósitos e objetivos deste pequeno trabalho.
Mulheres se adéquam entre si e competem entre si, é fator estudado e comprovado cientificamente que se grupos de mulheres por muito tempo, passam a coexistir entre si, as mesmas apresentam os ciclos hormonais e menstruais regularizados entre si – em resumo, passam a regular-se pelos fluxos da lua umas com as outras.
A função biológica inclui o reflexo físico disto na forma da atuação dos feromônios, os agentes químicos que equalizam e desencadeiam o drama no corpo físico, do andar astronômico, e uma forma disto claramente percebido, lida justamente com a regulação em massa do ciclo menstrual, em mulheres que convivem em grupos por longos períodos, gerando a Tensão pré menstrual exatamente no mesmo período – o que define entre outras coisas os ciclos de fúria e ataque das Há-mazon, embora estas sejam expressões de uma situação atípica nos dias atuais, ou seja, de uma arquetipação literalmente ligada ao culto “...Vulvo Solar...”, cujos reflexos mais leves foram observados na presença de Amaterasu e Sowelo, deusas solares no Japão e na região Nórdica.
Estudos revelaram que os odores corporais, inclusive os axilares, afetam os ciclos menstruais, estes odores são os feromônios - feromônio deriva do grego e significa “...que transmite excitação...”.
Os estudos sobre a natureza disto foram realizados pela Doutora Martha McClintock, demonstrando a sincronização da menstruação, sendo que ela discorreu bem e testou largamente tanto os eventos em animais, quanto em humanos - ligados aos feromônios - e pôde comprovar seus estudos, trabalhando em associação com outros pesquisadores e tendo respaldo pela Universidade de Chicago, departamento de psicologia sendo inclusive Fundadora e Diretora do Instituto para Mente e Biologia da referida Universidade, tendo como alguns de seus trabalhos os seguintes:
Jacob, S., McClintock, MK, Zelano, B. e Ober, C. (2002). Alelos HLA herdado paternalmente, estão associados diretamente com a escolha das mulheres de odor masculino - Nature Genetics, 30.175-179;
Cacioppo, JT, Ernst, JM, Burleson, MH, McClintock, MK, Malarkey, WB, Hawkley, LC, Kowalewski, RB, Paulsen, A., Hobson, JA, Hugdahl, K., Spiegel, D., Berntson, GG (2000). Traços solitários e concomitantes em processos fisiológicos: o MacArthur estudos sociais da neurociência. International Journal of Psychophysiology, 35 (2-3), 143-154;
Jacob, S., Zelano, B., Gungor, A., Abbott, D., Naclerio, R., e McClintock, MK (2000). Localização e morfologia bruta do ducto nasopalatino em humanos adultos. Archives of Otolaryngology - Head and Neck Surgery. 126 (6), 741-748;
McClintock, M. K. (1999). Biologia reprodutiva. Feromônios e regulação da ovulação. Nature, 401, 232-3;
McClintock, M. K. e Herdt, G. (1996). Repensando a puberdade: O desenvolvimento da atração sexual. Current Directions in Psychological Science, 5 (6), 178-183;
Hornig, L. e M. K. McClintock, 1994. Desmascarar razão sexual da polarização por meio de análise de seus alvos. Comportamento animal 47:1224-1226;
Schank, J. e M. K. McClintock, 1992. Um modelo acoplado oscilador de sincronia ciclo ovariano entre ratas. Journal of Theoretical Biology 157:317-463;
Os feromônios são substâncias que funcionam como mensageiros, desencadeando respostas fisiológicas e comportamentais previsíveis – agentes físicos e catalisadores dos eventos somáticos subjetivos e objetivos.
São mensageiros químicos no ser humano, em vez de atuar no organismo do próprio indivíduo, estes atuam em pessoas próximas com alvos próprios e distintos, tal e qual uma "...comunicação química..." entre os seres da mesma espécie, e neste caso uma comunicação em massa da transliteração dos ciclos da deusa da Lua, como uma inconsciente e inconseqüente adoração subjetiva das representantes da mesma na Terra, reguladas fisiologicamente neste caso pelo “...Esteróide 5-a-androst-16-en-3-alfa-ol...” .
Contudo os eventos vulvo solares são um pouco distintos, e falam do drama vivido pela Terra sob ação do Sol, que pelo óptica feminina representa a ação de Amaterasu, ou de Sowelo guiando a vida na Terra, tendo no drama terreno dos solstícios e equinócios, a representação direta dos períodos femininos.
É só pararmos para notar que a natureza passa por fases anuais onde ela se prepara para receber o calor do Sol, em estado de fecundidade, tem o Resplendor do Sol no império do verão e a fase de nascimento dos frutos advinda do que é chamado de Outono, tendo o “...Inverno...”, vínculos diretos com o período de Ausência da Luz do Sol, que é tal e qual a fase da Lua onde a mesma está sem luminosidade, e que lida representativamente falando, com o período de pós-parto feminino.
Então aqui a tríplice deusa é “...Sol-Terra-Lua...”, e no período de “...Sol e Terra...”, proximidade e afastamento temos de “...Primavera a Outono...”, prenhes até parto, e no período de “...Lua-Terra...”, a “...Lua Sombria...”, “...Lua Nova...”, “...Lua sem a Luz de Amaterasu...”.
Neste caso o “...homem...”, tem um papel menor apenas de transmitir a força solar mínima para a vida ocorrer na mulher, ou na Deusa Terra, e o homem então é como um “...Zangão...”, que deve perder o órgão  depois de copular e morrer no processo, ele é então visto no máximo como o frívolo “...Odr...”, esposo de Freija, que vivia distante de tudo após ter desposado a ela, e ela o seguia por todo o ano até encontrá-lo de novo.
Aqui neste sistema o homem é tão somente os “...raios de Sowelo...”, que darão vida na expressão da deusa na terra, ou seja, “...A Mulher...”.
As Há-Mazon – amazonas, nome original na língua persa – as druidesas antigas – em alguns casos descendentes destas – o culto eslavo a deusa do sol que castrou seu marido – neste caso a lua – quando este a traiu, e os traços originais do Xintô lidando com a deusa solar Amaterasu, sem deixar de mencionar o culto Seidhr de Freija, ligado em todos os sentidos aos Sdhee, nome mais antigos dos deuses originais célticos – que são em verdade os Vanires e os Elfos citados na tradição dos Aesires setentrionais – o culto de Inanna na suméria, o cuto de Astarte ou Astaroth na região dos Fenícios e o culto a Sekemeth - e por certo ponto de vista de Isis - dos Egípcios, o culto a Kali dos hindus e por fim o culto Nabateano as deusas originais dos povos pré-árabes, que foram plagiadas e surrupiadas para dentro do islã – Al Uzza, Allat e Menat – por um lado, e por outro podem simplesmente ter sido uma reação violenta, que pode potencialmente ter sido desencadeada pelos motivos abaixo abordados.
Todos estes cultos tem em comum o elemento de predominância feminino, e da presença menor ou inferior do homem na realização de tarefas importantes como chefia e sacerdócio – no caso das amazonas os tendões dos pés dos homens capturados e não subservientes, demonstravam o comportamento bélico e violento que as mulheres poderiam ter, o que implica claramente na habilidade de uso de armas e guerra, porém este culto e suas expressões físicas estão em número grandemente reduzidos nos dias atuais, sobrando apenas o culto “...Vulvo-Lunar...” e “...Vulvo-Terrestre...”.
Devemos salientar que o maior vício presente no sistema “...Vulvo Solar...”, é aquele que incorpora em tempos modernos a essência de tudo que dá vazão aos pontos de vista do assim chamado “...femismo...”, que entre outras coisas defende o ponto de vista que afirma a superioridade em todos os sentidos da mulher sobre o homem, e que tem fileiras e mais fileiras de mulheres imensamente masculinizadas , compondo suas massas de manobra.
Resumindo os termos acima, mulheres em grupo tendem a coletivamente assumir o comportamento ligado a fonte motora de suas orientações básicas, e lutam por terem predominância umas sobre as outras, ou seja, lutam por serem “...femme-fatales...”, ou simplesmente “...abelhas rainhas...”, havendo a possibilidade de se ficar diante de mulheres imbuídas de “...forças motrizes...” ligadas ao princípio “...Vulvo Solar...”, em resumo, há uma abelha rainha e há o desejo sexual por outras mulheres envolvido nisso – não em todos os casos mas em grande parte dos mesmos – e há o que é denominado de “...rainhas sádicas...”, como uma expressão também do princípio de “...Sekemeth/Kali/Freija...” entre outros – é só observar a necessidade de humilhar a Odin, para o aprendizado de Seidhr, que é descrito em alguns textos nórdicos.
Os homens tem um tipo de código nunca escrito de conduta, brigam e podem chegar a se matarem, porém quando ocorre uma situação que envolva a presença de uma mulher, podem ocorrer choques pela predominância sobre a mesma – neste caso a luta do macho pela fêmea presente na natureza, que determina o poder da mulher sobre o homem, quando a mulher é uma expressão de um dos três arquétipos de deusas citados acima.
Ou podem os homens unirem-se em situações constrangedoras, no caso de um deles pedir a outro que diga que estava em local distinto do que alegou para sua parceira, ocorrendo em grande parte conivência generalizada dos homens uns para com os outros em função disto.
O caso feminino ligado a tal coisa, em geral lida com uma mulher –mesmo sendo das melhores amigas – denunciando o que veio a ocorrer para o parceiro da outra mulher.
Motivos para isso?
Embora a grande maioria das mulheres sempre diga “...canalha que anda com vagabundas...”, a grande maioria dos homens traiu suas esposas com “...Outras Mulheres...”, que dizem, diziam ou virão a dizer, as mesmas coisas de outras mulheres com seus parceiros, ou de outras mulheres com outros parceiros, em parte pela concorrência por serem vistas “...Como o Arquétipo Vivo de uma as faces das Deusas acima citadas...”, e em parte porque em seus fluxos e refluxos, em suas ascensões e baixas, a Lua nunca fica estável e causa instabilidade nos mares revoltos da psique feminina – sem mencionar os períodos de menstruação.
Durante a menstruação, mulheres chegam a surtos de ódio e alterações psicológicas tão violentos que a histeria já foi suposta como uma doença proeminente do sexo feminino. O termo tem origem na terminologia médica a hysterikos, que se referia a uma suposta condição médica peculiar a mulheres, conforme observado naquele particular período, causada por perturbações no úterohystera em grego.
Freud em colaboração com Breuer, pesquisaram os mecanismos psíquicos da histeria e postularam em sua teoria, que essa neurose era causada por lembranças reprimidas, de grande intensidade emocional.
Porém há algumas características, que devem ser citadas e que podem dar uma alusão mais direta ao assunto, pois em geral a mulher histérica caracteriza-se, geralmente, por apresentar um traço denominado "...histriônico..." – teatralidade - costumando ter comportamento afetado, exagerado e exuberante, como se estivesse representando um papel. Costumam apresentar emoções exageradas, apresentam acessos de mau humor, choro e acusações, quando deixam de ser o centro das atenções.
Há casos citados como sendo masculinos de histeria – contudo estes casos, são em quantidade imensamente inferior, e somente tem aumentado nos últimos tempos, pela afetação ou emasculação e perda de potência do gênero masculino, que tem desenvolvido, via a mídia e neurolinguística acima citadas, características femininas, e em contrapartida, mulheres tem absorvido em grandes parcelas masculinização.
Nestes modernos tempos grande número de leis tem sido criadas com o intuito de proteger as mulheres em geral de abusos, violência ou extirpação de direitos, o que é uma coisa natural e aparentemente equinânime.
Foram criadas leis no Brasil, por exemplo a Lei Maria da Penha, que facilitaram a proteção contra violência doméstica.
Foram criados estatutos que protegem toda e qualquer forma de liberdade pessoal, e foram criados sistemas – notem que esta tendência é mundial, apenas cita-se aqui o Brasil, por questão única de assertividade – denominados “...Políticas Afirmativas...”, que partem do pressuposto da “...Discriminação Positiva...”.
Estes estatutos tendem a traduzir a ideia de proteção e busca de igualdade, com base em citadas intolerâncias e abusos, conforme os teóricos criadores das “...discriminações positivas...”.
A discriminação positiva introduz na norma o tratamento desigual dos formalmente iguais, citando-se como exemplo a reserva de vagas de cargos públicos para deficientes físicos determinada pela Constituição Brasileira de 1988, ou ainda a reserva de uma determinada quantidade de vagas nas universidades públicas para alunos afro-descendentes ou da rede pública.
Notemos que isso resultou em danos por exemplo na França, pois naquele país O Ministério de Defesa francês tentou uma política de discriminação postitiva, em 1990, que consistia no ganho de bônus em classificações e maior facilidade de tirar carta de condução para soldados jovens de origem árabe.
Depois de um forte protesto por um jovem tenente francês no jornal do Ministério da Defesa “...Armées d'aujourd'hui...”, a medida foi cancelada - Jean-Pierre Steinhofer: "...Beur uo ordinaire...”.
As medidas usadas a proteção das mulheres, implicam na idéia absorvida no decorrer do tempo, ligada a afirmada – e por isso também é usado o termo “...políticas afirmativas...” – imposição inferior das mulheres nos dítames sociais, familiares e religiosos.
Estes dítames importam os casos relacionados de imposição do macho sobre a fêmea, de citações de violência, e do comércio feminino – por assim dizer – como algumas correntes feministas costumam citar, onde a mulher é dada em favor de “...dote recebido...”, ou abandonada quando a cultura do local a vê como uma barreira a sobrevivência – caso chinês e hindú, por motivos totalmente diferente, são os homens na China, que arcam com a responsabilidade por manter os pais da mãe e os seus próprios, na velhice, e no caso hindu, são os pais das mulheres que pagam dotes pelos maridos de suas esposas.
Porém, não há estudos sérios destituído dos objetivos almejados por pensadores ligados a masculinização de mulheres ou emasculação de homens, sobre a violência psicológica sofrida pelos homens, no contexto do jogo social que visa lucro ou dominação!
Mulheres em geral criam seus filhos para obedecer mulheres tais e quais elas mesmas, e quando a nora que o filho foi programado para ter, aparece na vida do mesmo, a “...concorrência...” com um arquétipo que melhor representa qualquer uma das três deusas acima citadas, que abarcou o filho autômato criado por uma dada mãe em questão, é atacado ou visto como ameaça por aquela mãe, e a mesma é atacada pela nora por motivos similares, ligados ao ato do que pode prevalecer sobre o outro.
Em geral o campo de batalha é a cabeça do “...filho-marido...”, que é atacado por situações de histeria seguidas de chantagens intermináveis.
Os homens somente neste último período tem tido algum equilíbrio econômico doméstico, com o trabalho de suas esposas – é claro que inclusive há o determinado ato de luta pelo mesmo emprego, na vida dos dois.
Desde que o sistema “...Vulvo Solar...”, acima citado foi substituído pelo sistema “...Fálico Solar...”, os homens tem trabalhado e as mulheres tem sido sustentadas, há casos em maior quantidade de mulheres que geraram tal furor entre os homens, que seu peso foi comprado na mesma vazão do ouro, e há casos que a coisa se deu no sentido de construção sócio-familiar islo-judaico-cristã.
Desta forma, o arcar de custo, o peso pelo sustento ficou a cargo dos homens em larga escala até tempos recentes, porém a estrutura sócio-econômica foi piorando no decorrer do tempo,e em verdade já não havia mais dinheiro e comida em larga escala – a miserabilidade de muitas sociedades islâmicas mundo afora, cristã mundo afora, católicas mundo afora, é prova cabal disto.
Assim sendo, o peso por parte da sobrevivência e bem como a frustração, por não ter acesso ao que a manipulação de massas e a neurolinguística conforme a época “...política e afirmativamente...” citaram, como sendo o desejável para um homem fornecer a si e aos que ele deve proteger, afundaram aos homens no decorrer do tempo.
Porém, apesar disto ser vivido e experimentado igualmente de forma intensa e as vezes desesperadora pelas parceiras destes homens, mesmo assim o desejo por destacar o status sobre as demais mulheres, o desejos por demonstrar a si mesma como uma “...femme fatale...”, o desejo de ser uma “...femea genetrix...”, somado aos ciclos lunares e os ciclos hormonais, seus agentes diretos, sempre prevaleceu sobre o bom senso para sustentar as relações, no decorrer do tempo.
E assim, o que mais poderia ocorrer senão o famigerado instinto de acusação, permeado pelos impulsos não satisfeitos por escolha ineficiente de parceiros para atingir metas entre as demais representantes da Lua na Terra.
Tal pessoa diz que tal homem é incapaz financeiramente, ou que não se esforça o suficiente, ou que é impotente.
Porém se vem a se esforçar, e consegue os valores, não pode estar em casa para satisfazê-las sexualmente – embora isso possa ser desconsiderado, uma vez que há outros homens com tempo livre que o possam fazer.
Se está em casa e procede a satisfação, não estará trabalhando mais de 16 horas por dia, e assim não trará os rendimentos que permitem a vanglória em meio a outras fêmeas.
Se não atinge metas no trabalho, por concorrência direta, é menos “...homem...” pois não trouxe o necessário por mais que trabalhes direto, e não estava em casa para satisfazer as necessidades sexuais de sua parceira.
E em algumas situações, por mais que trabalhe o que se quer é que se trabalhe mais, pois assim haverá tempo para ser gasto com outros homens que realmente lhe atraíam sexualmente, outras fontes de luz, pois o status já está garantido a nível financeiro, e o brilho por ser vista como “...irresistível femme fatale...”, deve ser almejado como meta mais alta – vide a perseguição implacável cada vez mais intensa, nos dias atuais, por resultados cosméticos e mesmo por cirurgias plásticas – pois mulheres não se arrumam para agradar, elas se arrumam para dominar homens e causar inveja em outras mulheres.
E associadas tais coisas aos fluxos incertos mensais, da condição hormonal das menstruação, sem mencionar a menstruação conjunta como foi acima abordado, os níveis de histeria associados aos dissabores por metas ou perdidas ou jamais atingidas, são descarregados quase que diariamente nos parceiros, e em maior quantidade das vezes durante os ciclos menstruais.
Acusações a parte, falta dinheiro presente, impotência econômica – falta de sol econômica – e elaboradas formas de manter a sociedade sob controle, estimulando em grande parte o ambiente mais consumista, tendo como seu cabeça reinante os fluxos lunares psicossomáticos.
E tudo isto na cabeça de um “...troglodita qualquer...”, que por fim parte para a agressão – em parte porquê foi instruído pela religião particular a fazê-lo, ou foi por ela permitido agir assim, e em parte porquê foi levado a isso, pela violência psicológica a qual foi submetido, e que é manipulada para jamais ser citada.
Claramente que qualquer um que venha a decair e rastejar a este ponto, deve ser atirado em uma jaula – pelo menos – tanto por quê ele veio assumir para si atividade claramente histérica, como também por ter ele próprio dado armas a seus inimigos – que o agradecem muito por isso, aliás.
E há a ascensão e plena dominância de mulheres nestes tempos, em cargos de chefia, onde são citados comprometimento e são feitas ditas pesquisas mercadológicas onde 84,94% dos respondentes citam ou dizem citar mulheres como tendo comportamento de valorização para com subordinados, inclusive citando-as como praticando mais o coaching e o feedback ( pesquisa Catho 2009 ) – retorno. Porém a verdade é simples, para rebaixar salários as mulheres são citadas, de tal forma que ocorre uma queda na contratação de homens, e salários são aceitos – maiores do que os anteriores em posições menos elevadas – mas inferiores ao que a empresa pagava ao antigo chefe.
Se mulheres competem ao ponto, que acima foi demonstrado, praticar feedback e coaching, pode ser traduzido também como descobrir falhas nos outros, e eliminar concorrentes de forma sutil, destilando veneno.
Além disso, o citado “...gatilho mercadológico...”, o qual lida com o controle via mídia e os modos desencadeados pela mesma, para introduzir outras formas de controle sobre pessoas e coisas, mormente falando, sobre o público feminino, temos os fatores por um lado ligados justamente ao vetor “corpo/status”, no caso do homem e da mulher, e principalmente no caso feminino no que tange – justamente – ao citado gatilho mercadológico, uma vez que podemos “lucrar em muito” com a observação direta dos eventos ligados ao que se determina beleza e o que é controlado pela mesma, e o que ela diretamente controla, notemos pois que no trabalho intitulado O Belo e a Morte – Medeiros de 2005 – ocorre o destacar categórico do lugar do corpo na vida psíquica das mulheres, como algo de suma importância. Medeiros afirma que:
"...este é o palco e o cenário que descortina um drama tão antigo e arrebatador quanto as epopéias. Não por acaso foi a beleza de uma mulher, a causa da Ilíada, do destino dos Argonautas e do triunfo de Ulisses em sua Odisséia. Mas se o corpo é o palco deste drama onde o sujeito feminino interpreta sua inquietação diante das vicissitudes da beleza, quem estaria na platéia? Para quem ele representaria sua dor? De quem ele teria prazer em ouvir aplausos? - pg 167...”
Levando-se em consideração que isso é mais antigo do que os tempos atuais, podemos citar os pontos convergentes de onde este modelo de pensamento, convertido em linguagem subliminar, pode se desenvolver:
FOUCAULT, M. A verdade e as formas jurídicas. In: cadernos da PUC. Rio de Janeiro: Divisão de intercâmbio e edições, 1974:
“Houve, no curso da Idade Clássica, uma descoberta do corpo como objeto e alvo de poder, ao corpo que se manipula, se modela, se treina, que obedece, responde.”
GRANDO, J.C. Sacralização do corpo: A Educação Física na formação da força de trabalho brasileira. Blumenau: FURB, 1996 – determina alguns pontos a respeito do vínculo homem, máquina e geração de lucros:
“Rompe-se, assim, o véu da sacralização do corpo e ‘começa-se a fazer do corpo um objeto epistemológico entre os outros objetos do conhecimento’. Tal posicionamento diante do estudo do corpo determinou uma nova visão: “corpo-objeto”, associado à idéia mecanicista do “homem-máquina”. É Descartes que nos explica melhor essa concepção, quando afirma: “Deus fabricou nosso corpo como máquina e quis que ele funcionasse como instrumento universal, operando sempre da mesma maneira, segundo suas próprias leis” (citado). A partir daí, entra em voga a teoria do “homem-máquina”, divulgada por Descartes, e que chega no século XVIII através da medicina.”
SILVA, A.M. - Elementos para compreender a modernidade do corpo numa sociedade racional. In: Soares. Carmen Lúcia (org) Corpo e educação. Campinas: Caderno Cedes, n° 48, 1998 – cita que:
“O culto ao corpo passou, dessa maneira, a representar o mecanismo capaz de desenvolver a disciplina e o espírito de camaradagem, necessárias ao estabelecimento da paz social no interior da fábrica”.
A partir dos anos 80, inicia-se uma mudança na concepção de corpo-máquina para o corpo-estético através da mídia.
“No Brasil, a disseminação de uma expectativa de corpo baseada na estética da magreza é bastante grande e apresenta uma enorme repercussão, especialmente se considerada o ponto de vista da realização pessoal. Este país, ‘que já é o oitavo mercado mundial em cosméticos’, movimentando cerca de 3,6 bilhões de dólares por ano, apresenta estatísticas preocupantes em relação à insatisfação com a auto-imagem”.
Em verdade, o processo de controle mercadológico deste tipo de coisa, tem gerado enormes somas de dinheiro, para as mesmíssimas pessoas no decorrer do tempo, por exemplo lembremos dos eventos ligando corpo e anorexia, que produziram em meados de 2006 e 2007 as movimentações na OMS onde cerca de 40 médicos e outros profissionais da saúde do Reino Unido, assinaram uma carta aberta ao Conselho Britânico da Moda pedindo que proíba o desfile de modelos anoréxicas, e conforme a opinião da professora Janet Treasure – London Kings College: “...A indústria apresenta modelos de magreza extrema, e este é um dos fatores que contribuem para que muitas jovens desenvolvam transtornos da alimentação...".
Apesar da morte de Isabelle Caro, que se tornou um símbolo internacional na luta contra a anorexia, morrendo aos 28 anos de idade, em 17 de novembro, enquanto trabalhava em Tóquio, sendo que sua campanha de outdoor, foi idealizada pelo fotógrafo Oliviero Toscani e aprovada pelo Ministério da Saúde italiano – veio a ocorrer em Milão, para coincidir com a cidade Fashion Week, daquele período, justamente em tentativa de alertar sobre os vícios desencadeados pelo gatilho mercadológico em si.
E Giorgio Armani desafiou a ligação entre a anorexia e a indústria da moda, dizendo simplesmente que: “...mesmo que a pessoa não tenha mínima ligação com a moda ela pode se tornar anoréxica...”; ao mesmo tempo que os designers Dolce e Gabbana AFIRMARAM que a anorexia é uma doença psicológica que tem “...nada a ver com a moda...”.
Lembrando sempre do processo de emasculação e feminização, a qual os homens estão sendo submetidos nos dias atuais, e o temor por serem vistos como “...politicamente incorretos...” e perderem seus empregos, se responderem o que realmente pensam perante as pesquisas efetuadas, poderemos compreender claramente o que realmente se passou com a pesquisa CATHO acima referida!
Uma clara demonstração do esforço por massificação em direção a produção de homens efeminados e mulheres masculinizadas, lida com a metodologia subliminar presente em obras literárias atuais e em peças teatrais, filmes e séries de televisão, dos quais o mais presente e indefensável exemplo está na série norte americana de nome “...Prime Suspect...” - NBC Iniciada em 22 de setembro de 2011 - onde a personagem principal - Detetive Jane Timoney, personagem da atriz Maria Bello - em torno da qual giram os casos desta série policial, aproveitou-se da morte de um encarregado do setor investigativo para exigir de seu Chefe para si o cargo de chefia, sendo que ela própria já havia por muito tempo tido um caso sexual com este chefe, veste com um chapéu similar ao do detetive “...Dick Trace...”, e em geral está com roupas masculinizadas, e abusa de métodos de enganação para conduzir e obter resultados em suas investigações.









Ideal e Real: Choque entre o que deveria ser e o que é!

Como foi possível citar acima, com largos exemplos, pudemos observar que algo de estranho vem ocorrendo e já a algum tempo.
Ocorre a qualquer um com algum bom senso, ou com o mínimo de informações não adulteradas, que em dado momento histórico houveram em meio a mulheres um determinado comportamento, porém o outro estando presente.
Então este comportamento pareceu sumir, permanecendo o comportamento “...Vulvo-Lunar/Vulvo-Terrestre...” em detrimento do comportamento “...Vulvo Solar...”, e mesmo este comportamento “...Vulvo Solar...”, era dotado de uma forma de sectarização – por assim dizer – que gerava constantemente ódio, uma vez que somente a subserviência ou a incapacitação física permitia a homens estarem próximos de mulheres neste período.
Em locais em que isso não ocorria, as mulheres possuíam o comportamento psicossomático “...Vulvo Lunar e Vulvo Terrestre...”, acima descrito, e o desencadear psicológico do relacionamento familiar e do sistema de poder estabelecido, via chantagens, inclusive pela construção matrilinear e do poder matrilinear, tanto “...Vulvo-Solar como Vulvo-Lunar/Terrestre...”, permitiram a geração e o acúmulo de ressentimento em meio aos homens, e disso eclodiu o que foi determinado como “...Sistema Fálico Solar...”, sendo o mesmo tanto Politeísta – Caso Mazdeísta e caso grego dos tempos de Platão e seus predecessores, por exemplo – como e “...Principalmente Monoteísta...”.
A construção do mesmo originalmente gerou a identificação dos casos ligados a Histeria Feminina – em muito maior quantidade do que a masculina – e aos meandros dos jogos de poder e de chantagem femininos, com ícones do mal e bem como daquilo que leva ao mal.
Porém o constante reclamar, o constante chantagear, o constante uso de sexualidade para obter vantagem, a constante montagem de dominação na criação de filhos para obedecerem arquétipos idênticos aos de si mesma, a constante oposição e batalha com as filhas pelos mesmo motivos, levando aos conceitos de pseudo sexo frágil, que domina a sociedade por baixo das sugestões subliminares, vindo a se cristalizar fortemente até mesmo no presente e nascente “...Sistema Fálico Solar...” mesmo em seus primeiros tempos.
Caso clássico disto está no homossexualismo e misoginia combinados do sistema grego, o qual era inclusive fomentador de pedofilia, onde as mulheres não possuíam direitos.
Uma afirmação como esta poderia até parecer enganosa se não fosse um simples fato:
“...O maior objetivo dos misóginos gregos, era serem capazes de dominar através de sua passividade sexual aos homens ativos sexualmente, exatamente como as mulheres o faziam...”!
Este vetor está presente até o presente momento oculto nas ditas palavras acéticas do “...sistema fálico...” solar em geral, em verdade declarando que o que se ambicionava era ter o “...status de dominação do falo que a mulher ostentava...”, e nada mais do que isso é o que está presente no sistema homossexual grego – notem que nem todo o sistema grego é homossexual, porém que ele se cristalizou nisso grandemente nos tempos dos filósofos.
O sistema monoteísta, perfaz o mesmo caminho, pois apesar de ter o mesmo vício grego, afirmando ao sexo – ou seja AO CONTATO COM MULHERES – como algo que é motivo de pecado, e apesar de afirma que “...O SEXO ENTRE HOMENS...”, é motivo de morte e do arremesso de quem o pratica no “...MÁRMORE DO INFERNO ISLÂMICO, OU NO FOGO E ENXOFRE DO SHEOL HEBRAICO, OU NAS CHAMAS DO INFERNO CRISTÃO E CATÓLICO...”, ele pratica uma forma de “...homossexualismo místico assexuado...”, pois é citado originalmente nestes sistemas que somente os homens seriam salvos, e em suas origens em geral afirmativas quanto a reencarnação - sendo suas bases sistemas como o védico, o jainista, o budista e o mazdeísta, por exemplo – afirmavam que as mulheres teriam que reencarnar como homens, para poderem se salvar, e com suas origens lidam com a identificação afirmativa de citações ligadas a adão gerando eva, ou a Purusha gerando Prakrit, ou sob citações a cerca do Adam Kadmon – uma forma posterior de citar Purusha – este sistema expressa-se sob a identificação de que somente nasce vida, quando o sêmen fertiliza o útero, e que portanto a fonte da vida é masculina, sendo então vista a mulher como trevas, e muitas vezes como morte – qlipoth, por exemplo.
Desta forma ocorre intencionalmente a procura pelo falo, seus símbolos e sua representação espiritual e a presença da mesma no sêmen, identificado como luz do sol no mundo, como forma de salvação das trevas da existência em meio aos vícios, desencadeando então a já conhecida misoginia mística – fonte para abordagens, inclusive modernas sobre o que se denomina sexismo mágico, o qual pode inclusive ser “...femista...”, é bom reforçar.
E chegamos à pergunta chave em meio a tudo isso:
“...É fato ou somente construção com intuitos, igualmente subliminares, a abordagem ligando o princípio feminino a vícios e ao enclausuramento material, conforme os muitos estilos de abordagens fálico solares apontam?...”
Esta pergunta poderia não ter sido feita, ou para tanto a resposta poderia ter sido apenas uma melindrosa fuga para mesmices e bobagens pré-programadas, tanto pelas mentiras da “...suposta discriminação positiva...” acima citada, quanto pelas mentiras geradas pela misoginia mística, o “...homossexualismo espiritual assexuado...”, porém o que se pretende com este pequeno texto, é chegar ao ponto focal exato de toda esta questão.
Analisemos a coisa com base em pares de oposição, muito simples na verdade, e obteremos a resposta de imediato:
Temos ódio versus amor, e concórdia versus discórdia, e secura versus melodrama, equilíbrio e de desequilíbrio, ato e inércia, velocidade e vagareza, força e fraqueza, sabedoria e estultice.
Para enfrentar uma situação de crise é necessário sangue frio para tomar atitudes corretas de sobrevivência, é necessário força para então atingir os objetivos propostos para a sobrevivência, é necessário ação além de palavras ou desculpas, e isso pode ser estendido a qualquer situação concreta simples no transcurso da vida de alguém, e daí deriva que tudo que compromete o sucesso perante a busca pelo sobreviver é uma forma de vício, sendo tudo aquilo que leva a aquisição de sobrevivência, uma forma de virtude.
Quando estamos diante de um problema de difícil solução, e passamos a meditar sobre a resolução do mesmo e instantaneamente a idéia vem a nossas mentes, o resultado perfeito para solver o problema e questão ali presentes, qualquer que seja a situação, imediatamente sentimos a sensação de “...ver claramente o problema e enxergar seus limites e as saídas para o mesmo...”, ficando claramente visível no sentido de ser mais claro o caminho a seguir, ou seja, houve luz em meio ao túnel escuro onde antes nos encontrávamos.
Este tipo de entendimento e pensamento está presente em todas as mentes, por mais abjetas e idiotas que o sejam, de todos os humanos – sabemos que há levas e mais levas de pessoas que não deveriam receber este título é verdade, mas por cavalheirismo vamos incluí-los aqui – em toda a história deste planeta.
Assim sendo, quando algo é entendido “...ele é visto como tendo sido clareado e perfeitamente visto...”, ele é entendido como tendo sido “...iluminado de alguma forma...”, e é disto que advém uma das maiores identificações com “...luz e sol...”, como símbolos de poder pleno, sob certo aspecto.
Se uma mulher, qualquer ela que o seja se identifica com os princípios dos fatores “...Vulvo Solares...”, ela procurará responder por si só os problemas, e fazer sem a necessidade do eterno reclamar e súplicas torpes e tolas, e da eterna comiseração da tática da chantagem.
Se um homem, qualquer ele que o seja, se identificar realmente com fatores superiores, não sendo somente um troglodita permeado por vícios de inércia, torpes, fraqueza ou canalhice, ele procurará a resposta por si mesmo.
Ambientes de confusão, sujeira, permeados de frases agressivas e sem sentido maior do que mais confusão, onde qualquer coisa mais equilibrada é vista como algo a ser escarnecido, lidam diretamente com o contrário de encontrar respostas, o conceito exato para tais locais lida com a idéia de algo ou alguém estar irremediavelmente perdido de sua órbita ou caminho.
Força, vontade, valor, justiça, equilíbrio – que tão somente significa presença de justiça, harmonia – que tão somente significa equilíbrio de formas, beleza – que tão somente significa presença de harmonia, são claramente vícios.
Fraqueza, inércia, podridão, injustiça, instabilidade, desarmonia, feiúra são claramente vícios.
Logo, tudo que venha a ser um catalisador dos mesmos, será expressão dos mesmos ou visto como sua fonte ou subproduto, e simplesmente é disto que advém o desencadear da identificação, era após era, dos ícones do mal em todas as religiões e locais do planeta.
Por fim, para esta seção ficará como resposta a questão acima, por um sentimento de humor sombrio vívido, uma outra questão:
“...Quem naturalmente é identificado com os vícios e quem naturalmente é identificado com as virtudes, sócio-familiar-religiosamente falando?




Conclusão:

A tempos a sociedade e suas formações anteriores, vem sendo vitimada por uma sucessão de situações, que geraram a necessidade de explicações, que contudo perdem os seus significados quando expostas a coisas elaboradas e mais severas.
A vida na Terra é uma sucessão, por sua vez, de contendas e há mais dor e sofrimento do que momentos de bem estar, e estes momentos são inexoravelmente manipulados para gerar o que é nos tempos atuais entendido como sendo o consumismo, e que porém já foi visto e vivenciado sob outras roupagens e de outras maneiras, em tempos idos.
As pessoas então nascem e entram imediatamente nos ciclos de dominação presentes na Terra, e em alguns casos formas de pensamento filosóficos e religiosos são gerados, para dar vazão e explicação ao que está se passando, pois o sentimento geral é de que algo ou está errado, ou não foi contado a todos.
As pessoas as vezes tecem maquinações que tem uma certa assertividade, porém que se fazem presentes com falhas inatas a vícios ou de época, ou pretendidos para existirem por largos períodos, para manipulação de massas, objetivando lucros e controle – quer seja via o que hoje é chamado de capitalismo, quer seja via o que hoje é chamado de comunismo.
A vida, ao existir é trazida ao mundo via os eventos que o trabalho acima apresentou, e a presença de atavismo e muitas vezes memórias fortes e exatas, de tempos idos, somadas a avistamentos e experiências de fenômenos de sincronicidade – como citou Jung – demonstra que há algo por trás das cortinas da peça desta tragicomédia.
Encarcerados nestas condições há então grandes levas de massas não pensantes, que vivem para satisfazer prazeres passageiros torpes, seguindo as ordens diretas de seus líderes – sacerdotes, advogados, juízes, médicos, dentre outros – os quais lucram muito com a presença de tais tolos, e que em verdade são mais fáceis de se conversar do que os demais violentos servos consumidores, partes do grande rebanho, porém que viriam a matar para poder se sustentarem exatamente como estão, sobrando uns poucos, justamente os chamados de individuados, produtores de idéias e mantenedores de avanços, perseguidos pela sociedade em geral, que provam por sua própria existência, que a natureza é seletiva e que há uma diferença cabal entre grupos humanos, e que a natureza assim como o intelecto são coisas naturalmente elitistas.
E embora surtem psicoticamente os indivíduos massificados de esquerda, o próprio Marx foi alguém que se opôs a época e influenciou grandes grupos de massificados a cumprirem outro papel no melodrama cômico sócia, religioso e familiar, e sem a presença dele ou de Engels, os comunistas jamais existiriam, pois é implícito que sem um líder que se destaque, ou seja, sem ALGUÉM QUE SEJA DA ELITE, as massas não fazem outra coisa que não seja continuar seus dias como animais de abate, partes do grande rebanho massificado.
Desta forma, claro está que há indivíduos que se destacam e que vão além das mesmices sociais, e que não se comportam em momento algum com o torpor social, que era após era, sob muitas roupagens domina o comportamento humano, inclusive sutilmente.
Contudo, e aqui os grandes tolos massificados que podem ser da “...direita-canhota ou da esquerda-destra...”, afirmarão que os dados acima somente afirmam que não há diferenças entre indivíduos, uma vez que as pessoas são representações do drama “...Fálico Solar ou Vulvo Lunar, ou Vulvo-Solar, ou Vulvo-Terrestre...”. E é precisamente aqui que erram mais!
Pessoas sendo detentoras ou não de potência, estão ligadas a diversas expressões citadas como sendo “...arquetípicas...”, sendo que outros preferirão o termo “...deuses e deusas...” e o termo menos passível de gerar choques será “...forças motrizes...”.
Claro está que há guerra, assim como seus símbolos análogos, que há aprendizado e seus símbolos, que há sexualidade e seus símbolos, que há organização e seus símbolos, e longe de qualquer um afirmar que quaisquer destas forças nasça de uma suposta força única original, tal é o fato de que o infinito não se enquadra como sendo um único princípio, ele perfaz exatamente três princípios ilimitados, perfeitos e sem fim enquanto separados, ou seja expansão infinita, constrição infinita e vacuidade eterna.
E basicamente as pessoas identificam-se se ligando a esses arquétipos, para expor suas construções interiores para o exterior e vice versa, de tal forma que objetivo e subjetivo se inter-relacionam por este intermédio, de tal forma que as bases “...Fálico-Solar, Vulvo-Lunar, Vulvo-Solar, Vulvo-Terrestre...”, precisam se organizar de forma a dar vazão a estes conjuntos de forças motoras, claramente definidos os fatos de que muitas destas forças motoras em alguém, serão especialmente designadas como solares, lunares ou terrestres, ou que alguém somente erga sobre seus ombros psicologicamente falando a expressão de Sol, Lua ou Terra, porém sendo fato que para muitos a precisam de apontar tal e tal pessoa como “...Marte em vida...” ou “...Vênus renascida...” são vetores claros e definidos.
Porém a um quê de algo mais em tudo isso.
Pois que apesar de haverem as “...forças motrizes...” acima definidas, também vê-se que a maioria da população age e se comporta como um grande rebanho preparando-se para ser abatido por seus líderes, seus pastores por assim dizer.
Contudo, como foi acima definido, há os que vão contra tudo que é socialmente tido como correto, quando os ditames são erráticos ou errados, e lutam contra os mesmos, mesmo tendo sido nascidos e criados, nas exatas condições dos demais sujeitos e sujeitas que estão a sua volta.
A explicação para tal fato, lida com o andar lado a lado com o pior possível no trajeto deste pequeno tratado.
Gnósticos, Mazdeístas, jainistas citaram uma força opositora que gerou outros como si mesmo, e uma parcela gigantesca da população mundial para se comportarem como as massas acima citadas e seus líderes, coisa decorrido em grande parte das formas de apresentação de biótipos rajásicos, tamásicos e sattwicos apresentados no sistema védico e no sankhia.
Ao nascer, luta-se e ponto final, porém muitas vezes luta-se e observa-se que seus esforços são boicotados por tudo e por todos, para que o que luta “...se normalize com as vicissitudes sociais vigentes...”, com apoio inclusive de eventos tachados de “...destino...” ou vontade divina.
Virtudes e o viver com as mesmas é em toda a história da Terra, um tremendo esforço que causa males aos virtuosos, pois lutam em condições inferiores e em geral “...o pior vem a ocorrer sempre as melhores pessoas...”, em verdade virtudes são “...ideais...” de vida, e se chocam com a “...realidade...”, a vida material em si mesma.
É disto que nasceu o entendimento da matéria como fonte de sofrimentos, dor e discórdia, e o espírito como sendo pleno de ausência de sofrimento, dor e vícios.
Logo, pode-se concluir que a matéria e a vida material lidam com as seguintes possibilidades:
. Confronto e aprimoramento;
. Castigo e punição;
. Engodo e distorção;
Mazdeístas, védicos, jainistas, budistas e outros vêem a isso como o primeiro caso mesclado ao segundo caso.
Vertentes cristãs, judaicas e islâmicos, partem de pontos de vista similares, vendo uma salvação em um suposto dia do julgamento da humanidade.
Contudo a presença de pessoas que trazem soluções a problemas e conseguem se sobressair em relação a todos os demais, nos leva a pensar que a concepção de “...paraíso de ilusões para engodo do homem...” sugerida pela teoria védica por um lado, e reforçada em sentido de confronto e conflito pelo gnosticismo e de certa forma pelo mazdeismo, por outro, sugere dados e detalhes não colocados exatamente nesta equação.
É citado em um texto que muito recentemente tem colhido seguidores em todo o planeta que “...Cada homem e cada Mulher, é uma estrela...”, e que “...não há quem seja caído e não há quem seja erguido, tudo é como sempre foi...” – Liber Al vel Legis, Cairo 1904.
A suposição de algo ou alguém com estrelas é interessante pois reafirma o conceito de potência ligado ao processo “...Vulvo Solar e Fálico Solar...”, pois o Sol é uma estrela, porém pelo fato de observarmos que a maioria da população da Terra, longe de brilhar por si mesmos, fica na berlinda de líderes canhestros e torpes, e luta diretamente pelos mesmos ou por seus ditames – por mais que estes os venham a fazer sofrer – contra pessoas que se encaixam na descrição de “...Estrelas...”, acima referidos, demonstra claramente que os individuados, aqueles que são líderes, os que se destacam e trazem soluções, os “..fortes...”, estão em choque com o restante e mais do que isso, não participam do mesmo sistema de orientação e direção que as massas e seus tolos e torpes líderes, gostam de citar a si mesmas como sendo “...caminho, verdade e vida...” – qualquer que estas vias venham a ser.
E se observarmos a conformação estelar a volta da Terra, e levarmos nossa atenção aos princípios citados no começo deste pequeno trabalho, poderemos notar então que o peso de corpos estelares, conformações, carga de gravidade e vínculos psicossomáticos, geram pesos diferentes na balança da psique humana, associando-se então a regra “...Vulvo Solar e Fálico Solar, Vulvo-Lunar e Vulvo Terrestre...”.
Logo se uma parte da população em “...princípio de suposição...”, está aos pés do destino por conta de “...Confronto e Aprimoramento, Sofrimento e Punição...”, concluímos que a parte que pode ser suposta como estando ligada aos processos puramente citados como sendo “...estelar...”, por aqui estaria simplesmente por “...engodo e distorção...”.
E se levarmos em conta que tudo que ocorre sócio, política, familiar, religiosamente falando lida com perda e dominação, controle e acumulação, em fases de sofrimento e dor que levam a mais emissão de energia psicológica – e se levássemos em conta o desgaste humano e vital, de emissão VITAL inclusive – toda a trama “...Vulvo Terrestre e Vulvo Lunar...” implica no nascimento de mais combustível para alimentar a “...máquina monstruosa em si mesma...”, e que o comportamento digamos “...trogloditico...” normal “...fálico solar...” masculino, simplesmente entra nisso por submissão a sujeição “...Vulvo-Lunar e vulvo Terrestre...” e seus meandros e engodos, ou por submissão ao desequilíbrio que possa ter estado ou mais raramente falando, estar presente no sistema “...Vulvo-Solar...” – uma vez que o mesmo é raro atualmente, e que no passado cometeu erros que auxiliaram a fomentar o sistema “...Fálico Solar...”.
Porém, tragédias das tragédias, nos tempos modernos constatou-se que os homens estão produzindo “...22%...” menos testosterona, que as gerações passadas, segundo o New England Research Institutes, nos EUA, que testaram mais de 1,5 mil homens, considerando a faixa etária, entre os anos de 1987 e 2004.
Este dado é capital, indica que a potência masculina está diminuindo, ao passo que a manipulação em massa na mídia, via neurolinguistica e outros, tem bradado aos quatro cantos mais e mais poder para os movimentos femistas disfarçados de feministas – combinado a movimentos de feministas que são massa de manobra - e para os movimentos homossexuais, o que simplesmente indica que o ápice da misoginia mística, ou seja o “...homossexualismo espiritual masculino assexuado...”, está em vias de eclodir fortemente a nível físico e em todos os sentidos, e que a potência de masculinização feminina, está a caminho de atingir seus objetivos, indicando pelo que foi acima citado, que “...heterossexualismo...” pode vir a ser vinculado a ícones que produziram por eventos psicossomáticos e por ressonância nesta direção, a atos sexuais de mulheres com andróginos no máximo.
Em verdade podemos tecer, pelo andar das mobilizações de adulteração em massa, que há inclusive uma etnia alvo do processo de maquinação em busca da emasculação ou afeminização, pois em verdade vivemos em tempos de “...andro heterofobia branca...”.
Uma forma de demonstrar a manipulação de informações, presentes no jogo social – e mais do que no jogo social, a bem da verdade – está em trabalho como o que é apresentado por Melina Pelissari da Silva onde é citado na página 85 do texto “...Serial Killer: Um psicopara condenado a custódia perpétua, da Faculdade de Direito de Presidente Prudente – Faculdades Integradas Antônio Eufrásio de Toledo...” :
“...Geralmente os assassinos em série são homens jovens, brancos, atacam mulheres e seu primeiro crime foi cometido antes dos 30 anos de idade. Busca somente seu prazer, são solitários, encantadores e age como se tudo lhe fosse permitido...”.
A pessoa que engendrou o texto acima foi permeada pelo processo de maquinação social, que atingindo largos meios de comunicação via mídia e neurolinguística, é inclusive incorporado a séries como a conhecidíssima “...Criminal Minds...”, onde é dito que o perfil do agressor é em geral “...Homem Branco, Heterossexual com idade igual ou maior de 30 anos.
Estes dados referem-se a homens em plena atividade profissional e sexual, e descartam em todos os sentidos crimes violentos praticados por qualquer forma de denominação específica que implica em alteração do afirmado “...perfil do agressor...”, pois a tendência do jogo “...masculização e emasculação...”, lida grandemente tanto com um público alvo – a grande massa de manobra das rezes do rebanho do pastor – e procura indicar como seu alvo de perseguição tudo que em algum momento possa se voltar contra os objetivos pretendidos. Uma forma de demonstrar a manipulação de informações, presentes no jogo social – e mais do que no jogo social, a bem da verdade – está em trabalho como o que é apresentado por Melina Pelissari da Silva onde é citado na página 85 do texto “...Serial Killer: Um psicopara condenado a custódia perpétua, da Faculdade de Direito de Presidente Prudente – Faculdades Integradas Antônio Eufrásio de Toledo...” :
“...Geralmente os assassinos em série são homens jovens, brancos, atacam mulheres e seu primeiro crime foi cometido antes dos 30 anos de idade. Busca somente seu prazer, são solitários, encantadores e age como se tudo lhe fosse permitido...”.
Isto coroaria plenamente o poder de dominação subliminar feminino mais acima referido, reduziria a presença masculina heterossexual plenamente ou a anularia, e por fim cederia terreno para a atividade similar a que já se deu na Grécia, quando a base social era “...puramente masculina homossexual...”.
Perguntarão muitos, porquê viria a ceder terreno para o pólo “...homossexual masculino...”, e a resposta para isso seria simplesmente a de que quando se prefere algo, desgosta-se naturalmente de seu oposto, quando se ama algo há asco para o oposto, quando se torna ou se planeja efeminar todo um conjunto masculino de uma região, visando poder pleno e não apenas subliminar, obtêm-se a primeira vista vitória, e em seguida o desinteresse sexual dos pseudo homens ali referidos, que comporão as alas da misoginia mística por fim.
Portanto o nascimento de pessoas capacitadas que estejam além das maquinações conscientes e inconscientes, será vedado pois incorrerá na presença em massa, arrebatadoramente falando, sem espaço para quaisquer outras possibilidades, na presença plena do sistema “...fálico solar...”, o qual é misógino e místico neste sentido, e do sistema “...Vulvo Solar...” em processo de auto extermínio e da dominação e execração por fim do sistema “...Vulvo Lunar e Vulvo Terrestre...”.
Para encerrar este pequeno trabalho, cito que o correto seria a observação atenta, pois é pleno o conhecimento que aviso algum deterá este processo.
Mulheres não procurarão agir destituídas dos vícios e buscando virtudes, tachadas de antiquadas, e continuarão suas formas de dominação subliminar, enquanto que a sociedade continuará a caminhar em direção aos fatos do ocaso da inteligência.
Homens tenderão a serem estúpidos demais para observar fatores que estejam mais além de seus copos de cerveja.
Expressões diferentes dos fatores acima podem ser ainda encontrados, aos poucos espalhados, e coisas úteis ainda deles nascem, porém até quando?
Se as mulheres não agirem e não procurarem ser mais do que “...lunares espelhos do sol, ou terrestres meios do sêmen solar gerar vida...”, permanecerão sendo simplesmente o “...histeros....”, que aprisiona o “...espírito...” na matéria, para usá-lo como o escravo de seus joguetes, culminando na maioria de homens que desprezam mulheres sexualmente, e portanto não poderão ser usados, e que portanto as reduzirão simplesmente a “...histeros...” para gerar homens e outros “...histeros...”.
Isso implicaria em dizer inclusive que Mary Currie e Hipática apenas fizeram espelho do trabalho de seus pais, maridos ou amantes, que os chantagearam para terem seus nomes assinados nos mesmos, por se sentirem inferiores – uma expressão clara do sistema “...Vulvo Lunar...”.
E espera-se que algo mais do que isso nasça nestes tempos, porém “...esperança é um veneno que nos mata aos poucos...”!
Se as mulheres não agirem e procurarem ser “...Estrelas...”, atuando de forma a canalizar o sistema “...Vulvo Solar Corrigido para Órbitas Próprias e não aquela do Sol...”, sem seus vícios “...femistas...”, elas assinarão seus “...testemunhos...” de que concordam com o que sobrevirá.
Se os homens não passarem a se individuar, ou seja, se não procurarem suas “...próprias órbitas...”, e continuarem a serem somente joguetes tolos – coisa que realmente continuará em verdade – e ao procederem assim, permanecerem em comum acordo com o processo de “...condicionamento efeminado...”, não poderão em tempos futuros exigir mudança e de fato não a quererão.
Contudo não se pode pedir a um símio que seja mais do que isso e nem menos do que isso, e desta forma sabemos que os chamados de “...os fortes...”, aos quais é dada a chave poética de que “...Cada Homem e Cada Mulher, são estrelas...” não são produzidos por alterações de pessoas ou de comportamentos, pois “...não há quem seja erguido e nem quem seja caído, tudo é como sempre foi...”.


Bibliografia:

Versos Vatanicos, Salman Rushdie;
Our Troth: Living the Troth Kveldulf Gundarsson
Moisés e Abraão jamais existiram: Neils Peter Lemche;
The British Museum Book of the Rosetta Stone, C. ANDREWS;
Havamal em português, Clã Falkar;
An Introduction to the Germanic Tradition, Edred Thorsson;
Tanakh, a bíblia judaica;
Talmud, lei judaica;
Cabala Mística, Dion Fortune;
Alcorão;
Bíblia,
Dignitatis Humanae – I.C.A.R.

ESTADO LAICO NÃO É ESTADO ATEU E PAGÃO -
Ives Gandra da Silva Martins e Antonio Carlos Rodrigues do Amaral

Da República - Cícero
Crítica da Filosofia do Direito de Hegel- Karl Marx
O Anti Cristo – Nietzche
Assim falou Zaratustra – Nietzsche
Edda em Prosa - Snorri Sturluson;
Edda Poétic - Snorri Sturluson;
Hävamäl;
Dicionário Aurélio do Português;
Sagas Islandesas: A Saga dos Volsungos, Theo de Borba Moosburger;
Galdrabok, Edred Thorson;
O Talmud Desmascarado - Reverendo I. B. Pranaitis
Os Sete Sermões aos Mortos – Carl Gustav Jung
Sobre el paganismo - Alain de Benoist
Brasil Colônia de Banqueiros – Gustavo Barroso


Bibliografia Digital:

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http://visigothbr.blogspot.com.br/2011/01/as-nobres-nove-virtudes-coragem.html
Asatru
http://www.angelfire.com/wy/wyrd/
Sociedade Nórdica
http://www.musiclanguages.com/2011/10/sugestoes-de-leitura-verdades-e.html
Celtismo, mulheres e a sociedade celta
http://www.historiadomundo.com.br/celta/sociedade-celta.htm
http://eduardoamarantesantos.blogspot.com.br/2012/08/o-papel-da-mulher-entre-os-celtas-e-na.html

http://www.fcsh.unl.pt/media/reportagens/o-celtismo-e-as-suas-repercussoes-na-musica-na-galiza-e-no-norte-de-portugal_3
Mabinogion
http://www.sacred-texts.com/neu/celt/mab/index.htm
Druidismo
http://www.druidismo.com.br/Index/Home.html
Romuva
http://www.romuva.lt/en.html
Kupala Festival – Rodnover
http://rnv.rodnovery.com/
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Religio Romana
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Dicionário de Latim
http://www.dicionariodelatim.com.br/
Kemetismo
http://www.youtube.com/user/kemetismo
Helenismo Traidional
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Computador grego de 2000 anos
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Construcionismo
http://www.consultoriodepsicologia.com.br/construcionista-social.html
Construtivismo
http://ppglm.files.wordpress.com/2008/12/dissertacao-ppglm-gustavo-arja-castanon.pdf
Tradição Suméria
http://www.angelfire.com/me/babiloniabrasil/index.html
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http://exame.abril.com.br/mundo/noticias/reverendo-moon-lider-messianico-e-magnata-empresarial-2?page=2
http://mankindgreatshift.blogspot.com.br/p/rev-moon-foi-chamado-por-jesus-cristo.html

Harappa
http://a.harappa.com/content/technological-choices-and-lithic-production-indus-period-case-studies-sindh-pakistan
Mohenjo Daro
http://www.mohenjodaro.net/index.html
Bactra Margiana
http://blacksandsfilm.wordpress.com/bactria-margiana/
Bulling Religioso
http://www.dgabc.com.br/News/5949234/professora-evangelica-prega-em-aula-e-aluno-sofre-bullying-na-escola.aspx
Islã ensina a bater em mulher
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A vida das mulheres na antiga sociedade persa
http://www.parstimes.com/women/women_ancient_persia.html
Mulheres em Esparta
http://amarice.wordpress.com/2009/02/09/espartanas/
http://www.womenintheancientworld.com/women%20in%20sparta.htm

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